Relações são difíceis, mas vale a pena

Alguns poderão ser difíceis de abordar, mas vale definitivamente a pena se quer um casamento duradouro e saudável. Veja esta galeria e tome notas daquilo que deve perguntar à sua alma gémea ... Então pode preparar o pote com framboesas, um lugar no sofá e uma avalanche de esperança e crenças no outro. Sei que “são tempos difíceis para os sonhadores”, mas que vale a pena, ah… Isso vale! – Ficha Técnica do filme e apresentação de alguns personagens. Direção: Jean-Pierre Jeunet Aquele papo de que relacionamentos exigem sacrifícios, de que o amor dói mesmo, que relações são difíceis e exigentes, pra gente não tá mais colando. O que é querido, o que eu prezo e ... Mas será que vale a pena, perguntam muitas filhas com mães já idosas, cristalizadas numa vida de manipulações. “Nunca é tarde para ter uma nova atitude, para pôr os pontos nos ‘is’ e para nos fazermos respeitar”, explica Margarida. Voltando a questão central, vale a pena cursar relações públicas ? Eu te faço a seguinte pergunta, levando em consideração apenas o mercado de trabalho, você cursaria jornalismo ? As relações são tão difíceis... Há dias em que não sei viver sem ele, simplesmente é indispensável para a minha sobrevivência. Passo o dia inteiro com ele, a olhá-lo constantemente, como à espera que me diga algo importante e mal o perco de vista por alguns minutos sinto um vazio indiscritível, uma vontade imensa em tê-lo por ... Frases para Momentos Difíceis. Mensagens, pensamentos e frases curtas para Momentos Difíceis. A frase que procura para Momentos Difíceis para ler e compartilhar. (página 7) mora longe: relacionamentos à distância são difíceis, pois normalmente buscamos companhia. A meu ver, quem ama simplesmente não se interessa por outras pessoas e fica bem consigo mesmo, pois tem uma vida própria, independente do outro. Neste caso, não importa se a pessoa está longe ou perto, o amor e o compromisso é o mesmo. Reflexão diária 29/08/2016 Chega uma parte de nossa jornada que difíceis decisões precisam ser tomadas, e que não podem mais ser adiadas. Mesmo Deus me dando sabedoria para não olhar para trás, não posso esquecer o que aconteceu lá trás, muitas coisas servem para me preservar me blindar para que não cometa os mesmos erros, portanto fique atento, há uma grande diferença entre olhar ... E vale a pena. Algumas relações, no entanto, são mais difíceis e exigem proporcionalmente mais trabalho. Não somos clones, mas indivíduos, e alguns indivíduos terão mais dificuldades nas relações, mais desacordos. Mas, porque valorizamos essas relações, estamos dispostos a fazer o esforço necessário para mantê-los.

Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

2020.09.04 18:54 Whisdeer Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

Houve um tempo que eu estive cogitando escrever um blog ou algo assim. Meus amigos me convenceram que postar esporadicamente no Reddit era a melhor opção mesmo.
Basicamente eu mestro RPG por um ano, mas umas quatro pessoas que jogaram comigo já me disseram que eu sou uma ótima mestre, e eu sempre tive vontade de escrever alguma coisa assim. Talvez a minha opinião valha a pena compartilhar? Eu não sou uma expert, só me disseram que eu tenho jeito pra coisa haha.
Enfim, aqui vai a review do primeiro capítulo de Hoard of the Dragon Queen, a primeira aventura de D&D5e. E o que você tem de arrumar pra deixar ele jogável. Infelizmente só o primeiro capítulo mesmo, porque todo mundo desistiu do jogo no meio dele e eu não acho justo escrever sobre uma aventura que nunca mestrei.
Eu comecei com o meu grupo no nível 3 ao invés do nível 1. Tanto porque nenhum deles era novato ao sistema, tanto pelo combate contra Cyanwrath.
Basicamente, o capítulo começa a seguinte situação: Seus personagens veêm a cidade de Ninho Verde (uma tradução medonha para Greenest, pessoalmente eu escolheria Verdejante) sob o ataque de um dragão e podem escolher interferir ou não.
Soa heróico?
Bem... Começando com o fato de que entrar em uma cidade sitiada por um dragão no nível um é um ato obviamente suicida, o seguinte é o que acontece se você escolher não entrar e esperar pela manhã:
Assume-se que quando os personagens virem pela primeira vez a luta em Ninho Verde, eles correrão para defendê-la. Se não, e eles tiverem viajando com outros, então os PdMs com quem estão viajando sugerem que um ataque imediato possa virar o jogo ou, ao menos, salvar muitas vidas. Se ainda assim os personagens se mantiverem fora da luta, eles veem metade dos atacantes deixando a cidade por volta da meia-noite, com o restante se retirando em pequenos grupos ao longo das próximas horas. Quando o sol começa a nascer, até mesmo uma rápida inspeção mostra que mais da metade dos prédios estão muito danificados e muitas das riquezas da cidade foram levadas embora. Centenas de pessoas machucadas estão reunidas ao redor do forte ou são encontradas escondidas em porões, mas a maioria irá sobreviver.
Sabe o que é o Capítulo 1? O processo de ajudar o governador da cidade se você escolher entrar nela.
Eu lembro de ter honestamente falado pros meus jogadores fazer personagens que estariam dispostos a entrar em uma cidade sitiada por um dragão por heroísmo (ou ódio a dragões) porque eu sinceramente achei a coisa inteira de te obrigar a fazer um ato suicida onde você provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece meio estúpida.
Em "provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece", o que o livro descreve como consequência do que acontece se você não entrar na cidade.
...O que é exatamente o que acontece se você entrar na cidade. Entrando, você ajuda a resgatar umas pessoas e impedir a invasão do forte principal, que não é invadido com sucesso se os jogadores não escolherem entrar na cidade.
...Kek?
O que eu fiz aqui foi apresentar esse dilema. Eu só não pulei esse capítulo inteiramente porque eu achei ele muito, muito dramático. Só que a consequência de escolher não entrar na cidade era ser pego por uma armadilha dos cultistas, capturado pelos cultistas.
Os personagens capturados então seriam deixados em uma casa pilhada aleatória dentro da cidade e ter de ou batalhar sozinho pelo seu escape, ou esperar ajuda (seja dos jogadores que escolheram entrar, onde resgatar prisioneiros seria a primeira missão que Nighthill daria a eles, ou de um NPC caso nenhum deles tenha uma boa Furtividade).
Para o fim de ajuda do NPC, eu transformei Linan Swift de uma camponesa em uma batedora. Bem mais útil como uma aliada, mas fraca o suficiente para sofrer contra alguns kobolds e depender dos jogadores.
Uma alternativa que eu vi ser adotada por outros mestres para resolver o problema de "a decisão sensata te faz perder tudo o que acontece no jogo" é simplesmente fazer os personagens já estarem dentro de Ninho Verde quando ela for atacada, e deixar explícito que não podem fugir já que todo o exterior da cidade já foi armadilhado ou ela foi sitiada.
Essa aventura também sofre de uma falta de continuidade horrível. Como eu pessoalmente gosto de conectar consequências, eu fiz o seguinte:
  • Tarbaw Nighthill é um membro da família Nighthill de Baldur's. Boas relações com ele permitem aos jogadores um contato político importante mais para frente na aventura (eu planejava expandir o capítulo da aventura que se passa em Baldur's porque Baldur's é uma cidade muito boa). Mesma coisa com Castellan, que está há séculos ajudando os Nighthill.
  • Eles viajariam junto de Fernando Nighthill, sobrinho de Tarbaw, para Baldur's quando voltassem à Ninho Verde para partir em viagem. Fernando estava no forte sendo treinado por Tarbaw para sucedi-lo na administração de Ninho Verde. O papel de Fernando em Baldur's seria, principalmente, permitir a passagem entre os portões nobres (que só podem ser atravessados na companhia de um dos Patriarcas em Baldur's).
  • Linan Swift é uma ex-membro dos Zhentarim em fuga. Ela dá para a pessoa que mais a ajudou e a sua família um tipo de símbolo de confiança que permite não só seu recrutamento futuro na facção (ou um símbolo de confiança para um pequeno grupo anti-Zhentarim) como faria o personagem ser reconhecido pela gnoma Jamna Gleamsilver no futuro.
Acho que a pior coisa de verdade desse capítulo é quantos combates têm nele. Sério. Se você for rodar todas as missões do capítulo, você vai encontrar facilmente mais de 10 combates em uma noite. Calcule quanto tempo demora um combate e você vai perceber como essa aventura consegue matar completamente o seu pacing. Em minha experiência pessoal, eu fico frustrada em três sessões sem avanço na história e desisto mentalmente do jogo em cinco sessões sem avanço na história.
Eu cortei completamente encontros aleatórios e metade dos combates nas missões, mas isso ainda não foi o suficiente para impedir o capítulo de demorar o suficiente para todo mundo perder o interesse na campanha. Minha recomendação para impedir o meu erro é, além de cortar os encontros aleatórios, só adotar aproximadamente metade das missões de Nighthill. Eu recomendo as seguintes:
  • "Procurando o Forte" é obrigatório, mas não precisa ter um combate além do inicial para salvar Linan e a sua família.
  • "O Velho Túnel" deve existir como um ponto de transporte, mas o combate no túnel e no leito do riacho é bem supérfluo. Eu o adotei mas substituí (como balanceamento para o nível de poder dos personagens) os ratos por um guerreiro desaparecido que estava sendo controlado mentalmente por uma corrupção (seria um plot point maior no futuro) para se tornar hostil. Ainda recomendo dropar o combate aqui porque era só um plot point muito específico do meu jogo e ele não adiciona nada ao capítulo.
  • "O Portão de Acesso" é bom para o mood da situação, mas tem partes mais importantes. Pode ser dropado com segurança.
  • "O Ataque do Dragão" é essencial. Eu obedeci a recomendação de uma outra crítica da aventura que vi online e deixei arcos e uma balista à disposição dos jogadores no topo da torre (ainda bem, porque todos os meus personagens eram especializados em meele e assim eles puderam fazer alguma coisa).
  • "Prisioneiro" pode ser feito no meio das outras missões, não tem necessidade de ser uma missão por si só. Mas uma coisa engraçada que aconteceu na minha mesa é que o prisioneiro mentiu bem o suficiente para conseguir convencê-los de que era um espião de Bahamut infiltrado no culto para destruí-lo por dentro (benditos nat 20). Meu plano era fazer ele acompanhar o grupo e ou trair os personagens alguma hora, ou se converter e vender informações para eles dependendo de como a história se desenvolvesse. Eu achei um conflito bem interessante que recomendo fazer para um prisioneiro humano que seja capturado.
  • Você pode escolher só um entre "Salvem o Moinho" e "Santuário" para o sentimento de ir lá fora para resgatar as pessoas, os dois juntos são um pouco supérfluos. Eu recomendo Santuário, pois Eadyan Moonfalcon pode ajudar os personagens e envolve mais planejamento tático por parte dos personagens (que têm de ter o bom senso de não serem capazes de tomar de frente dois dos três grupos rodeando o templo).
  • "O Campeão Meio-Dragão" é o ápice desse capítulo, mas ao mesmo tempo significa que um personagem batalhará até a morte muito cedo na aventura. Eu recomendo mantê-lo se você trabalhar com personagens que não seriam imediatamente mortos por dano excessivo (como personagens level 3). Também faça Cyanwrath apenas usar a sua baforada de dragão se considerar que seu oponente trapaçeou no combate (como usar magia ou itens mágicos) para torná-lo menos mortal. Quando o personagem chegar a 0 HP, faça-o ser curado imediatamente com uma poção de cura administrada por um NPC (ou jogador, se eles tiverem algum slot de magia de cura e estiver presente). É uma morte épica e tudo mais, mas é muito cedo na aventura para realmente ser uma morte.
Os combates, mesmos cortados a tão poucos, ainda são bem repetitivos. Eu usei homebrews de inimigos diferentes, como kobolds feiticeiros e kobolds soldados, para diminuir o sentimento de "estamos batalhando contra 2d8 kobolds iguais" e também por balanceamento (começando a aventura no nível 3 e tudo o mais).
Pessoalmente, eu balanceei todos os combates para serem Difíceis segundo as regras do livro do mestre.
E algumas coisas que também adicionei ao capítulo, mas não necessariamente são fixes necessários:
  • Eu traduzi Nighthill para "Montenegro".
  • Eu traduzi Cyanwrath para "Cianofúria".
  • Eu traduzi Linan Swift para "Linan, a Veloz". Mais porque em Forgotten Realms como eu a mestro, humanos só têm sobrenomes se são nobres, e só ganham títulos por feitos ou fama. Logo Linan tem o título de a Veloz, mas o resto de sua família não.
  • Dei um laço romântico entre Cyanwrath e Frulam Mondath. A aparição dele no capítulo 3 seria um pouco mais dramática assim. E Cyanwrath é completamente o melhor vilão de HotDQ (o único que tem um desenvolvimento significante, também). A popularidade dele é altíssima (é o terceiro NPC mais pesquisado sobre no DnDBeyond) e o fato de ser o "vilão honrado" no duelo contra ele ganha muito a simpatia dos jogadores.
  • O esposo de Linan Swift é um ferreiro. Ele oferece reparo de armamentos e substituições de graça por terem salvo sua vida caso sejam danificados nos capítulos 1-3.
Eu lembro de ter também cortado várias salas do capítulo 3, pulado o capítulo 2 completamente cortado encontros de viagem do capítulo de viagem, mas nunca mestrei eles per se então não acho que minha crítica deles seria construtiva.
Conclusões finais: Se você tem de mudar tanto assim de uma aventura apenas para ela ser jogável, vale mais a pena escrever a sua própria. Eu acho que gastei mais tempo mudando esse capítulo do que eu gastaria escrevendo uma aventura por mim mesma, porque foram horas de trabalho. Embora já seja trabalho pronto aqui, imagine que você teria de repetir isso para todos os capítulos.
Recomendo: Não.
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2019.03.07 18:47 RRonanz Eu estou perdido

TL ; DR NO FIM! Contei a história toda em detalhes por que coloco melhor pra fora assim, explicando em detalhes.
Olha eu nem sei por onde começar esse texto.

Talvez eu deva falar primeiro do fato de não conseguir saber por onde começar, assim já dou um início e falo sobre um dos pontos que eu quero falar. Digo que não sei por onde começar por que minha cabeça está embaralhada. São milhares de pensamentos ao mesmo tempo, ideias, coisas que eu tenho que fazer, lembranças, idiotices das mais diversas, piadas, coisas sérias e tudo isso passando ao som de alguma música que eu esteja ouvindo diariamente no Spotify. Não sei se todas as cabeças no mundo são como a minha, tenho certeza que não sou o único, mas convenhamos que ter a cabeça desorganizada e acelerada dessa forma é algo terrível! Eu não consigo me concentrar em nada, meu foco é praticamente que nulo (Apenas em situações de extrema pressão eu pareço focar, como se minha vida dependesse daquilo, ai sim eu consigo focar), lembro de um trecho de um vídeo no Youtube e automaticamente quero assisti-lo de novo, mas quando abro o App (Se é que eu não disperso antes disso), eu já esqueci aquilo que eu ia pesquisar. Isso me desespera, nunca consegui estudar direito, só em situações extremas como eu disse, como quando eu quase repeti de ano! Não queria jogar um ano de dinheiro dos meus pais muito menos da minha vida no lixo, então lutei durante duas semanas com um foco nunca visto antes para passar nas provas, e eu passei! Há quem diga que eu tenho déficit de atenção ou algo do tipo, e eu até tenho motivos pra acreditar que sim, mas eu queria ter certeza absoluta antes de poder dizer isso, não quero que pareça que eu estou dando desculpas por falta de esforço.
Segundamente, a minha situação atual.

Tenho 19 anos de idade, ensino médio completo aos 17, fiquei um ano inteiro sem fazer nada, em 2018 comecei a fazer Relações Públicas e a trabalhar como auxiliar de legalização em um escritório de contabilidade. Passei o primeiro ano da faculdade com notas altas e boas, mas não é muito difícil considerando que o sistema de avaliação é medíocre! O que não significa que o curso é ruim, muito pelo contrário, existem diversos trabalhos, livros, uma PORRADA de conteúdo bom e aulas boas, mas eu não aproveitei tanto por que como eu disse, não sou de estudar. O primeiro ano no primeiro emprego foi bom, aprendi a administrar meu dinheiro, guardei grande parte do salário (Gastei depois por que o Brasil me odeia e eu fui assaltado algumas vezes ao longo do percurso) , usei cartão de crédito sem nenhum problema (Tem conhecidos meus que tem a mesma média de idade com o nome sujo, não entendo como a pessoa tem a capacidade de gastar mais do que pode, mas ok), aprendi bastante apesar de "NÃO SER A MINHA ÁREA" , e aprendi a ter mais responsabilidade, tenho que dizer que cresci como pessoa mesmo!
No final do ano, uma grande empresa abriu processo seletivo para estágios, a área de RP estava colocada como uma das procuradas e eu fiquei animado! Me cadastrei, fiz todo o processo seletivo e fui aprovado depois de bastante tentar! Fiquei super orgulhoso de mim mesmo, um estágio legal em uma empresa com nome, vários benefícios e aquele gostinho de poder dizer "Eu trabalho na empresa X"
O fim do ano chegou, fiquei um tempinho de férias e comecei o meu estágio, um mês depois, comecei as minhas aulas no terceiro semestre da faculdade. E meus amigos, como eu estava errado...
Eu nunca me senti tão perdido na vida! NUNCA!
Eu achava que eu entraria aqui, as pessoas iriam me explicar as coisas e eu aprenderia passo a passo, pra poder trabalhar bem, mas não! Minha chefe não estava presente nas minhas duas primeiras semanas e a pessoa que ela colocou como encarregada pra "cuidar" de mim enquanto ela estava fora também ficou ausente. Aquela que me acolheu foi outra estagiária que já estava aqui há um ano, e que me passou algumas instruções.
Mal vejo minha chefe, ficamos em andares diferentes devido a organização das baias por aqui, me pedem pouco, me explicam menos ainda. Fico perdido por que quando não estou sem fazer nada, estou fazendo alguma coisa com pouquíssima propriedade, por que não explicam tanto quanto eu gostaria/precisasse que explicassem.
Fico em uma mesa que fica perto de várias pessoas que já estão aqui há muito tempo. Vejo elas em suas reuniões, explicando coisas pra times globais, usando expressões difíceis e um linguajar totalmente diferente do meu, gente bem mais velha e com muita experiência, todos a milhão e totalmente engajados no trabalho, enquanto eu fico perdido!
Pergunto para minhas chefes (Não é que eu tenho duas, difícil de explicar) se há algo para ser feito e geralmente a resposta é que não ou estão ocupadas em reunião.
Esse ambiente corporativo está me deixando louco! A vontade que eu sinto de vez em quando é largar tudo e ir trabalhar com qualquer coisa que fuja desse mundo.
Estou passando por uma dificuldade tremenda tentando decidir o que é que eu quero da minha vida.
Não sei se estou na faculdade certa por que eu não estudo e quando sim eu não me interesso tanto, não sei se estou na empresa certa por que eu já sou preguiçoso, tenho um problema grande com procrastinação, e me colocaram em uma posição onde eu não estou recebendo nenhum tipo de pedido, treinamento ou ensinamento, e se eu não sei fazer, eu não faço, ai vira um ciclo vicioso de "Quero fazer, mas não sei fazer, pergunto, continuo não entendendo, apresento algo que não é aquilo que querem, entro em colapso".
Sem falar que eu não consigo pensar em um talento ou habilidade que eu tenha.
Instrumentos? Não. Cantar? No chuveiro dou show... Arte? Só na minha cabeça. Escrita? Acho que isso aqui é o melhor que eu consigo. Esportes? Nada. (no pun intended)
Não consigo pensar em alguma profissão ideal.

E em terceiro lugar, estou desanimado.

Eu acho que esse último ponto é nada mais nada menos do que uma consequência da junção dos dois últimos pontos e mais algumas coisas que acontecem no dia a dia. Vida amorosa, família, amigos, notícias que me fazem acreditar que o ser humano é mal e não vale a pena...
Sinceramente venho me perguntando se a vida como um todo vale a pena. Sei que sim, sei que apesar de que nada disso aqui fazer o mínimo sentido, vale a pena viver.
Só que é complicado... A gente nasce, aparece nesse mundo, sem nenhuma explicação, e nós somos forçados a seguir esse modelo de vida. Colocam na nossa cabeça que é certo estudar e ter um emprego bom, que é certo querer o melhor dos produtos que estão no shopping, que devemos morar em uma casa própria e que vamos morrer no final. E da certo... Quando você menos percebe aquele celular na vitrine é tentador, aquele carro é o seu sonho de consumo. Mas assim, não acho isso errado. Não acho que cobiçar um bem material ou qualquer outra coisa é errado, mas existe uma pressão fodida para que você alcance alguns desses objetivos, para que você seja uma pessoa de sucesso. Tanta pressão que pensar que a morte nos torna todos iguais é um alívio. Do tipo: Poxa, se eu não conseguir ter sucesso na vida, uma hora ou outra eu não vou estar mais aqui então não faz diferença o que eu fiz ou deixei de fazer. Isso é horrível...

Não quero aceitar a morte como a paz derradeira que enfim vai me redimir (Obrigado Chico Buarque por esse trecho). Já que estou aqui e já que as coisas são como são, quero aproveitar tudo, da melhor forma, cada segundo! Só preciso descobrir o que é que eu quero da minha vida, qual o meu papel por aqui.

Sei que milhões de pessoas passam por problemas muito piores do que o meu, e sei que outras milhões passam pela mesma situação. Só sou mais um desamparado no meio de tantos, mas precisava colocar isso pra fora de algum jeito.
Eu espero que esse texto todo tenha coerência e que entendam aquilo que eu quero dizer.
Fico feliz com qualquer experiência compartilhada ou conselho dado.
Obrigado.

TL ; DR: Não sei o que fazer da vida. Faculdade e estágio no momento estão bem ruins por que não sei se gosto do meu curso e não me dão a atenção que eu acredito que seja devida para um estágio. Sou uma pessoa com problemas de foco e acredito não ter habilidades. Não faço a mínima ideia do que quero profissionalmente.







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São tempos difíceis para os sonhadores… - Chico Rei

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Os ingredientes são difíceis de encontrar mas vale a pena o esforço de encontrar, pois a receita tem medidas exatas e ingredientes de difícil substituição. O sabor, cheiro e a cor são bem ... Eis me aqui para mostrar os produtos que são caros e, na minha opinião, valem o investimento. *PRODUTOS MENCIONADOS* - Shampoo Dercos Micro Peel, Vichy R$86,90 https://bit.ly/2GwZ5SV Em cartaz com o espetáculo 'O Grande Amor da Minha Vida', atriz fala sobre a parceria com Bruno Gagliasso e os rumores de gravidez. Curtiu? Inscreva-se no ca... No último vídeo falei sobre as razoes pelas quais mandarim não e tão difícil como a gente costuma pensar. Nesse vídeo discuto o „lado escuro“. Meu E-Book: ht... Cuidando de que lugar olhamos todas as situações podemos ver chegar o aprendizado e a compaixão nessas relações tão importantes. O vídeo ficou um pouco longo mas vale a pena conferir. Fala Galera! Hoje vamos de 3 #Series Top's para #Maratonar. Sabemos que gostos são relativos mas vale muito a pena darem uma conferida nessas series. Vllw Nerd's Se gostou curte, compartilha o ...