Meninas bonitas alemão

18/jun/2020 - Explore a pasta 'Meninas alemãs' de Dario Braz no Pinterest. Veja mais ideias sobre Meninas alemãs, Meninas, Vestidos. 23/nov/2019 - Explore a pasta 'mulheres alemãs' de Sérgio Borges no Pinterest. Veja mais ideias sobre Mulheres alemãs, Mulheres, Traje alemão. 3/jul/2017 - Zick zack, zick zack! A gente já tá aqui em clima de Oktober, nossa festa típica em Blumenau e claro que não podia faltar o toque especial: o traje de Frida pra ficar linda pra grande festa! E o que não falta é novidade: espia só o que já tá nas lojas: Sabe onde foram … 4/nov/2018 - 🌻 Todos os garotos bons vão para o céu.. Mas os garotos maus podem trazer o céu até você 🌻 Primeira temporada (concluída) Segunda temporada.. (andamento) C... Mirella filha do cobra dono do alemão,tem uma vida boa porém nem tudo er um mar de flores. Azdin Azdin Beaux hommes. Fotos De Meninos Morenos, Fotos De Meninos Bonito, Fotos Tumblr De Meninos, Fotos De Meninas, Meninas Chavosas, Garotas Bonitas, Mc Pedrinho Fotos, Cantores De Rap, Meninas Brasileiras. Fotos De Perfil Hombre Poses Para Fotos Hombre Fotos De Amigos Meninas Bonitas Morenas Caras Estilos De Barba Actitud Positiva Fotos Hombres Cosas Lindas 1,607 Followers, 1,340 Following, 30 Posts - See Instagram photos and videos from Wini Soares (@wini.soares) 27/out/2019 - 'Não me peça para ter uma vida correta, eu nasci no errado... Eu nasci no Alemão.' 2 temporada do Asfalto ao Alemão. Este modelo alemão e atriz chegou à fama na década de 1980 e 1990. Ela era uma parte de todas as campanhas famosas e coleções. Sua aparência clássica e bonita do corpo tem a para o famoso 'Big Six', juntamente com o então supermodelos Naomi Campbell, Cindy Crawford, Kate Moss, Linda Evangelista e Christy Turlington. Traduções em contexto de 'meninas bonitas' en português-espanhol da Reverso Context : Que na próxima aldeia há muitas meninas bonitas. Meninas bonitas morrem cedo. Por um momento, ela pensa sobre isso. Talvez seja verdade. E então encara as fotos de quando estava mais gorda e encara as fotos de agora e as fotos de quando era mais nova e chegara aos 52. Tudo bem. Vale a pena. Quando chegar aos 50 ela vai parar, porque aí poderá ser feliz de verdade e usar as roupas bonitas.

Relato de um mochilão pela América Latina - Parte 3

2020.04.21 00:15 flagr97 Relato de um mochilão pela América Latina - Parte 3

Relato de um mochilão pela América Latina - Parte 3
Anteriormente:
Parte 1
Parte 2

E aí meu povo, hora da parte 3. No final da última parte, terminei relatando que cheguei 20:30 numa pousada ridiculamente barata na minúscula cidade de Joaquin Gonzáles. Até agora esse foi meu trajeto:
Destaquei as cidades nas quais pernoitei
Essa cidadezinha merece um destaque pelo rolê mais aleatório possível: Fui jantar em um restaurante do lado da pousada. Vi que o preço da cerveja estava bom porque pensava que fosse de no máximo 600mL. Era de 1L. E vamos de alcoolismo.

Enquanto meu prato estava sendo preparado, vi um senhor tentando falar inglês com a atendente, que falhava miseravelmente em tentar entender. Fui ver com ele se ele queria ajuda pra que eu traduzisse, ele aceitou, depois de tudo entendido ele me convidou para a mesa com o seu amigo e a dona da pousada que eles estavam ficando, que ele ia me pagar uma taça de vinho pela gentileza que fiz. E vamos de alcoolismo

Dois homens, alemães, que estavam percorrendo a américa latina de moto, um deles só falava alemão, então a ordem da mesa era: Ele falava alemão pro amigo, que falava inglês pra mim, que falava espanhol pra dona da pousada, tudo isso enquanto bêbados.

Rendeu muitas risadas, mas precisava dormir, porque amanhã eu necessitava chegar a Jujuy o quanto antes, pois já tinha perdido uma noite que já tinha confirmado com um host do couchsurfing, que entendeu a situação quando mandei mensagem pra ele.

No dia seguinte, estava um tempo horrível, mas fui pra beira da estrada do mesmo jeito. Ninguém parava, que maravilha...

Resolvi ir caminhando até a rodoviária pra ver quando tinha ônibus. Eram 8 da manhã, o próximo era 13:00, com uma conexão ridícula que eu só chegaria em Jujuy tarde da noite (???), voltei pra beira da estrada, uns tornados de areia estavam se formando, pra ajudar.

Eis que para um caminhão e me chama, eu acredito que o caminhão tenha partido do céu, pois 2 minutos depois que eu entrei nele, começou a cair o mundo de chuva. Ele ia me levar até Guemes, uma cidade mais ou menos 1h de Jujuy.

Até dei opções na plaquinhas
Funny story: o caminhão estava indo para Guemes buscar pedras para as obras na ferrovia, justamente as obras cujo responsável foi o homem que me deu carona no dia anterior!

Em Guemes, ele me deixou do lado da rodoviária, vi que tinha um ônibus em 1 hora, resolvi pedir carona mais uns 30 minutos e se não tivesse sucesso, ia de ônibus. Eis que a cidade parecia bem perigosa e veio um noiado pedir dinheiro pra comprar cerveja, me intimidando mas no final me deu uma colher (???). Fiquei com receio e resolvi ir pra rodoviária.

Eu simplesmente APAGUEI no ônibus, quando acordei pensei ter perdido meu destino, mas chegaríamos em 10 minutos, acordei na hora certa!

Chegando em Jujuy, por ser capital de província, pensei "deve ter WiFi" (eu não tinha chip de internet argentino, por mais que era ridiculamente barato). Não tinha, nem lugar pra vender, e agora?

Meu host tinha me mandado seu endereço, beeem longe da rodoviária. Resolvi ir na barraca de informações turísticas pedir qual ônibus eu precisava pegar, lá, explicando minha situação, as meninas que trabalhavam se ofereceram pra ligar pro meu host pra eu falar com ele, queridas!

Falei com meu host, que comentou que estava bem próximo dali, e que ia me buscar. Encontrei ele junto com um casal de espanhóis que também iam se hospedar com ele por uns dias. Conversamos bastante.

Vale explicar um pouco sobre esse host: É um senhor de uns 70 anos de idade, que faz 2 anos que sua esposa faleceu, como seus filhos estão em Mendoza estudando, ele naturalmente se sentia muito sozinho, para "burlar" isso, resolveu abrir sua casa (gigantesca) para o couchsurfing, em 2 anos ele hospedou mais de 500 pessoas. Contou que já teve finais de semana que tinham 10 pessoas ao mesmo tempo em sua casa, ocupando todos os quartos e acampando no quintal. Ele é a pessoa mais gente boa que eu já conheci, nos tratando como seus filhos.

Ele é medico, e tem uma mulher que cozinha refeições pra ele, que vai todo dia buscar no centro, com seus potes. Ele e os espanhóis estavam buscando a comida, me pegaram e fomos para sua casa.

Lá, conheci mais uma guria que estava hospedada com ele. Malaia. Com isso a situação das línguas era engraçada: Na maioria do tempo era falado espanhol, porém quando a Malaia estava na conversa, era em inglês. E ainda, a espanhola tinha feito intercâmbio pra Portugal,falando português comigo.

De noite, os espanhóis me apresentaram sua ideia: Naquela região há várias cidadezinhas históricas e com várias opções de turismo, portanto foi sugerido de alugarmos um carro para explorar, como estávamos em 3 para isso, anunciamos no couchsurfing, onde rapidamente encontramos mais um cara parceiro. Então no dia seguinte partimos para alugar um carro.

Naquela região a cultura de dar carona era MUITO maior, e toda hora tinha gente pedindo carona na estrada para ir para essas cidadezinhas, inclusive quando estávamos com o carro, demos carona para umas 5 pessoas no total, eu acho. Dentro dos vários lugares, o ponto principal foi o Cerro das 14 cores, muuuuito lindo:
É uma pena que eu sou daltônico...
Na volta, o nosso companheiro do CS que foi junto (e era de Jujuy) estava louco para que provássemos "Humita" a todo custo, porém em cada cidadezinha que parávamos, QUANDO tinha, era muito caro, ele só falava bem desse prato então naturalmente fiquei curioso. No final das contas deixamos pra pegar no próximo dia em Jujuy mesmo, que seria mais barato.

No outro dia, ainda tínhamos a manhã com o carro, fomos para uma lagoa muuuito bonita:

Papel de parede do Windows
Na volta, devolvemos o carro e fomos catar as famosas "Humitas", fomos em um mercado de rua NEM UM POUCO higiênico, mas lá tinha as humitas, compramos.

Para a minha decepção, aquilo lá era PAMONHA só que com outro nome. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Continua...
PARTE 4: https://www.reddit.com/brasil/comments/glo5pa/relato_de_um_mochil%C3%A3o_pela_am%C3%A9rica_latina_parte_4/
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2017.08.12 20:28 joereis1983 E ae, vamos falar de pai.

Vamos falar de pais. Acho que pais são pouco valorizados, talvez por serem os responsaveis pelas feridas mais comuns. Conheço muitas mães solteiras, que odeiam o ex e sempre o acusam de total abandono com os filhos, e possivelmente em sua maioria tem razão, mas acho que muitas mães isolam os filhos do contato com o pai. Mas não entremos nesse mérito. Vou falar do meu pai, talvez seja longo, talvez seja chato e talvez eu sofra um ataque dos ninjas cortadores de cebola, mas um cara fez esse tópico, então acho valido o meu.
Eu sou o primeiro filho do segundo casamento de meu pai. No primeiro ele teve 6 filhos aos quais eu tinha rarissimo contato na infancia. Ele era um sujeito simples, humilde e muito trabalhador. Lembro de bons momentos com ele. Quando bem criança, acho que com uns 5 anos, lembro de brincar no chão da sala e ele chegar do trabalho, com aquelas botas preta, e sentar no chão para brincar comigo. Enquanto minha mãe colocava a jantar no prato, para ele. Lembro ainda de brincarmos de cavalinho, de rolarmos pelo tapete, dele passar a barba em mim para fazer cocegas. Ele era muito divertido. Lembro também das gargalhadas que davamos ao assistir as video-cassetadas e em seguida, Os Trapalhões. Nessa época, meu pai também foi alcoolatra, ele bebia muito. Frequentemente ele não voltava para casa, parava no bar do Bill, no Parque Meia-lua em Jacarei, onde moravamos. Nesse bar, se passava a noite bebendo e jogando conversa fora, durante a madrugada, passava em casa, tomava um banho e partiu trabalho, lógico, sem antes ouvir minha mãe falando muito no ouvido dele.
Meu pai nunca deixou faltar algo em casa, tinhamos o suficiente, eu tive uma vida melhor que a dos meus irmãos mais velhos. Talvez até houvesse uma magoa deles com isso, porém, ele sempre ajudou eles, mas o que me parece, a mãe deles não usava totalmente para gerir a casa, mas não me lembro, só ouvi isso depois de velho. Tenho momentos com meu pai que são inesqueciveis de verdade que ajudaram a me moldar.
1) História longa com TL,DR ao final. Depois de aposentado, por invalidez devido a uma doença no coração, causada pela doença de Chagas, que pegou possivelmente nos dormitórios das obras onde ele trabalhou pelo pais. Ele resolveu trabalhar mesmo assim, devido ao fato de não conseguir ficar parado. Nessa época, moravamos em uma favela chamada Rio Comprido, que fica em frente a Unip de São José dos Campos, para quem anda pela via Dutra naquela região, é facil identificar o lugar, pois é bem visivel. Então ele arrumou um trabalho como atendente de um bar ao lado da Churrascaria Gaucho, em Jacarei, outra vez, na beira da Dutra. Aquele local era um ponto de prostituição, devido ao movimento de caminhoneiros. Durante os finais de semana e férias escolares, eu ia com meu pai para esse bar, para ficar com ele. Ele trabalhava a noite. E a frequencia de figuras bizarras era notória. Eu tinha uns 12~13 anos, e sinceramente, fora os desfiles do programa Silvio Santos, não tinha muita idéia do que era um trans. Pois bem, uma cliente que frequentava sempre o bar, era a Michele, uma garota realmente bonita, sempre com roupas curtinhas, decotes, bem maquiada. Meu pai ao perceber que eu olhava sempre pra ela, me indagou:
Fiquei embasbacado. Não conseguia entender bem o que era aquilo, e pensei muito naquilo o tempo inteiro. Na noite seguinte, meu pai, enquanto estávamos la, chegou Michele, o bar estava bem vazio, era começo de noite ainda. Ela encosta no balcão, decote em exibição, me cumprimenta com o "oi garotinho" de sempre. Eu devia estar roxo no momento (uma vez que nós, negros, não ficamos vermelho). Meu pai, com aquele jeitão zueiro dele, encosta perto e começa a falar com Michele.
Caras, podem me zuar, dane-se. Eram seios lindos. Meu pai perguntou se ele podia pegar. Com o positivo, deu uma buzinada, e eu ali, sabe-se la como, eu ainda estava la. Então Michele, perguntou para mim, com os seios para fora:
Obviamente, sem emitir o menor ruido, sacudi a cabeça com um não. Cara, eu estava em panico. Ela puxou minha mão e pôs no seio dela, dei um sorriso amarelo, rigido, envergonhado e uma leve buzinada, era realmente muito frio, mas, lembro de ter gostado Após isso, ela falou pro meu pai que quando achasse que era hora de dar um presentinho para mim, chamar ela. Ele deu risada e falou, sai fora meu, ele não gosta disso não. E ela foi embora rindo alto kkkkk. Falei pro meu pai que fo sacagem fazer aquilo, ele disse que era besteira, só que não devia contar pra minha mãe por que senão ela ia encher o saco. Detalhe que minha mãe aparecia la as vezes e sempre via ela dando risada com a Michele e outros travecos, mas nunca soube.
TL,DR: Meu pai proporcionou uma buzinada na teta de um trans em 1995.
2) Aos 13 anos, pouco tempo depois da história anterior, nos mudamos para um chacara numa região praticamente rural daqui de sjc, onde meu pai era o caseiro. Havia pouco trabalho, era bem tranquilo e eu passava os dias vindo da escola e assistindo filmes em vhs que alugava com dinheiro da minha mesada. A unica obrigação que eu tinha era de alimentar todos os bichos e recolher os ovos das galinhas. Eu ja não me dava muito bem com minha mãe, então lembro de uma discussão dela com meu pai, onde ela queria que ele cortasse minha mesada, pois eu era muito atoa, ajudava pouco e tudo mais. Implicancia dela. Era uns 60 reais por mes. Então ele falou pra ela que preferia que eu fosse atoa e ficasse em casa vendo meus filmes, lendo e estudando do que ser igual os filhos do Fernando. Fernando era um amigo do meu pai que teve uma vida semelhante a dele, ambos foram metarlugicos, e Fernando batalhou muito na vida, teve 3 filhos, sendo que o mais novo era da minha idade, e todos estavam preso. Meu pai veu Fernando definhar com essa situação, dia a dia, se afogando no alcool. E indo visitar os filhos aos finais de semana. Até um dia que sofreu um derrame e ficou invalido em cima de uma cama.
3) Quando meu pai teve o segundo enfarto.
Ele ja havia tido um enfarte e ficou hospitalizado acho que uma semana ou mais. Então ele teve o segundo, foi bem pesado. Ele foi encaminhado ao hospital e ficou entubado na UTI por um tempinho. Eu olhava ele pela janela, via um desespero nos olhos dele. Quando o médico transferiu ele para fora da UTI, na primeira oportunidade, tirou o avental, se levantou, pegou a carteira e go home. Ao chegar em casa, minha mãe brigou com ele, que estava meio fraco, então ele falou algo que eu acho que sinto igual. - Você tem que prometer que caso eu fique entubado daquele jeito, dependendo de aparelhos para viver, vc vai mandar desligar tudo. Aquilo não é vida, aquilo é pior que a morte.
4) Quando eu matei um cachorro.
Essa eu ja contei aqui. Nessa chacara, em um momento chegamos a ter 13 cachorros, Pinscher, Boxer, Pastor Alemão, Fila, Vira Latas e até um Huskie. Meu pai adorava animais e sempre que achava um cachorro judiado, ficava com dó e trazia. Pois bem, o Fila (o cão mais agressivo que eu ja tive contato.) brigava com os outros e numa briga com o Pastor Alemão, ele teve um rasgão perto do ouvido. Como não tinhamos acesso a veterinarios, e sinceramente, anos 90 não havia tantos. Fizemos o de sempre, meu pai imobilizouo cachorro, eu senti em cima e passamos aquele spray roxo que não sei o nome, mas servia para tudo, pois até em mim ele ja passou aquilo. Liberamos a fera e vida que segue. Sempre davamos uma olhada e reaplicavamos esse spray, mas é preciso ter a noção, que o Fila é uma raça que tem um certo excesso de pele. Isso é um Fila. Então, possivelmente uma mosca varejeira sentou no machucado e soltou alguma larva. E devido a proximidade com o ouvido, as larvas entraram para la. O fato foi que quando notamos, colocamos outro remédio, alcool, até uma combinação de matos que um velho indio da vizinhança fez, foi tentado e o cão cachorro não se recuperou. Começamos a trata-lo com um remédio para dor e até que se perdeu o efeito. Então ele parou de comer e de beber, meu pai disse, vou sacrificar ele. Eu tinha uns 13~14 anos, falei para ele, deixa comigo. Assumi a responsabilidade pois meu pai ainda não estava totalmente recuperado, ele tinha muito carinho pelo fila, pois era semelhante a um que ele teve na infancia. Ele apenas me autorizou depois de minha insistencia. Então me orientou a cavar a cova, fui perto das arvores cavei. (Caras, é muito falso as cenas desses filmes, onde alguém consegue cavar uma cova sozinho, rapidamente.) trouxe arrastando o fila, que só grunhia e coloquei no buraco, olhei para ele, voltei para casa, tomei uma agua e disse ao meu pai que só faltava terminar, ele deu uma olhada pra mim, olhos meio marejados, deu um ok. Pensei que talvez ele fosse querer dar uma ultima olhada... Mas não, fui la, olhei pro Fila, estava respirando ainda, com o olho aberto, então peguei a enxada, com medo de não conseguir em só um golpe, levantei o mais alto que pude, com a parte detrás da enxada virada para o cão, e bati com toda força possivel. Uma pancada tão forte que eu ajoelhei, e ae chorei, aquele choro amargo, meio entalado, ainda tentando segura-lo... . Me senti mal mesmo, levantei, puxei a enxada que havia ficado afundada no cranio, ela ficou presa, então coloquei o pé no focinho e forcei para sair. Cobri o buraco, ainda com o nó na garganta, fui me lavar e voltei para casa, meu pai perguntou se estava tudo bem, respondi que sim, mas essa foi uma das sensações mais dura que ja tive. Mas me ensinou muito, amadureci muito aquele dia.
5) Quando ele morreu.
Meu irmão, tinha 7 anos e eu ja tinha 15. A gente brigava muito e meus pais protegiam muito ele, logo, isso me revoltava. Meu irmão era sempre grudado com meu pai, para onde ia, sempre levava ele junto. Nesse dia, meu pai acabou optando por ir de manhã ao banco receber a aposentadoria, e não ir a tarde, como fazia tradicionalmente. Ele pegava meu irmão na escola, e ia ao centro para isso. Mas nesse dia ele mudou de idéia. Tinhamos discutido e estavamos sem nos falar a cerca de uns 5 dias. Então ele foi, se sentiu mal, enfartou, caiu e bateu a cabeça. Segundo o médico, não deu nem tempo de sentir dor. Eu estava em cima de uma arvore tirando jaca, quando percebi a correria da cachorrada para o portão, sinal que alguém estava chegando. Fui até la e era minha mãe com o patrão do meu pai. Ja foi sinal que algo havia acontecido. Minha mãe me abraça chorando, e me avisa. Me senti muito mal cara. A sensação que eu senti naquele eu consigo me lembrar até hoje. Pegamos meu irmão na escola, e vendo as condições de minha mãe, pedi para que eu contasse ao meu irmão. Levei ele para um canto, falei o quanto amava ele, que o pai gostava muito e tinha muito orgulho. Falei que sabiamos que ele tinha o problema cardiaco e ele acabou morrendo. Meu irmão de cabeça baixa, vi os olhos dele, são castanho claro, pingou algumas lagrimas na terra, dei um abraço. Ele segurou o choro, disse que pena, ficou triste. Acho que isso que deve ter afetado a situação dele hoje, com depressão e sem rumo. Lembro que durante o velório, foi a primeira vez na vida que vi todos meus irmãos juntos, incluindo o mais velho, que se tornou um grande homem. Meu pai tinha um anel grosso, grande, feito por ele na época que era metalurgico e ficou comigo. Alguns anos atras, entreguei ele para esse meu irmão. Hoje completam 18 anos que isso aconteceu.
Lembro de muita coisa boa dele, claro, teve coisas ruins tb, afinal, ele era um homem de seu tempo. Ele ja bateu em minha mãe, traiu ela trocentas vezes, tinha algumas posturas machista. Mas mesmo assim, era o meu herói. Ele dizia que um dia eu teria meus filhos e saberia como é complicado ser pai. Dito e feito. Acho que o pior, dele não estar mais aqui é fato que eu gostaria muito, muito mesmo, que minha filha tivesse convivido com ele. Quando ela era mais nova, antes de ser aborrescente, ela tinha muito dele. A gargalhada, o bom humor, o gosto pela bagunça... mas ae virou aborrescente e estragou. Sobre ser pai, vcs que ainda não são e talvez sejam um dia, saibam que não é facil e sempre tentamos fazer o melhor por vcs. As vezes, até o "não se importar", que vcs acham que pensamos, é para vocês ja irem aprendendo com suas próprias decisões. Quando se é jovem, se sabe tudo sobre a vida, acho o que minha filha mais fala, quando eu aconselho é "Eu sei paiiii.". Eu falava a mesma coisa, ae vc se torna adulto e todas as certezas viram duvidas. Acredite, ser pai é muito mais dificil que ser filho. Acreditem.
Abracem seu pai ou aquele que vc quer bem e não sejam covardes. Digam que amam, beijem, abrace forte e aproveitem, amanhã pode ser que ele não esteja ae, assim como o meu.
E vcs, querem falar sobre seu pai? Aproveitem.
Abraços Redditor.
**** ocultando nomes
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