Relações de namoro na

, É prematuro um namoro quando os jovens não sabem situar a atração física dentro da dimensão total da pessoa, isto é, quando não são capazes de sujeitar o instinto às exigências de um amor que compromete todo o ser, corpo e alma. Nesta situação de imaturidade, existe um forte risco de chegarem às mal chamadas 'relações pré-matrimoniais', isto é, à relação carnal entre os ... a perpetração de violência nas relações de namoro seja uma conduta aceite e, mais grave ainda, reforçada. o estudo de lavoive, herbert e Dufort (1995, cit. in jackson, 1999) revelou que a influência dos pares nas experiências violentas é significantemente superior do que Violência nas relações de namoro: das motivações inerentes ao comportamento abusivo 3 PARTE I. ENQUADRAMENTO TEÓRICO 1. (In)Definição de violência no namoro A definição de violência percorreu várias décadas e a difícil tarefa de delimitação do conceito deve-se, principalmente, à sua constante modificação, devido ao avanço relações de namoro Como se repara um coração partido? Março 1, 2017 Março 1, 2017 - Rita Guapo 4 Comments. ... A grande maioria de nós viveu o primeiro desgosto de amor na adolescência e por mais que saibamos (agora), que o tempo tudo cura e que a vida dá muitas voltas, seremos quase todos capazes de trazer à tona a dor de um ... 2014 com jovens que vivenciam a experiência do namoro, a fim de compreender as relações de poder inseridas em um contexto de cultura machista e patriarcal. Palavras-chave: Namoro, relações de poder, machismo, dominação, amor. ABSTRACT This study aims to understand the power relations in dating among young people living in Natal. violência nas relações de namoro, na medida em que possibilitará um conhecimento global da realidade, permitindo, depois, elaborar respostas adequadas às necessidades sentidas. Palavras-chave: violência no namoro, escola, prevenção, intervenção comunitária. de focalizar a atenção na violência que tem lugar nas relações juvenis de intimidade, no mais recente estudo realizado em Portugal no domínio da violência no namoro, com uma amostra de 4667 estudantes do ensino secundário, do ensino profissional e do ensino superior, 25.4% dos Isto resume-se a relações de adultério, e são relações de adultério porque os clubes de futebol já têm uma “fan base” própria oriunda dos desportos tradicionais como o futebol, andebol, atletismo e etc. Ou seja, ao “abrirem” estas secções de uma forma nada profissional estão a “vender” a sua marca de forma adultera ... Paula Susana Gil Lima Gomes- Violência em Relações de Namoro de Estudantes Universitários: Comportamentos, Atitudes e Correlatos Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias- Escola de Psicologia e Ciências da Vida 4 Agradecimentos Muitas foram as pessoas que, durante a elaboração desta dissertação, contribuíram, de Revista da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais 6: Resumo: Este artigo reflecte uma revisão dos modelos explicativos da violência nas relações de namoro na adolescência. existem diferentes abordagens para a compreensão deste fenómeno.

Tenho HPV.

2020.09.24 16:34 roody_mirys Tenho HPV.

Peguei HPV no meu único namoro. No início nasceu uma bolinha, como um pelo encravado, na base do meu pau, continuei me depilando com gilete e aumentaram as bolinhas, até eu perceber que aquilo não estava certo.
Nunca tive uma vida sexual bem desenvolvida, fui começar a transar só depois dos 19 e iniciando as relações com prostitutas, fiquei com poucas garotas "civis", acredito que umas 7 que não eram profissionais do sexo. E muitas, muitas prostitutas, mesmo. A maioria das relações foram com proteção, mas confesso que fiquei com umas três prostitutas sem camisinha, nunca contraí nenhuma DST dessas relações, apenas com a minha primeira namorada, com quem me acostumei a foder no pelo. Agora acho complicado de usar camisinha, não sei se consigo voltar a usar, pois sempre demoro pra gozar.
O principal problema da minha vida sexual deve ser resultado de um estupro ainda na infância, a minha família também é muito religiosa, então tinha aquele papo de não ficar com qualquer pessoa e buscar uma relação séria, além dos problemas de grana. Não dá pra namorar sem ter dinheiro, né? E éramos uns fodidos, na parte de grana, na infância e adolescência.
Em uma conversa com essa minha ex, logo que começamos a namorar, conversamos sobre DST e sobre nossas vidas sexuais anteriores, contei tudo pra ela, e ela me falou do HPV, disse que foi curada. Na verdade o HPV pode ser tratado, removendo as lesões, mas provavelmente deve ter continuado na pele dela, sem ser detectado, a garota deve ter desenvolvido resistência aos poucos, não criando novas lesões. Eu me fodi, mais uma vez, lembro que logo no começo eu pensei em tomar a vacina, mas depois esqueci do caso. O HPV também pode surgir entre 2 meses até 20 anos, então pode ser que nem tenha contraído dela, mas isso já não importa.
Faz pouco mais de 9 meses que estou tentando tratar isso, segundo a internet, a maioria dos casos são resolvido em média até 24 meses. Isso é uma merda, eu tenho que queimar o meu pau com um produto químico, para reduzir as verrugas e pros meus anticorpos terem chance de combater o vírus. O medicamento que melhor funcionou, por hora, foi a podofilotoxina. Ainda quero testar o imiquimod. A maioria dos médicos me parece despreparada, só querem queimar esses troços com ácido tricloroacético, mesmo eu explicando que esse produto mais me causou cicatrizes e ainda espalhou mais o vírus do que trouxe bons resultados. Eles nem se quer apresentaram o imiquimod ou a podofilotoxina como opções de tratamento, só achei isso pesquisando na internet. Só espero que esse trambolho não vire um câncer.
Em quanto isso, me reservo na solidão, parei de transar assim que comecei o tratamento, não confio em camisinhas porque elas não cobrem toda a área da lesão, pois é na base do pau, não quero correr o risco de encontrar uma pessoa legal, de quem eu goste e acabar passando isso pra ela. O foda é ter que arrumar desculpas pra não transar, sou mais ou menos bonito e chamo a atenção das mulheres, há bastante assédio por parte delas, também estou bem empregado, então não há mais impedimentos na parte financeira e a minha confiança melhorou muito, superando vários aspectos do trauma do estupro. As coisas se acertaram, mas agora me aparece isso. Devo ter feito muita coisa errada na sexualidade da vida passada, esse troço só pode ser carma.
Moro em uma cidade pequena, menos de 5 mil habitantes, me mudei faz um ano, acho que estou ficando com fama de ser gay, por ter que dispensar as mulheres.
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2020.09.22 13:58 ygormagalhaes Monogâmico por opção ou imposição cultural?

Esse post é parte desabafo, parte questionamento.
Vocês são monogâmicos por opção, tendo pensado a respeito de forma crítica e analítica ou são (ou fingem que são) somente por imposição do que foi culturalmente construído no decorrer de suas vidas e dos seus antepassados?
Eu não entendo como alguém pode ter sua vida controlada por algo que dizem ser o mais certo para VOCÊ.
Já perdi amizades porque percebi que os namorados dessas amizades não achavam correto manter contato comigo. Não sei o que acho pior, essa construção escrota de achar que um contato deve ou não acontecer ou se submeter ao controle alheio.
Sei que não é algo tão falado, muito menos incentivado. Mas até quando a maior parte das pessoas vai viver numa mentira? 99% das pessoas que conheço e estão num relacionamento falam no mínimo sobre vontade de ter relações extra conjugais (e desses 99%, provavelmente 50% já experimentaram essas relações fora de seus namoros, casamentos, seja lá o que for).
Por que perpetuar um estilo de vida que já não é mais compatível com nossa sociedade? Vivemos em um mundo fragmentado, temos informações suficientes para deixar de viver de forma passiva sem questionar o status quo de cada uma dessas coisas que nós sabemos (e não queremos admitir) que nos incomoda.
Acabei de ver que fui bloqueado por uma amiga porque não deveria ter mandado mensagem na hora X e o namorado viu. Quanta babaquice.
E sim, eu namoro e vivo num relacionamento de verdades e diálogos. Não digo isso sendo um hipócrita sem conhecimento de causa.
Abraços. Um ótimo dia para todos vocês.
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2020.09.22 03:06 ventonolitoral relacionamento abusivo?

eu acho que tô num relacionamento abusivo eu e a minha "namorada" estávamos juntos a uns 9 meses,estava indo tudo bem ou pelo menos achava que estava de uns 2 meses pra cá ela vinha agindo estranho,as vezes me ignorava na cara dura e mentia sempre sobre as coisas até aí "ok" (é meu primeiro namoro, então eu não sabia muito bem como reagir a essas coisas) de um mês pra cá tudo piorou, ela chegou dizendo que queria terminar do nada e eu fiquei meio ???? mas aceitei porque achava que seria melhor 3 dias depois voltamos e ficamos assim até esse sábado quando ela me disse que queria algo a mais,que não estava pronta pra ter algo sério comigo mesmo depois de 9 meses,disse que eu me apeguei muito rápido e isso fez mal pra nossa relação e no final terminou,dizendo que ela nunca quis que isso tomasse toda essa proporção mas eu ainda tô falando com ela e mesmo antes, ela nunca era uma pessoa que ligava muito para o que eu sentia eu sou muito sentimental,romântico e ela é muito fria, não demonstra sentimentos tão fácil assim e eu sempre fiquei mal com isso. toda minha família conhece ela e gosta, principalmente meu pai mas eu sequer conheço os pais dela,no maximo o irmão dela e uma prima bem distante. mas eu nunca quis terminar,eu gosto bastante dela(talvez ame) e eu não conseguia falar isso e desde que terminamos eu me sinto completamente vazio e sem esperança pra nada porque eu só tinha ela mesmo,agora não tenho nada ela ainda diz que podemos voltar mas ela precisa de um tempo e eu fico na expectativa toda vez,e desde sábado ela vem falando pouco ou quase nada comigo também,como se estivesse me evitando. eu não sei o que fazer,eu sei que não consigo cortar relações e gostaria de resolver as coisas como os adultos que somos,mas não sei se vale a pena depois de tudo que passei tenho medo de ficar traumatizado
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2020.08.30 03:54 Teshugou "Preso" ao relacionamento?

Bom, pra começar, tenho 19 anos e nunca fui de ter amigos, relações, nem nada (hoje percebo que eu era beeem estranho socialmente, talvez seja por isso xD). Estou mudando aos poucos, pensamentos, ideias, concepções, sinto que estou me tornando alguém melhor.
Mas o que eu quero falar mesmo é: tem essa menina, fui me aproximando dela e criando sentimentos por ela, até que, cerca de 3 anos atrás, eu já sentia que rolava algo legal entre a gente e fiz um pedido de namoro com flores, surpresas e blablabla, só que ela sempre acabava evitando o assunto e nunca me deu uma resposta, e aí só voltou com o ex dela. Enfim, tristeza, chorei, não superei, afinal, foi uma das primeiras pessoas que eu pude compartilhar felicidades, ansiedades, angústias, sabe? Amizade, eu acho. Tempo passando, a gente se falava beeeeem raramente.
Agora, no início desse ano, a gente foi voltando a se falar e ficando bem próximos (de novo : ). Ela reconhece essas irresponsabilidades dela nesse passado, já pediu desculpas. Meus sentimentos por ela não passaram não xD. Só que dessa vez estou sendo bem transparente quanto ao que sinto por ela, demonstro meu carinho e afeto (já tive problemas por não demonstrar o que sinto, não quero repetir com ninguém). Do mesmo jeito que antes, ela nunca diz como ela se sente em relação a nós dois, também não parece demonstrar sentimentos por mim. A gente já saiu algumas vezes desde então, 3 ou 4 vezes desde o início do ano (quarentena boyz), e ficamos abraçados e de mãos dadas, mas não tocamos no assunto.
Mesmo assim, a gente ainda não namora e, na minha cabeça, isso não vai nem acontecer, sinto que só eu estou me abrindo e tudo vai ser um replay da última vez. Ficamos fazendo companhia um ao outro pelo discord todo dia, mas acho que ela não gosta tanto assim quanto eu. Eu infelizmente só falo com ela, não tenho mais ninguém com quem compartilhar coisas. São sentimentos muito novos pra mim, nunca namorei, nunca beijei, nunca fiz nada :S. Não sei muito bem o que fazer. Por conta disso, me sinto "preso" ao meu relacionamento com ela e sei que no final só vou acabar me machucando novamente.
(tentei dar uma resumida pra não ficar tão grande, só que mesmo assim ficou enorme :c )
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2020.08.29 18:51 eixopioxii Minha namorada tem me irritado demais

Desde antes do namoro estar firme ela já se mostrava não ter compromisso, sempre se atrasa e mostra desdém se eu estou preocupado em me atrasar. Hoje tínhamos uma partida de RPG que eu mestro agendada, era pra ser todo sábado e eu preparei um monte de coisa pra partida, perdi tempo estudando sobre o que ia acontecer, qdo perguntei no grupo de wpp da campanha se todos podiam jogar hoje ela foi a única que não respondeu, fui perguntar pra ela e então ela simplesmente disse q não sabia q era hoje (já tínhamos discutido sobre ser todo sábado e ela concordou) e tem coisa de faculdade pra ler e não fazia diferença ela não participar, mas eu estudei e preparei coisas pra ela tbm.
Isso me irritou como várias vezes ela me irritou antes, n quero terminar mas tbm n quero viver assim, eu tento ser gentil mas ela testa minha paciência e joga as relações ruins anteriores na minha cara.
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2020.08.27 21:34 Ultimecia- Desabafo sobre pensamentos ruins que me atormentam (+18)

Ola pessoal, depois de muito pensar, e me perguntar se deveria fazer esse texto, venho aqui pra desabafar um pouco, pois não tenho um ciclo social muito grande pra o qual eu poderia contar essas coisas, e as poucas pessoas que eu poderia contar, Não seriam diretas e sinceras. Como o texto também é bem constrangedor, acredito que um leve anonimato deve me ajudar a se expressar melhor.
Marquei o texto como +18 porque usarei palavras bem explícitas aqui para melhor entendimento, porém, ciente das diretrizes da comunidade, caso o texto seja ofensivo ou afete alguém menor de idade, gostaria que fosse removido o mais rápido possível, me desculpem se acabar sendo ofensivo ou algo do tipo, espero não ultrapassar nenhum limite aqui. Mas vamos lá.
A 3 anos atrás eu conheci uma garota do meu antigo emprego (tenho 23 anos, isso não fere meu anonimato). Essa garota era perfeita e muito fofinha, tinhamos a mesma idade e nos demos super bem, estávamos solteiros, e depois de 6 meses nos conhecendo começamos a namorar. Namoramos por uns 2 anos, e nesse tempo aproveitamos muito a companhia um do outro, foi tudo perfeito, sem brigas e sem desentendimento, até que começamos a nos conhecer de mais. Sempre fui um cara reservado, antes dela só namorei uma pessoa, por 3 anos, minha única experiência sexual foi com essa pessoa, e após o termino nunca me relacionei como mais ngm, porém, essa garota que conheci no meu trabalho (vou chama-la de Yomawa, nem sei o pq :v) ja havia tido muitos outros caras no passado. Conversando com ela, descobri que fui o primeiro namorado dela, porém, ela ja havia ficado e tido aventuras adultas com mais de 15 caras no total, alguns em festas, faculdade, e todo o resto, com alguns mais de 5 vezes, ja havia feito menage e outros desejos sexuais que realizou por curiosidade. Confesso que me surpreendi, uma garota tão fofinha e delicada ja ter passado por isso me abalou um pouco, e depois que eu fiquei sabendo dessas coisas, nosso namoro desandou. Comecei a criar uma espécie de paranóia na cabeça, de nunca ter dado um prazer tão bom pra ela em nossas relações na cama. Eu tinha alguns fetiches e curiosidades, e ela, ja havia realizado todos com os caras anteriores. Com o tempo essa paranóia de me sentir insuficiente foi tomando conta de mim, até que cometi o erro (ou não) de perguntar se eu ja havia sido o melhor com ela na cama. Ela disse que não, disse que avalia certos pontos nas relações, como preliminar, oral, beijo, penetração, vibe e etcs. E que desses pontos, eu tinha sido o melhor em preliminar e sexo oral, maaaaas, um dos piores em penetração, disse que ja tinha se relacionado com outros caras que proporcionaram um prazer enorme pra ela, e que achava difícil eu superar. Uma coisa que amo nela, é a sua sinceridade, eu odiaria sentir que estou sendo enganado, e a verdade apesar de doer, é o que eu prefiro. Desde então eu tenho me empenhado e dado o melhor de mim, para "ser o melhor" de cama. Eu nunca tive esse orgulho macho (como prefiro chamar) de querer ser o mais fodao em tudo e bla bla bla, mas isso tem me atormentado, e tem me impedido de ser feliz.
No começo ela acreditava que eu poderia ser o melhor na penetração e bla bla bla, mas agora ela pede pra eu não criar esperanças ahebhahehe que do jeito que estou (estou dando o maximo que consigo e fazendo treinos constrangedores de desempenho sexual no meu quarto) posso levar quase 1 ano pra conseguir ser o melhor do melhor. E isso tem me atormentado tanto que estou ficanso triste de vdd, me sinto insuficiente, quando estamos juntos e vejo ela gritar e gemer de prazer na cama, penso logo : - Se ela se contorce desse jeito comigo, imagina com o cara que já comeu ela melhor. Aaaaaaaaahh é horrível, me desculpem pela forma de falar "comeu" mas não consegui pensar em algo menos machista. Imagina você namorar uma garota que diz "meu namorado não foi o cara que me comei mais gostoso, desculpa, estou sendo sincera".
Ela diz que não liga pra isso, que o que sente comigo nunca sentiu com ngm, que nosso amor é pfto, que eu trato ela como uma Deusa e isso motivz muito ela todos os dias, ela chora só de pensar em me perder, e de vdd combinamos em tudo. Gostos, musicas, animes, séries, jogos, ela é perfeita, e eu sou o cara que nem consigo dar um prazer suficiente na cama, me sinto ridículo por isso, mas penso que quando começamos a tranzar, ela tem uma expectativa de ser bom e maravilhoso, e acaba não sendo, ela acaba esperando que seja bom como os outros caras, e acaba não sendo. Ja imaginou ela ter aquele prazer como referência sempre que pensar em sexo ? E não no meu ? Eu não consigo ser eu mesmo desde que isso aconteceu, e me sinto tão mal que penso em terminar. Estou mt agressivo com as palavras e muito decepcionado comigo, esse relacionamento está me deixando mal e me fazendo sentir a cada dia insuficiente, e ela não tem culpa, nunca seria capaz de culpa-la por falar a verdade, é a qualidade que mais amo, mas estou perdido. O relacionamento é mt mais que sexo galera, mas sinto que a cada segundo que passa, os caras anteriores estão ganhando de mim, sei la, é como se eu estivesse perdendo (???) Estou paranóico, queria desabafar, penso em ir em um psicólogo ou sexólogo, mas não sei mais o que fazer, de vdd.
Me desculpem se ficou mt grande este desabafo, ou se acaba ferindo alguma diretriz ou algum menor de idade, pfvr excluam se for o caso :(((
Ass : O cara que não foi o melhor da sua namorada
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2020.08.22 06:15 Mikhail_elf Sou babaca por ter sido insensível com uma garota?

Olá Lubixco, editor, turma, gatas, porca e galinha matriarcas, possível convidado, papelões, Otto e chat!
Bem... Essa história aconteceu entre o começo das aulas presenciais e o fim das mesmas e é um tanto longa (eu acho), então vou resumir bem. Vamos lá.
Eu sempre tive extrema dificuldade com emoções em geral, seja pra senti-las eu mesmo ou pra entendê-las e ter empatia com os outros. Isso acontece devido à minha criação e relações afetivas abusivas e muito mal cuidadas no passado. Por conta disso sempre acabo dizendo algo impróprio ou babaca sem nem saber que tô errado.
Enfim, quando fui transferido de colégio (1º ano do ensino médio, no qual estou atualmente) conheci logo de cara um grupinho no recreio de meio dia (aula integral), tal grupo viria a ser minha atual panelinha, composta de diversas pessoas e dentre elas a vítima da história.
Tempo passa e estamos no último dia de aula antes da quarentena, o dia está agradável e, por conta da atual ascensão do coringa vírus, não tinham aulas tão intensas neste dia. Lá estava eu, com meus amigos, brincando de "verdade ou desafio" com uma garrafa de itubaína que compramos na cantina. Eis então que algum filho de uma mulher muito bem educada e dona de um respeito que não cabe em meu peito diz pra mim "te desafio à dar um selinho na Larls (a garota da história)". Eu, confuso e (sinceramente) desesperado por afeto, aceito e o faço, com direito aos colegas soltarem o clássico hino "Iiiiiiiiiih". Após isso, acabo magoando a garota pq eu atualmente não sabia nem oq tava acontecendo e n tinha ideia de como lidar com meus sentimentos e "gostava" de outra garota. Meus amigos me xingaram, vaiaram e lincharam verbalmente (com razão). Dado esse breve momento de inferno que me fez sentir mal à ponto de fugir e ir chorar pela primeira vez na vida, resolvo ir falar com a "Larls" sobre a situação. Eu disse que não sentia atração por ela (ela sentia por mim) e que a via como minha melhor amiga. Nos abraçamos e seguimos o dia.
{BONUS} (pode ser que isso deixe pessoas com raiva da situação, assim como aquele pedido de casamento, mas ok)
Algumas semanas semanas se passaram (já na quarentena) e eu, já num web bate-papo com a Larls, a peço em namoro. Já havia amadurecido, me arrependido daquele incidente e visto o quão bem ela fazia pra mim num geral. Ela sempre foi maravilhosa comigo e eu vi que, apesar de retribuir, não fazia de coração como ela. Larls felizmente aceita e nós notamos que somos praticamente "almas gêmeas", apesar de isso ser bem clichê. Nós recentemente tivemos chance de nos ver e eu conheci meus sogros. Nós sempre fazemos desenhos um pro outro e ela me faz extremamente feliz, espero estar fazendo tão bem quanto ela.
É isso, espero ter lhes entretido :3
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2020.08.16 20:32 AltinoAlagoinhas Amizade, Sexo E a escolha das Mulheres.

Ok, textão pq eu não tô sabendo organizar essas ideias na minha cabeça.
Primeiramente, eu sou um cara relativamente "presença" eu tenho 1,89 de altura, isso é relevante pois aqui na cidade onde eu vivo o caras não são tão altos e isso combinado com eu ser jogador de Vôlei em uns times amadores por aqui, meio que me dão uma certa vantagem em conseguir atenção de mulheres. Eu não tenho talento suficiente pra ser profissional e altura não é tudo, mas eu gosto de jogar.
Recentemente meu namoro acabou e eu comecei a refletir mais sobre minha posição e atitudes e como eu sou percebido por homens e mulheres e se isso esta me impedindo de manter um relacionamento solido.
Do ponto de vista dos meus amigos homens, eu tenho a vida que eles pediram a Deus e não ganharam na loteria. Eu tenho relacionamentos bem curtos,, variando de semanas a meses, onde esse ultimo foi o mais longo uns 10 meses e o Covid foi o que provavelmente deu essa vida extra. E nesses períodos sem relacionamento eu sou um tanto quanto bem eficaz em conseguir sexo casual(digo não mais que algumas transas com cada pessoa).O que desperta uma certa inveja nos caras, eles me elogiam e brincam, mas eu sinto o tom de rancor escondido por trás das brincadeiras e que as vezes escapam quando eles estão mais alcoolizados.
Uma vez eu cometi o erro de tentar animar um camarada que tava sofrendo depois de uma serie de rejeições, ele veio com "tu pega todo mundo e eu não pego nem as sobras" e tentei dizer algo assim "Calma, isso não é uma competição,qualquer hora vc se da bem,podia aproveitar pra malhar um pouco e etc". Pra que eu fui dizer isso, o cara ficou em tempo de chorar de raiva,"Não é competição pra vc que é um gigante e as mulheres fazem fila, nenhum treino no mundo vai me deixar mais alto ou bonito". Na hora eu não entendi o que eu falei de errado, depois eu vi que ele entendeu o que falei como pena pela inabilidade dele de conseguir atrair mulheres.
Aqui eu tenho que dar um contexto, aqui no meu circulo de amigos,talvez essa cidade (não tenho como saber), tem essa crença entre os homens que é mais fácil transar de cara(logo nos primeiros encontros) com uma mulher que não gosta de vc, mas te acha sexualmente atraente do que se ela tiver intenção de te namorar, a logica por trás disso é que ela pode sentir desejo pelo cara, mas não gosta dele como pessoa ou acha que vai ser traída o que deixa ela livre pra "dar" de primeira sem se preocupar se o cara vai perguntar se ela chegou em casa bem no dia seguinte. E tem os caras que elas tem intenção de criar algo solido e esses vão ralar pra levar elas pra cama,pois elas tem medo de ser vistas como fáceis. No geral nunca me importei com isso pq com o tinder outros app e o modo mais agressivo que as mulheres se aproximam de mim faz essa teoria soar muito machista e produto de ressentimento de caras rejeitados.
Mas ai uma semana atras, essa conhecida minha da academia começou a falar de amizade e sexo e então descobri que ela é lésbica, e na conversa ela disse que era opção pessoal dela nunca se envolver com amigas que ela não quisesse perder, mesmo existindo o conceito de amizades com beneficio(que ela abomina) e tal ela só se relacionou com 2 "amigas" que ela não se importava em cortar relações,o argumento dela é que relacionamentos sexuais dificilmente acabam amigavelmente e ela não quer correr esse risco com amigas que ela preza muito.
Enfim, essa duas ideias tão se chocando na minha cabeça agora, pq eu tô achando que eu sou vitima disso, que as mulheres já se aproximam de mim achando que vai ser só pra passar uma chuva(com medo de ser traídas ou simplesmente não gostam da minha pessoa mas me acham atraente).O que meio aponta pra ideia dos caras, nesse últimos 3 anos eu tive muitos casos de "uma noite" onde eu nem sei se fiquei no final da lista de contatinhos delas. Eu não uso Apps de encontros onde ´sexo casual é supostamente a norma, Meus encontros são sempre da academia, trabalho, cursinho e etc. O que deveria facilitar relacionamentos sólidos.
Eu sei que um relacionamento depende de inúmeros outros fatores, mas se os meus ja começam com data pra expirar, vale a pena investir nisso?
É isso, quem leu até aqui sem ficar entediado agradeço, quem se decepcionou foi mal. só precisava escrever pra tentar organizar melhor minha mente, pq segunda eu volto ao batente.
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2020.08.11 21:39 themirrorball Eu tenho medo dos meus sentimentos.

Eu sempre fui uma menina muito tímida, de poucos amigos, mas sempre com relações intensas com todos ao meu redor, relações duradouras. Minha vida amorosa não foi diferente: me envolvi com pouquíssimos caras na minha vida, mas todos tiveram um significado especial e fizeram parte da minha vida por um bom período de tempo.
O problema está no fato de que todos meus relacionamentos anteriores acabaram por covardia minha, sempre que eu me via muito envolvida com alguém, me batia um pânico e eu pensava "vc não pode ficar vulnerável dessa maneira, e se ele fizer merda? acabou tua vida" e eu acabava terminando tudo. Fazendo isso, cheguei aos 20 anos sem sentir que me apaixonei alguma vez na vida, sem ter tido coragem de oficializar um namoro e sem ter meu coração partido, mas a que preço? eu não aguento mais fugir dos meus sentimentos.
No começo da quarentena, conheci um carinha que abalou minhas estruturas. Fazia tempo que esse sentimento não batia tão forte. Nos aproximamos de maneira muito rápida, ele demonstrou interesse em mim logo de cara, a gente tem muita coisa em comum. Eu pedi pra começarmos com calma pq ainda tava muito recente, então continuamos conversando como amigos, mas meus sentimentos por ele cresceram de forma rápida. Hoje, somos bem próximos. E meu sentimentos tão enormes, a vontade de fugir ressurge. Acho que ele não faz ideia do quanto eu gosto dele (não tenho só medo dos sentimentos, mas também dificuldade de expressá-los). Eu não quero perder alguém de novo por causa da minha covardia :(
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2020.08.08 08:17 Peixefaca Serei o babaca por cortar relações com o meu pai?

Irei começar desde o início, ou seja, desde a infância do meu pai para contar as coisas por ordem cronológica e também contar os dois lados.
O meu pai foi o último de 6 irmãos, isto nos anos 70 que em Portugal foi durante a ditadura. A vida nunca foi muito fácil para a família. No aniversário do meu avô, ele tinha ido ao centro da cidade para comprar bilhetes da seleção de futebol da localidade... o meu avô foi de bicicleta e um bêbado a conduzir, atropelou-o e o meu avô faleceu. O meu pai tinha somente 3 anos, uma mulher com 6 filhos para cuidar sozinha nos anos 70. O meu pai nunca teve um pai propriamente dito porém o meu tio mais velho foi a figura paternal do meu pai e da família, era ele que trabalhava para sustentar a casa, era ele que batia nos meus outros tios quando eram apanhados a fumar e etc. Quando o meu pai tinha 14 anos, o meu tio (com 23, creio) suicidou-se de uma linha de comboio/trem. O meu pai nunca teve uma figura paternal desde então. Depois disso, vários dos meus tios, sem supervisão parental, começaram a consumir drogas e isso inclui o meu pai que aos 14 também, largou os estudos para ir trabalhar. Passaram-se alguns anos e ele mudou o rumo. Largou as drogas, andou numa clínica de reabilitação e arranjou um emprego, nuns anos avante, ele conheceu a minha mãe e aqui estou eu.
Agora que apresentei a história dele, passemos à minha. O meu pai sempre foi bastante ausente, quando eu era criança ele chegava sempre cansado e mal estávamos tempo juntos, ele gritava quando eu cobrava a atenção dele e nunca tivemos uma ligação forte, dado que ele não prestava o mínimo de atenção à família porque achava que sustentar financeiramente era o suficiente. Com os meus 6 anos, o meu irmão nasceu e o meu pai ausentou da mesma maneira. Passou-se um ano e os meus pais separaram-se, a minha mãe foi muito forte porque o meu pai virou grande parte do círculo social dela contra ela, e ainda tinha que sustentar dois filhos! Passaram-se 3 anos e eles resolveram os desentendimentos e juntaram-se. Vale realçar que esses 3 anos eu senti-me livre de medo, o meu pai sempre gritava e intimidava. A minha irmã nasceu e o meu pai não aprendeu nada... Agora, irei realçar pontos importantes para prosseguir a história: o meu pai sempre me deu uma educação machista: mulheres não podem usar roupa curta, gays são doentes e Deus é tudo, obrigava-me a ir na igreja e diminuia-me à frente da família e amigos. O meu pai normaliza bastante assédio, pratica-o e deixei de sair com ele porque não queria ser visto como igual. Por grande parte da minha vida eu fui homofobico e machista, eu fazia "piadas" com meninas que as deixavam mal, até hoje culpo o meu pai, pois eu era uma criança na altura. Por causa dessa inferiorização, virei uma criança tímida e cheia de medo dd ser julgado, atualmente ainda me causa alguns transtornos mentais. Aos meus 14 anos, fui diagnosticado com cancro (linfoma) no último estágio com metástases nos ossos e a se iniciarem nos pulmões. Foram meses muito duros, tive que ficar fechado em casa por 6 meses (é pessoal, essa quarentena é meio leve pra mim) porque eu tinha a imunidade super baixa; na altura eu não tinha nada com que me entreter e queria jogar com amigos meus, achei boa ideia conversar com os meus pais em comprar um pc gamer, a minha mãe hesitou mas o meu pai começou a gritar e chamar-me de ingrato, levantou-me mão e empurrou-me pra trás. Não basta dizer que passei o resto da quimioterapia isolado, né? Depois disso este tipo de discussões foi mais habitual porque desde aí que comecei a me revoltar. Depois dos tratamentos terminarem (sim pessoal, até hoje estou bem :3) decidi dar um novo rumo à minha vida, nos estudos e etc. Mas ele provocava-me sempre e ele tentava me bater. Houve uma vez que a minha mãe se colocou na frente para não me bater e ele complementa empurrou-a. Desde aí decidi não usar mais o nome do meu pai na identificação, só o da minha mãe. Há um tempo considerável que conheci uma menina incrível, começámos a namorar e escondi por bastante tempo por causa da minha família porque eu tinha a certeza que o meu pai iria usar o namoro para me atacar. O inevitável aconteceu, ele soube e veio dar uma de "pai" a dar conselhos de namoro como: "nunca a deixes ter poder", "tu és o dono da relação ", "não deves te importar como ela se sente, pois ela vai te usar". Mais tarde, numa discussão que já nos é habitual, ele disse "vou destruir o teu namoro", "nem sei como ela namora contigo". É por este tipo de coisas que ocultei o namoro. No meu aniversário, a minha namorada deu-me um livro personalizado com todas as nossas memórias, foi bastante caro (amor, se estiveres a ver isto, peço desculpa por ter visto o preço <3). O meu irmão estava a bater na minha irmã enquanto ela chorava baba e ranho, o meu pai ficou no sofá a ouvir aquilo sem fazer nada (a minha mãe tinha saído). Fui lá e comecei a discutir com o meu irmão, ele foi buscar o livro que o meu amor me deu e rasgou-o. Aquilo destroçou-me. O meu pai chegou e começou a rir, colocou as culpas em mim e falei na cara que era um pai de merda, que mais valia eu não ter nascido dele e que por mim ele iria embora. O prólogo não interessa, foi o habitual. Planeio cortar relações com ele quando eu fizer os 18.
Na minha opinião não o consigo culpar, pois ele não teve educação mas não sou obrigado a ter a vida destruída por causa dele. Serei um babaca por cortar relações com ele?
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2020.07.27 02:33 RealityCompetitive24 Como se relacionar amorosamente sendo jovens e com a vida muito instável

(Conta throw away pois meu namorado me segue na minha conta principal)
Gente primeiramente queria dizer que essa é uma questão minha que trato na terapia tem um tempo, mas também queria saber a opinião de vocês.
Estou em um relacionamento de 9 meses com um menino que amo muito e gosto do nosso namoro em vários aspectos. Porém tem um problema que pesa bastante pra gente: estamos em momentos da vida muito diferentes e sentimos dificuldade em conciliar nossos objetivos individuais com os objetivos de casal, tanto ele como eu.
Eu nasci em uma cidade x do nordeste e faço faculdade e estagio numa cidade y do sudeste. Antes da pandemia, voltava geralmente 2x pra minha cidade natal ver amigos e familia. Atualmente estou temporariamente na casa dos meus pais na minha cidade x, trabalhando em homeoffice e com aulas ead, vim pra cá bem no inicio da pandemia. Assim que minhas aulas ou o estagio voltarem, pretendo regressar a cidade y.
Meu namorado é da minha cidade x e mora com a mãe. Apesar de frequentarmos um ciclo social próximo, nós nos conhecemos a distância quando eu estava na cidade y. Nosso namoro começou quando ele resolveu viajar pra me conhecer na cidade y. Desde então, revezamos nossos encontros... ele passa um mes comigo la, nas minhas ferias volto pra minha cidade (sim haja dinheiro pra passagem risos). Porém a distância sempre foi um problema pra nós e sempre que tentamos fazer planos para ficarmos definitivamente juntos no futuro, algo no presente acaba não saindo como o esperado.
Estamos passando a pandemia juntos na casa da minha mae desde que cheguei em março, esta sendo o maior tempo que já passamos juntos. No inicio do relacionamento ele tinha planos de morar comigo na cidade y. E no inicio estava tudo certo, porem ele começou a enfrentar alguns problemas familiares que o fez começar a considerar outras possibilidades.
Para ele se mudar pra cidade y, precisa de apoio financeiro da familia e isso está completamente fora de questão agora. Eu também sinceramente não queria voltar a minha cidade natal e gostaria de fazer minha vida na cidade y, pois tambem tenho muitos problemas na minha família e nao gosto da minha cidade natal, apesar de suporta-la. Eu tenho meu dinheiro, mas também dependo da minha família financeiramente em alguns aspectos... tenho sonhos de aqui a algum tempo fazer um intercambio também. Já estou perto de me formar e sinceramente nao sei bem o que vou fazer depois disso, estava pensando em arranjar um outro trampo na cidade y e tentar me manter financeiramente por lá (inclusive estou fazendo varias entrevistas pra tentar mudar de estagio)... mas tudo isso depende de circunstancias externas, se eu nao conseguir um emprego talvez precise voltar para a cidade x.
Nós ja nos abrimos e conversamos bastante sobre isso e nao conseguimos um consenso sobre o nosso futuro como casal... parece que os caminhos e quereres estão divergindo demais. Porém, nos amamos e temos um sentimento forte um pelo outro e ai que fode tudo, principalmente pra mim.
O x da questao é: A ideia de um término é insuportável pra mim. Mesmo que ele não precise ser agora, a minha mente acaba antecipando esse evento e eu me sinto triste. Nós já conversamos sobre isso abertamente e deixamos como possibilidade no futuro. Mas é simplesmente uma ideia que me da um nó gigante na garganta. É algo tipo "Não quero terminar com voce de jeito nenhum mas as circunstâncias externas não estão ajudando e não estou conseguindo enxergar outras saídas a muito longo prazo." Eu sei que talvez pareça besteira, eu me sinto muito besta inclusive. Mas é uma questão muito delicada pra mim. Só de pensar as lágrimas começam a cair. Estamos dispostos a fazer tudo o possivel dentro de um limite pra que a relação dure, mas só a vontade e o amor não são suficientes, dependemos de outras circunstancias.
Esse não é o primeiro relacionamento que tive, mas é o primeiro que tenho na fase adulta e mais concreto. Eu nunca tive um relacionamento que durasse mais de um ano, mas os terminos ate entao foram por questoes pessoais minhas e não por circunstâncias externas. Sinceramente, nao sei muito bem como fazer as relações durarem nesse sentido e me pego pensando como é dificil se relacionar, principalmente no inicio da fase jovem adulta.
Enfim é isso gente, em suma: tenho muita dificuldade de lidar com essas incertezas no relaciomento e com as frustrações dos meus planos de vida a 2, mas a ideia de terminar o relacionamento também é assustadora pra mim... parece que estou aproveitando o tempo que tenho com ele pra deixar a vida definir nossos destinos, mas essa ideia do termino é um monstrinho que fica assolando minha mente e me faz ficar triste.
Eu cheguei a um ponto que ele nota que fico triste sempre que ele fala do futuro dele sem me incluir. Dai ele me pergunta se ta tudo bem e se eu quero conversar com ele... e eu nego e explico que nao tem o que conversar pois ja conversamos sobre o assunto... Pq cara o que vou fazer sabe? O que eu vou falar? Entendo que é um sentimento que tenho que lidar sozinha, mas sinceramente não sei como.
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2020.07.19 01:47 Ranmaaa Sou babaca por querer cortar todas as ligações com meu melhor amigo?

Yoo turminha, Luba(se estiver lendo isso), editores maravilindos, gatas e cadaveres de papelão, tudo bom cô6? Bom... há quase três anos atrás eu conheci um menino que é uns dois anos mais velho que eu (vamos chamá lo de Dio) ele tem quase 15 agora e mês que vem vou fazer 13. Nós conversavamos bastante e viramos bastante amigos com o tempo.
Se passou um ano desde que nos conhecemos e começamos a nos afastar um pouco por que eu queria focar mais nos estudos já que era final de ano e ele só ficava brincando. Era quase semana das provas finais e o melhor amigo dele contou pra mim que Dio gastava de mim mas tinha vergonha de falar pois ele era mais velho. Eu obviamente não acreditei e deixei prá la.
Era um mês antes das provas finais e Dio se declarou pra mim e me pediu em namoro. Fiquei nervosa para o um caramba pois ele era meu melhor amigo e eu não sentia nada. Acabou que depois de uns minutos de eu morrendo por dentro para não querer ferir os sentimentos do meu amiguinho, ele acabou me dizendo que era troll. A partir dai ele sempre se declarava e dizia q era mentira e eu simplesmente não ligava.
Depois de uns dias que isso aconteceu tivemos uma conversa séria e ele finalmente falou que realmente gostava de mim só tinha vergonha de falar. Não sabia o que dizer então fui pedir um conselho para a minha melhor amiga(SPOILER: Essa foi a pior idéia que eu pude ter na minha vida). A irmã dessa minha amiga ia fazer uma festa de aniversario então resolvi ir já que ela me convidou e seria a oportunidade perfeita para pedir o conselho.
Chegando lá contei tudo para ela e o ótimo consrlho que a minha preciosa amiga falou foi:" ah aceita o guri em namoro logo! Ele gosta de você e vocês parecem ser bem próximos". Eu disse a ela que não sentia o mesmo e não me sentia nem um pouco preparada para namorar mas resolvi ouvir o que ela disse.
Cheguei em casa, aceitei o namoro. Ele era super fofo e gentil comigo apesar de ser um pevertido as vezes. Eu tava tentando gostar dele mas não deu certo. Assim que a semana de provas começou, eu disse pro Dio o que eu pensava e foi basicamente isso:" Olha, me descupa mas eu quero terminar. N ão me sinto confortavel e muito menos preparada para um relacionamento desses e quero terminar isso o mais rapido possivel para não nos machucarmos tanto.". Ele aparentemente aceitou tudo de boa e ficou fazendo um draminha(SPOILER: Éh obvio q ele não aceitou nada de boa ;_;)
Durante o resto de toda a semana, Dio ficou me flodando mensagens de amor e dizendo coisas como "você só está com vergonha por eu ser mais velho" ou "eu sei que você gostq de mim, mas não quer que seus pais saibam.". Fiquei irritada e pedi para ele parar vàrias vezes mas Dio só mandava mais e mais mensagens então eu resolvi bloquear ele. No início só estava com raiva mas depois de uns dias me senti cupada pois eu só alimentei aquela mentira e eu soube depois que ele reprovou de ano.
Ele era meu amigo e não aguentava o sentimento de culpa então resolvi desbloquear ele depois de uns 5 meses desde aquilo aconteceu e pedi desculpas. Disse que ele poderia me odiar e chingar o quanto quiser, mas ele acabou só dizendo que estava feliz que eu me importava e que ele poderia conversar comigo de novo.
No começo estava tudo TOP, mas foi passando o tempo e ele foi me mandando declarações e mensagens de amor de novo. Eu disse para ele parar, mas mesmo assim ele continuou apesar de ser bem menos. Eu já estava ficando com raiva de novo até chegar ontem que foi a gota d'agua.
Bom... Ontem nós estavamos conversando sobre irmão e tal até ele dizer que nós somos quase irmãos por conversamos tanto. Eu apenas falei que não tinha nada a ver pois só conversavamos sobre memes, jogos e as vezes animes, não tinhamos nenhum tipo de segredo e ele definitivamente não me conhece de verdade.
Dio insistiu em dizer que somos irmãos e já praticamos inc3st0 ano passado. Isso me deixou pistola já que só foi um namorinho de internet que durou literalmente uma semana. Até chegou o ponto em que fiz uma pergunta que seria "a prova de que ele é meu imão de verdade". Perguntei para ele qual é o meu maior sonho mas ele só respondeu coisas como " ser desenhista de hentai"(pois eu amo desenhar)," que eu queria fazer parte de um ecchi" ou que "ter um namorado de anime já que ninguém da vida real te agrada". Obviamente fiquei com ódio no coração e pedi para ele falar sério.
Dio ficou apenas enrolando falando coisas estranhas e susgestivas até eu ameaçar bloquear ele. Finalmente o guri parou de falar coisa estranha e começamos a falar sério de verdade. O meu sonho para mim é algo muito importante que eu quero realizar um dia então resolvi confiar nele para contar isso. O meu sonho é que (vou contar aqui mesmo pq ningurm me conhece ne) Eu AMO com todas as minhas forças música e o meu objetivo é um dia ser guitarrista profissional e entrar para uma banda. Ele simplismente leu a mesagem e disse que depois ia contar o sonho dele jà que esse era nosso acordo.
Se passou mais de 30 min e ele não falava até eu ameaçar de dar block de novo. Depois de tanto tempo ele contou que o sonho dele é " Estar abtaçado contigo em uma praia a observar um belo pôr do sol enquanto nosso cachorro corre na areia com os nossos filhos. Eu... Fiquei com ódio extremo e a minha vontade era de ir na casa dele e passar a faca no golfinho dele. Dio ficou falando que não sabia o motivo de eu estar com tanta raiva (mesmo eu tendo falado milhares de vezes que para ele para com aquilo). Apenas disse que està obvio o motivo de estar com raiva e até agora apenas visualizo as mesnsagens dele. Estou pensando em bloquea lo de todas minha redes sociais.
Entãaao.... Eu acho que na parte do namoro nós dois fomos babacas. Motivo: Eu por escutar um conselho idiota e iludir ele. Dio: Por mesmo sabendo que eu não sinto o mesmo, continuou falando coisas estranhas e tentando me convencer a gostar dele. E na segunda parte? Eu sou babaca por querer difinitovamente cortar todas as nossas relações ou ele é babaca por continuar falando coisas estranhas?
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2020.07.11 12:05 Tistecomsono Eu sou babaca por terminar com meu noivo depressivo?

Olá luba, convidado, papelões, gatos e todos os animais, plantas e seres humanos desse planeta.
Eu sou babaca por terminar com meu noivo depressivo? Eu sou mulher (25), meu ex noivo (28), temos um filho (4)
Pra contexto: Eu nunca tive uma relação boa com meus pais, entrei num relacionamento com meu ex noivo 6 anos atrás e ele me dava muito apoio emocional, eu estava num quadro de depressão forte e ele me deu ânimo pra procurar um profissional e me tratar. Com um ano de namoro nós resolvemos morar juntos e meus pais mudaram da água do esgoto pro vinho, me tratando com amor e carinho e um respeito que nunca imaginei que tivessem por mim, pouco tempo após ir morar com ele eu descobri que estava grávida e minha relação com meus pais só melhorou. Corta pro início do ano passado: Eu tinha acabado de me formar em cinema e estava realizada, poucos dias após a minha formatura minha mãe teve uma parada cardíaca e faleceu, deixando pra mim a loja dela de informática. Eu nunca tinha tocado uma loja e estava me preparando pra entrar como ajudante de produção na globo, minha vida virou de cabeça pra baixo e eu larguei tudo pra não deixar o negócio da minha mãe morrer, meu irmão mais novo (15) ficava na loja comigo fora do horário de aula me ajudando a dar conta de todo o trabalho que se acumulou no meu período de luto e nisso eu passei a ficar muito tempo com meu pai e meu irmão, que moram do lado da loja e longe de mim, até troquei a creche do meu filho nesse período. Eu saia de casa 7 da manhã e voltava 8 da noite, meu noivo estava sempre deitado no sofá com a roupa do trabalho ainda e jogando no celular, a louça na pia, a casa um caos e nem um ovo pra comer ele tinha fritado, e lá vai eu arrumar a casa e fazer comida pra gente jantar e ele levar pro trabalho. Eu nunca tinha passado tanto tempo longe de casa, fui criada do jeito antigo e sempre achei que fosse o certo a mulher dar conta dos filhos e da casa, mas eu já estava no meu limite. Chamei meu noivo pra conversar diversas vezes e ele me dizia que como ele trabalhava de pé e eu sentada, ele tinha mais motivos pra descansar que eu, sendo que ele chegava em casa 4 da tarde. Alguns meses depois disso, eu já estava com asco do meu noivo, eu só mantive relações com ele porque essa era briga que eu não estava pronta pra ter. Eu meados de agosto eu tive uma crise de pressão alta e fui parar no hospital, fiz uma bateria de exames e descobri que estava hipertensa, pré-diabética e grávida, mais especificamente grávida de 4 meses de gêmeas. Elas nasceram prematuras no final de novembro, eu fiquei um mês com elas no hospital e meu irmão junto com meu pai (que não entende nada de computador) tocaram a loja por mim. Em fevereiro meu noivo foi demitido, ele entrou numa depressão forte e não queria sair da cama, insisti que ele fosse se consultar com um especialista, mas ele não quis e logo após meu estado fechou por causa da quarentena, eu entrei em desespero porque não tinha um centavo no bolso, com três crianças e um homem que não levantava da cama pra cuidar. Consegui manter a loja funcionando o suficiente pra viver e pagar meu irmão (que ajudava com as contas da casa dele), trabalhando em casa eu vi meu noivo melhorar, não fazia nada ainda, mas pelo menos pegava as meninas quando elas começavam a chorar e isso ajudava o suficiente pra eu não surtar. Há duas semanas eu precisei reabrir a loja, trouxe as meninas e meu filho pra ficar com meu pai e irmão e estou pagando eles pra isso, assim consegui mantê-los em casa e a salvo enquanto eu tomo todos os cuidados possíveis na loja já que eu infelizmente não posso mais me manter com a loja online. Meu noivo piorou, disse que por causa da depressão não pode cuidar das crianças sozinho, nem se alimentar sozinho, nem levantar da cama sozinho. Ele passa o dia no celular jogando e mexendo no facebook, e nossa última briga foi porque ele queria ter relações comigo e eu não quis e ele saiu pra beber e voltou alterado, achei até que fosse me agredir. Dois dias atrás eu terminei com ele e todos os nossos amigos, incluindo pessoas da minha família estão recebendo mensagens dele e estão me culpando pela depressão dele. Eu não quero voltar, acho que já não o amo mais o suficiente pra ter uma relação, estou morando numa casinha alugada ao lado da loja, meus filhos tem quartos pra eles e sinto até que nossa vida melhorou. Eu sou babaca por ter deixado ele desse jeito e não querer voltar?
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2020.06.19 05:46 trololo2019 Eu não ligo pra minha mãe e estou feliz com isso (e já fui julgado por isso)

Sempre tive uma relação muito complicada com a minha mãe. Ela sempre cuidou de mim da melhor forma que podia (e conseguia) mas a personalidade dela é muito complicada em vários aspectos. Minha mãe é solteira, separou-se de meu pai quando ainda era criança, e, pra resumir, ela é uma pessoa extremamente controladora, no sentido coercitivo mesmo.
Há dois anos e meio namoro uma pessoa e recentemente ficamos noivos. Essa pessoa é simplesmente a melhor pessoa que já tive o prazer de conhecer e ficar junto. Uma pessoa sensível, que conversa, esforçada, madura, com habilidades sociais, enfim. Estamos organizando nossas finanças e até o final do ano estaremos morando juntos. Consigo vislumbrar uma convivência de longo prazo muito saudável e frutífera com essa pessoa e ela também vê isso dessa forma.
Quando contei isso a minha mãe, ela chorou, e eu não me senti nem um pouco mal por isso. Na verdade, cheguei a conclusão que nunca senti muita coisa pela minha mãe de fato. O jeito com que ela sempre agiu comigo, barrou qualquer afeto positivo que poderia ter por ela nesse e em outros momentos.
Quando eu digo isso a outras pessoas de meu convívio social, sinto que já fui julgado por isso. Muito provavelmente por existir em nossa sociedade uma ideia quase sagrada do "AMOR" entre pais e filhos, que, contudo, não se encontra na realidade muitas vezes.
Por fim, estou bem, como nunca estive antes, e considero isso tanto um desabafo como uma notícia boa. Finalmente tomei as rédeas da minha vida, estou conseguindo minha autonomia financeira e tenho planos e objetivos de vida. Espero que outras pessoas possam, assim como eu, se permitir a não ficarem presos a relações familiares não saudáveis só porque a sociedade nos pressiona, de certa forma, a isso.
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2020.06.13 12:34 VangaceT O quase Nice Guy

Oi turma, luba, editores e possível convidado, vim contar a história de um conhecido meu que ( não foi exatamente um Nice Guy mas foi quase ) esse garoto chamado Carls gostava de uma garota que eu conhecia, sabendo que ela tinha namorado, e não estava interessada em uma relação, mas até aí, não mandamos no coração, esse garoto era legal, mais quando começou a gostar dela começou a ter um processo de virar Nice Guy, começou a comentar ( como ela não gosta de mim, eu sou tão legal e divertido! ) Ou ( ela provavelmente nem gosta desse cara e gosta de mim sem eu saber ) coisas estranhas nesse nível, até que em umas duas semanas depois disso, ele começou a mandar umas 10 mensagens por dia para o meu watts falando que ( Nossa, nossa, ela me bloqueou Vangace o que eu faço, ah? ) Eu não gosto de falar mto pelo celular então respondia uns ( nossa que triste ) sarcasticamente, pois ele devia ter enchido o saco dela, ele não satisfeito em me mandar 10 mensagens por dia no app de mensagens instantâneas, ele começou a mandar outras 10 no meu Instagram, o que piorou, ele falava ( Faz ela me desbloquear vai, pf ) então para ele parar de me encher o saco, eu falei pra ela dar uma outra chance e assim ela fez, eu consegui viver minha vida tranquilamente mesmo com os comentários ( nossa, ela me desbloqueou por que gosta de mim, he he ) eu os ignorava mas tudo bem até que um mês depois ele me manda um print ( não vou mostrar aqui para não expor ninguém ) que mostrava que ele se declarou para ela mesmo sabendo que ela tinha namorado e disse que ele era a melhor coisa que aconteceu na vida dela e ela era a melhor coisa na dele, pediu ela em namoro e etc, poucos segundos depois recebo outro print do Carls e do namorado dela, o namorado dela dizia que se ele continua- se a falar com ela, ia pegar mal para ele, e ela não queria mais relações nem de amizade com ele, e ela me perguntou ( o que eu faço? ) Como sempre, não respondi e comecei a falar com a menina, mandei os pronta pra ela e começamos a bater um papo, até que ela me revelou que não tinha namorado e gostava de mim, na hora fiquei estado pois o Carls era meu melhor amigo, então contei para ele, ele apesar de ficar bravo comigo n sei porque, ele continuou a falar ( o que vc tem que eu não tenho? ) Ou ( o que ela viu em você? ) Eles continuaram a ser meus amigos até eu descobrir que ela era uma canalha, mas isso é outra história, valeu NOSSO Lubixco✌️
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2020.06.11 10:38 Killyous-Death As 2 histórias mais estranhas da minha vida #TurmaFeira

Olá Turma, Luba, editores, gatas e o namorado imaginário do Luba. Sou novo na comunidade e sou muito ruim em redação. Sou da Bahia e queria contar 2 histórias q são completamente diferentes uma da outra mas se passa no mesmo lugar.
1- A professora de história
Quando eu tinha 11 anos de idade, fui para um colégio municipal do bairro. Era no ano de 2012 e naquela época eu n estava nada bem. Assim como no colégio passado sofri bullying nesse tbm. Mas com raiva de so sofrer, passei a praticar e depois disso pararam de praticar bullying em mim, mas enfim. No meu primeiro ano nesse colégio a minha depressão estava cada vez pior. Eu n queria fazer mas nada a n ser morrer ou deixar de fazer qualquer coisa. Mas naquele mesmo ano do colégio mesmo sem ir tanto para a escola eu consegui passar, mas fiquei em recuperação de 7 matérias e só tinha passado em uma matéria q foi a de inglês. Mas enfim, eu consegui passar e isso foi a única coisa boa q aconteceu naquele ano. No ano seguinte, eu estava no mesmo colégio e estava no oitavo ano. Um belo dia a professora (pelo qual vou chama-la pelo apelido que deram a ela q nem sabem o significado) Catita estava fazendo a chamada. E quando chegou no meu nome ela perguntou: quem é Carls? Eu sem entender estendi a mão. E então ela falou: então vc é o Carls o mesmo q passou nas 7 matérias da recuperação do ano passado? Eu: sim... Ela: eu vou ser bem direta. Ela se inclinou na minha frente e olhando no fundo dos meus olhos, falou: eu vou fazer de tudo para vc perder de ano, pq teve gente q merecia passar, mas n passaram. Resultado: perdi 2 anos na matéria dela que é história. No decorrer do tempo teve muitas tretas com minha mãe indo lá para resolver e n deu em nada. Minha depressão piorou e ela foi assaltada e detonaram o carro dela. Esqueci de dizer que a maior parte do colégio odeia ela até hj e o significado do apelido q só eu sei é q "catita" é um nome de um ratinho silvestre q está ou já foi extinto e ninguém sabia disso e provavelmente n sabem. Maldita Catita matriarca.
2- A namorada com fogo no.... c sabe
Quando eu tinha 15 anos eu acabei me envolvendo com uma garota até q bonita mas, tachada como doida no colégio, e eu descobri da pior forma. Um dia no colégio estava eu e mais uns 7 colegas jogando 5 corte. E ao decorrer da brincadeira, eu acabei ganhando uhu. Quando terminamos de brincar, eu reparei q uma garota estava sentada isolada no pátio q fica ao ar livre. E ao mesmo tempo tinha uns garotos dando umas boladas no local onde ela estava. N achando aquilo correto, fui até lá e tomei a frente e pedi para o pessoal parar de fazer aquilo com ela. O pessoal parou, e me dirigi até ela perguntado se ela estava bem. Ela disse q n, q estava com dor de cabeça. Então eu falei q ia na diretoria ver se tinha algum remédio. Ela disse q n precisava pois já estava para ir para casa. No dia seguinte perto do horário final, a Zarls (a garota) me chamou para conversar. E ela foi bem direta perguntando se ela podia me namorar. Naquele momento meu mundo parou, pois ela seria minha primeira namorada. Eu pensei e aceitei. N demorou muito para terminarmos. O nosso namoro só durou 15 dias pq ela queria transar comigo. Eu entrei em choque quando ela pediu. Vale ressaltar q eu tinha 15 e ela 13 e ela queria fazer sem preservativos. Eu falei a ela q n e então ela disse q n íamos mais nos beijar até o dia q a gente transar. Eu sou cristão e sabendo q relações sexuais é melhor depois do casamento e com medo do q isso poderia dar, resolvi terminar o relacionamento. Ela ficou triste e disse q eu n ia encontrar mais nenhuma garota q gostasse de mim e q eu iria me arrepender. Depôis disso rolou algumas boatos no colégio q ela tinha me derrubado da escada e me espancado. Claramente uma grande mentira. Ela tbm fugiu de casa e ficou 1 semana desaparecida. Eu poderia terminar aq mas tem mais. Eu sai do colégio municipal e fui para um estadual e n tinha mais notícias sobre ela ou tinha visto ela. Mas um dia q eu estava saindo da casa do meu irmão e voltando para casa, vejo ela. Ela abaixou a cabeça quando me viu e eu notei q os seios dela estavam estranhamente grandes e só se passaram 2 anos depois do nosso término (eu tinha 17 e ela 15). Eu achei q era a puberdade q fez com q ela amadurecesse, mas n, ela estava grávida. Soube depois de ver com os meus próprios olhos. Quando eu estava voltando da igreja em um domingo ensolarado, eu a vi com uma barriga enorme e reparei q ela estava claramente grávida. Ela me viu e diferente de antes, ela olhou para mim e sorriu com orgulho. Ela estava orgulhosa por ter transado. Eu estava pasmo e com nojo, mas n consegui demonstrar por conta do choque. Em um período de 1 mês veio duas notícias horríveis.
1- descobriram com quem ela tinha tranzado, e era o tio dela.
2- ela matou o bebê o jogando em um reservatório de água e deixando lá até o dia q o descobrissem.
Eu nem tive palavras para o q eu tinha acabado de saber, só sei q sentir ódio. Eu falei para mim mesmo q ainda bem q n tinha sido eu q transou com ela pq ao contrário de ela estar no reformatório, era eu que estaria atrás das grades ou num hospício. Pq eu iria trucidar ela e n deixaria o cadáver dela capaz de ser reconhecível. Ela teve o bebê e fez isso.......
Enfim essa foi as minhas histórias. Eu queria q fosse fake, eu realmente queria q tudo isso fosse uma grande invenção da minha cabeça, mas infelizmente n é.
Ps: Hoje tenho 19 anos e eu consegui superar a depressão, mas fui diagnosticado com transtorno de ansiedade. E agora tenho q fazer consultas com o psicólogo toda semana por conta de diversos problemas q aconteceram além desses e por isso as vezes tenho ataques de pânico. Antes era mais frequente os ataques, mas agora estou melhorando e sem uso de remédios.
Espero q veja Luba. Gosto muito do seu canal e espero q cresça muito mais.
Vc é uma pessoa adorável.
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2020.06.07 01:07 sadyca Exposed no ex que me passou HPV

Oi lubisco, editores, gatas, papelotes mortos, convidados (se tiver) e turma que está a ver. Bom, essa história não é algo que aconteceu, é algo que quero muito fazer mas primeiro vamos de contexto: Estava eu lá com meus míseros 15(?) anos e ficando com um carinha que eu achava muito atraente, que ele era um lixo humano todos a minha volta já sabiam mas eu era apaixonada por ele, meio que obcecada... enfim, começamos a ter um lance sério porém nunca foi titulado como 'namoro', apenas na minha cabeça ingênua. Ele vivia me falando das suas experiências amorosas/sexuais inclusive com uma "amiga" minha (história pra outro dia). Oq me deixava puta e um tanto descompensada é que ele meio que falava valorizando as meninas que "deram a raba" pra ele e sempre me deixando de segunda opção por não fazer isso por ele, aí vem o erro, eu era virgem, perdi minha virgindade com ele, sem proteção pq tomava anticoncepcional e ele "detestava peesevativo" ¬¬ Burra e inexperiente que era, só deixei ele me guiando nessa minha descoberta sexual, oq eu não sabia é que ele ainda mantinha relações sexuais com outras garotas, oq me causou muitos problemas, por exemplo, A PORRA DE UMA DST!!
No aniversário dele eu tive a brilhante ideia de expor tudo, de forma anônima numa página do Facebook que serve para mandar recados, indiretas e declarações de amor tudo oq ele me causou, o como o relacionamento que tive com ele, a obcessao, como foi totalmente prejudicial pra mim, pq infelizmente ele ainda é visto como um galã...
Minha pergunta é: Seria babaca se eu mandasse o recado no "Correio Anônimo" (nome fictício) o seguinte "Queria desejar um feliz aniversário para Carls Varls, muita prosperidade e saúde para essa sua vida infeliz. E para todas as meninas que já tiveram algum tipo de relacionamento com esse cara, eu desejo uma visita ao ginecologista e um teste de HIV, e dsts afins, para ver se está tudo certo com sua saúde :)"?
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2020.06.06 18:54 andy_laverne FUI BABACA POR TER ACEITADO?

Não sei se o post precisa de um aviso de NSFW, se precisar comentem que editarei imediatamente. (Sou paraibana, imaginem o luba com aquela voz estranha) Olá pessoas da turma feira, hoje vim compartilhar uma história para saber se fui babaca ou não. Eu tinha 13 anos e estava de férias, até que decidi entrar em um aplicativo de relacionamento com minhas amigas, era um aplicativo muito errado em que pessoas a partir de 13 anos podiam usar, baixamos porquê lá nós podiamos fazer lives e zoar com o pessoal, ninguém foi com segundas intenções. Acontece que um cara me chamou do nada porquê me achou bonita e coisas assim, sou lésbica assumida, mas decidi conversar pois poderia ser um bom amigo, na "época" eu era bem extrovertida. Se passaram literalmente um dia e ele havia me contado sobre as relações anteriores dele, de como ele foi traído, de abusos psicológicos que ele sofreu e coisas assim, ele dizia muito que a vida dele era difícil então eu sempre respondia ele pra ele não se sentir sozinho e ter alguém pra conversar quando precisasse, mas ele acabou confundindo as coisas e me pediu em namoro, fazendo vários apelos e acabei dizendo sim, eu não vi outra alternativa ali, pois eu tinha medo de que ele ficasse mal, tomo remédios para ansiedade e depressão desde esse tempo, então eu sabia mais ou menos como era e não queria que ele acabasse ficando deprimido pois mais uma garota que ele "gostava" havia o abandonado, Ele ficava o dia inteiro e a madrugada falando no meu privado, e quando eu não respondia ele dizia "você já esqueceu de mim..." Ou "Você tá me trocando" e etc, acabei em uma relação tóxica, ele pedia para eu mandar prints das minhas conversas com amigos e falava que não confiava neles (eles eram assexuais e/ou arromânticos, eu já havia explicado) dizia que eles poderiam dar em cima de mim e eu largasse ele. Um tempinho se passou e ele ficava falando que a ex dele havia mandado fotos de calcinha para homens mais velhos, ele tinha 17, dizia que elas nunca mandavam nada pra ele e que ele era corno e etc, mais uma vez ele usou um "joguinho psicológico" para me fazer mandar nudes para ele, eu tinha 13 anos. Até que um dia cansei e fingi que tava tendo uma crise de auto-estima, que tava me sentindo muito feia e que não me sentia confortável com ele tendo as fotos que mandei, fiz ele me mandar prints dele removendo todas as fotos e prometi mandar outras mais pesadas, um dia depois eu disse que estava apaixonada por outra (e realmente estava fazia tempo, hoje namoramos faz alguns meses) e bloqueei ele. Contei essa história para algumas pessoas e outras disseram que fui babaca, pois poderia ter dito não desde o início e evitado que ele ficasse mal pelo súbito bloqueio, isso ficou muito na minha mente, pois realmente poderia ter evitado tudo aquilo, pois sabia que não estava confortável e ainda sim concordei com tudo mesmo não querendo, disseram também que ele não estava errado em me pedir nudes e etc, pois a ""base de uma relação é isso"" e que eu poderia ter dito não, mas fiz pois queria. Enfim, me digam se fui babaca ou não, desculpem pelos erros e se não deu para entender.
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2020.05.22 18:26 jaoherico Dae, tais sem nada pra fazer, né? Sabia! Então... fiz esse continho aqui pra você ler e não morrer de tédio. Não precisa agradecer. Fiz sobre o "tópico da semana" do sub r/escrita. É sobre ficção científica, porém tentei não me limitar muito ao tema e explorar mais um realismo fantástico.

A NOVA COLÔNIA, parte I
Conto por João Antonov
Em 22 de abril de 2015 eles chegaram. Clara se lembrava bem do dia. Ainda estava no primeiro semestre da faculdade de medicina. A notícia virou o mundo de cabeça para baixo. E quando os aliens começavam a se espalhar e a se instalar em diversas partes do globo, a realidade era tão fantasiosa e impalpável que Clara sentia que, a qualquer momento, acordaria daquele sonho estranho. Só quando eles chegaram em Manaus e lá fundaram a sede da onde explorariam e exportariam mais da metade da Amazônia, ela passou realmente a cogitar essa realidade que viam seus olhos. Um fio quente de consciência quebrava toda a calmaria na qual sua medrosa passividade a deixava. Tudo iria realmente mudar, e ignorar a verdade não lhe seria, dessa vez, útil.
No começo tudo era estranho e, de certa forma, tosco. Os extraterrestres com dificuldade entendiam as milhares de línguas terráqueas e suas variações, por isso economizavam esforços, por exemplo, transmitindo seus comunicados em português de Portugal para os Brasileiros. Era vistoso que, assim como para os humanos, essa era uma experiencia relativamente nova para eles.
Em 2013 foi quando Clara conheceu Magnus. Os dois estavam no cursinho pré-vestibular e tentavam para medicina na UFAM (universidade federal do Amazonas). Após o súbito enlace de uma forte amizade, começaram a namorar nesse ano. Magnus era grande, um dos mais altos da sala, nessa época era muito mais magricela e até desengonçado. Clara atraiu-se por sua inteligência e dedicação, coisa que, com sua plácida e ensossa beleza, não encontrava nos meninos que conseguira fisgar durante o ensino médio. Apesar disso, em 2014 fazia 3 anos em que Magnus estava preso no cursinho tentando passar para medicina, foi quando mudou radicalmente de curso. Optou por seguir aquele assunto que assombrava todas as suas conversas de maior relevância e interesse. Só ao se abrir com Clara, coisa que nunca fez com tanta sinceridade com outra pessoa, que essa sombra se transmutou de um devaneio inconveniente para a ambição profissional e pessoal de Magnus. Clara o apoiou muito nessa época, e pode ver aquele menino embaraçado e desengonçado se desenvolvendo paulatinamente num homem corajoso quando disse ao seus pais que seu maior interesse era a política. Ela, contudo, continuou tentando para medicina, esse foi seu segundo ano de tentativa. Os dois passaram para a UFAM, ele para relações internacionais e ela seria médica.
O verão de 2014 para 2015 foi o melhor de suas vidas. Clara cultivava uma estima inaugural por aquele broto de menino que desabrochava sua bruta coragem. Magnus, ao passo que perscrutava seu cerne com auxilio de sua namorada, se tornava aquele tipo de rapaz hostil, não em prol de sua vaidade, mas inamistoso com injustiças. Clara, que era medrosa, tímida e condescendente, admirava a determinação do namorado contra as falsas e cordiais concordâncias, ainda mais quando sabia que fora ela quem impeliu essas características a luz da personalidade. Apesar disso, conhecia bem seu lado inseguro, indefeso, também como o alvo de seu amor, nobre, assim como o motivo central de sua luta.
Magnus naturalmente tinha o gênio de se inclinar para as militâncias esquerdistas das faculdades federais. Ele mal teve tempo de viver elas no seu estado natural, pois logo os aliens chegaram. Como os extraterrestres se mostraram toscos e desajustados em sua forma de dominação, os estudantes federais, junto de outros grupos simpatizantes, aproveitaram-se dessas fraquezas e protestaram contra os atos de injustiça e a escravidão que alguns aliens principiavam a introduzir em Manaus. Clara, prudente até demais, no começo não seguia o namorado para a rua manifestar, apesar de incentiva-lo. Os aliens passaram a encararam a força estudantil como um adversário respeitável, pela sua inflexibilidade e brio, e amenizaram as injustiças, mudando de uma estratégia completamente opressora para uma na qual tratava os humanos Manauenses quase como cidadãos com menos direitos. Só assim que Clara viu a importância dessas manifestações e seguiu seu namorado em cartazes e bandeiras. Magnus se tornava de suma importância para a organização dos protestantes.
Foi então que os ataques rebeldes começaram, em todo o mundo, lá por maio de 2016. Os que, antes da colonização, eram direitistas e conservadores, condenaram os ataques como sendo extremistas e injustos com os aliens, que nos tinham cedido certas regalias políticas enquanto poderiam ter simplesmente nos exterminados. Os estudantes aderiram incontestavelmente a causa. Clara voltou a ficar em cima do muro e não soube se era realmente certo apoiar os rebeldes, que, apesar de lutar por liberdade humana, causavam muitas mortes e desentendimento.
Foi logo mais tarde, 2017, quando também Magnus abandonara as passeatas. Entretanto, nunca deixou de ter sua opinião política muito forte. Começava a ficar realmente robusto e corpulento, com o rosto forçudo. Não era mais o menino magricela do cursinho. O súbito abandono das passeatas estranhou Clara, como também uma repentina mudança em seu comportamento.
Magnus começava a sumir de repente, a voltar muito mais tarde da faculdade, a falar ao telefone longe da namorada, a botar senha nos seus computadores. Clara desconfiava dele, ainda mais quando via nitidamente que alguma coisa ele escondia. 2017 e 2018 foram anos bem conturbados no namoro deles. Clara exigia por explicações e Magnus balbuciava histórias frágeis. Chegaram até mesmo a terminar, mas nunca de se amar. Voltaram, então, em 2019. Magnus sofria muito sem ela. Percebia que o motivo de sua luta era pelas coisas que amava, e ele amava Clara. Voltaram, não com a mesma intensidade. Magnus, assustado com a tibieza do relacionamento, pediu a mão de Clara. Ela concordou no tudo ou nada e nas promessas de mudança dele, acreditou, mesmo com um pingo de desconfiança, que não houve traição. Se mudaram da casa dos pais e foram tentar a vida de noivos num apartamento próprio. Ele e ela cursavam já o doutorado.
Gostou? Essa é só a primeira parte. Se você quer continuar lendo, comenta que eu posto as sequencias ou manda direct pra eu te passar o pdf por email. Obrigado pelo interesse :)
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2020.05.22 18:19 jaoherico Dae. Tais sem nada pra fazer ai dnv, né? Então, escrevi esse conto baseado no "tópico da semana" do sub r/escrita . Basicamente, é meio que ficção científica, mas tentei não me limitar muito ao tema. Se você é de Manaus e não se sentir aqui representado, me desculpa e gostaria de saber porque.

A NOVA COLÔNIA, parte I
Conto por João Antonov
Em 22 de abril de 2015 eles chegaram. Clara se lembrava bem do dia. Ainda estava no primeiro semestre da faculdade de medicina. A notícia virou o mundo de cabeça para baixo. E quando os aliens começavam a se espalhar e a se instalar em diversas partes do globo, a realidade era tão fantasiosa e impalpável que Clara sentia que, a qualquer momento, acordaria daquele sonho estranho. Só quando eles chegaram em Manaus e lá fundaram a sede da onde explorariam e exportariam mais da metade da Amazônia, ela passou realmente a cogitar essa realidade que viam seus olhos. Um fio quente de consciência quebrava toda a calmaria na qual sua medrosa passividade a deixava. Tudo iria realmente mudar, e ignorar a verdade não lhe seria, dessa vez, útil.
No começo tudo era estranho e, de certa forma, tosco. Os extraterrestres com dificuldade entendiam as milhares de línguas terráqueas e suas variações, por isso economizavam esforços, por exemplo, transmitindo seus comunicados em português de Portugal para os Brasileiros. Era vistoso que, assim como para os humanos, essa era uma experiencia relativamente nova para eles.
Em 2013 foi quando Clara conheceu Magnus. Os dois estavam no cursinho pré-vestibular e tentavam para medicina na UFAM (universidade federal do Amazonas). Após o súbito enlace de uma forte amizade, começaram a namorar nesse ano. Magnus era grande, um dos mais altos da sala, nessa época era muito mais magricela e até desengonçado. Clara atraiu-se por sua inteligência e dedicação, coisa que, com sua plácida e ensossa beleza, não encontrava nos meninos que conseguira fisgar durante o ensino médio. Apesar disso, em 2014 fazia 3 anos em que Magnus estava preso no cursinho tentando passar para medicina, foi quando mudou radicalmente de curso. Optou por seguir aquele assunto que assombrava todas as suas conversas de maior relevância e interesse. Só ao se abrir com Clara, coisa que nunca fez com tanta sinceridade com outra pessoa, que essa sombra se transmutou de um devaneio inconveniente para a ambição profissional e pessoal de Magnus. Clara o apoiou muito nessa época, e pode ver aquele menino embaraçado e desengonçado se desenvolvendo paulatinamente num homem corajoso quando disse ao seus pais que seu maior interesse era a política. Ela, contudo, continuou tentando para medicina, esse foi seu segundo ano de tentativa. Os dois passaram para a UFAM, ele para relações internacionais e ela seria médica.
O verão de 2014 para 2015 foi o melhor de suas vidas. Clara cultivava uma estima inaugural por aquele broto de menino que desabrochava sua bruta coragem. Magnus, ao passo que perscrutava seu cerne com auxilio de sua namorada, se tornava aquele tipo de rapaz hostil, não em prol de sua vaidade, mas inamistoso com injustiças. Clara, que era medrosa, tímida e condescendente, admirava a determinação do namorado contra as falsas e cordiais concordâncias, ainda mais quando sabia que fora ela quem impeliu essas características a luz da personalidade. Apesar disso, conhecia bem seu lado inseguro, indefeso, também como o alvo de seu amor, nobre, assim como o motivo central de sua luta.
Magnus naturalmente tinha o gênio de se inclinar para as militâncias esquerdistas das faculdades federais. Ele mal teve tempo de viver elas no seu estado natural, pois logo os aliens chegaram. Como os extraterrestres se mostraram toscos e desajustados em sua forma de dominação, os estudantes federais, junto de outros grupos simpatizantes, aproveitaram-se dessas fraquezas e protestaram contra os atos de injustiça e a escravidão que alguns aliens principiavam a introduzir em Manaus. Clara, prudente até demais, no começo não seguia o namorado para a rua manifestar, apesar de incentiva-lo. Os aliens passaram a encararam a força estudantil como um adversário respeitável, pela sua inflexibilidade e brio, e amenizaram as injustiças, mudando de uma estratégia completamente opressora para uma na qual tratava os humanos Manauenses quase como cidadãos com menos direitos. Só assim que Clara viu a importância dessas manifestações e seguiu seu namorado em cartazes e bandeiras. Magnus se tornava de suma importância para a organização dos protestantes.
Foi então que os ataques rebeldes começaram, em todo o mundo, lá por maio de 2016. Os que, antes da colonização, eram direitistas e conservadores, condenaram os ataques como sendo extremistas e injustos com os aliens, que nos tinham cedido certas regalias políticas enquanto poderiam ter simplesmente nos exterminados. Os estudantes aderiram incontestavelmente a causa. Clara voltou a ficar em cima do muro e não soube se era realmente certo apoiar os rebeldes, que, apesar de lutar por liberdade humana, causavam muitas mortes e desentendimento.
Foi logo mais tarde, 2017, quando também Magnus abandonara as passeatas. Entretanto, nunca deixou de ter sua opinião política muito forte. Começava a ficar realmente robusto e corpulento, com o rosto forçudo. Não era mais o menino magricela do cursinho. O súbito abandono das passeatas estranhou Clara, como também uma repentina mudança em seu comportamento.
Magnus começava a sumir de repente, a voltar muito mais tarde da faculdade, a falar ao telefone longe da namorada, a botar senha nos seus computadores. Clara desconfiava dele, ainda mais quando via nitidamente que alguma coisa ele escondia. 2017 e 2018 foram anos bem conturbados no namoro deles. Clara exigia por explicações e Magnus balbuciava histórias frágeis. Chegaram até mesmo a terminar, mas nunca de se amar. Voltaram, então, em 2019. Magnus sofria muito sem ela. Percebia que o motivo de sua luta era pelas coisas que amava, e ele amava Clara. Voltaram, não com a mesma intensidade. Magnus, assustado com a tibieza do relacionamento, pediu a mão de Clara. Ela concordou no tudo ou nada e nas promessas de mudança dele, acreditou, mesmo com um pingo de desconfiança, que não houve traição. Se mudaram da casa dos pais e foram tentar a vida de noivos num apartamento próprio. Ele e ela cursavam já o doutorado.
Gostou? Essa é só a primeira parte. Se você quer continuar lendo, comenta que eu posto as sequencias ou manda direct pra eu te passar o pdf por email. Obrigado pelo interesse :)
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2020.05.22 09:13 NicS2 Fui babaca por cortar amizades com um cara que "desrespeitava" meu relacionamento?

(Sou carioca ent se quiser fazer um sotaque bem carioqueixxx eu aceito ahuahauah te amo lubisco =30)
Olá galerinha :) to aq pra fazer um AITA (am i the asshole) e espero q o Luba veja e julgue meus atos :P bora lá Conheci uma garota pelo facebook ha um tempo atras (amiga de um amigo meu), comecei a conversar com ela e a gente começou a namorar (fizemos 2 meses de namoro dia 18) mas isso n eh tão importante pra história. Esse cara q vou apelidar de filho de uma puta já conversava comigo (conheci ele por meio do mesmo amigo que conheci minha namorada) e ele ja havia sido babaca comigo algumas vezes, porém éramos crianças na época, mas recentemente eu voltei a falar com ele e ele continuou sendo e dizia que a minha namorada ia me cornear e etc. Cortei relações com ele na hora e bloqueei ele em tudo. Sou babaca por fazer isso? Por favor me julguem a vontade, quero saber a opinião de geral :)
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2020.05.19 03:28 BorderLinha Extremamente insegura

Eu sempre fui absurdamente insegura em todas as minhas relações, sejam elas amizades ou namoro, mas principalmente nas românticas. Todas as vezes que me envolvi com alguém eu me fodi de algum jeito e meu último namoro foi o pior porque o cara passou 6 meses me traindo.
Agora eu to namorando de novo e parece que eu fico esperando o momento que ele vai virar pra mim e falar que não me ama mais, que não me aguenta mais e que quer terminar. Agora eu entrei nessa noia que eu amo meu namorado mais do que ele me ama, entrei na noia que ele não aguenta mais me ouvir desabafar, porque eu sou toda fodida da cabeça.
Basicamente parece que eu passei minha vida esperando as coisas ruins acontecerem e eu não faço ideia de como me livrar desse sentimento horrível.
Detalhe: eu faço terapia toda a semana e tomo remédio pra ansiedade diariamente.
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