Melhores lugares para viajar homens sozinhos

Países do leste europeu também são um desafio a mais quando viajamos sozinhos, mas para quem gosta de desafios, por que não? Veja dicas de viagem para Europa e conheça os 5 melhores lugares para viajar na Europa. Quem deve viajar sozinho? Quem quiser! Comigo não tem dessa de “ah mas você é mulher”. Só não é muito indicado viajar ... Viajar pode significar um momento de descanso e relaxamento para muitas pessoas. Pontos turísticos e museus são alvos de muitas famílias. Mas para os solteiros que querem aproveitar essa fase de curtição, opções de farra não faltam ao redor do mundo.. O Guia da Semana listou algumas viagens perfeitas para solteiros que buscam extravasar, curtir baladas e conhecer pessoas novas. Como conhecer homens solteiros: 15 melhores lugares para encontrar seu príncipe encantado 23 de novembro de 2019 22 de novembro de 2019 João Henrique Uma das maiores dificuldades para a maioria das mulheres, especialmente aquelas com mais de 40 anos, é saber onde ela encontrará homens solteiros. Entre os melhores lugares para viajar, a melhor época para visitar Toronto é no auge do verão, quando as ruas estão repletas de locais e viajantes no espírito dos festivais e celebrações. O Beaches International Jazz Festival é o que mais se destaca, com 24 dias de shows gratuitos em julho com alguns dos maiores nomes do jazz mundial. Viajar sozinho é arrumar a própria companhia e perigosa é a vida, gente. Temos que ter cuidado com o que fazemos, inclusive quando viajamos sozinhos, mas não dá para deixar de viver por medo, não é? E eu garanto… Viajar sozinho é maravilhoso. Por isso, hoje eu trouxe três motivos para você tomar coragem e ir para onde quiser. Os solteiros podem aproveitar ao máximo suas férias indo aos melhores lugares que oferecem serviços conformes seu estilo de vida.Estes pontos turísticos globais são destinos de férias de primeiro nível para homens sozinhos que procuram relaxar, aproveitar o tempo livre e desfrutar de si mesmos.Quem sabe esta seja até mesmo a oportunidade para conhecer alguém especial, é possivel. 8/fev/2016 - Explore a pasta 'Lugares para visitar' de jadhe_marcos no Pinterest. Veja mais ideias sobre Lugares para viajar, Nova zelândia, Lugares. Mais uma lista com melhores lugares para viajar sozinho (a) pelo Brasil para todos os gostos! A lista com os 15 Melhores Lugares do Mundo para Viajar Sozinho(a) já te mostrou que não há desculpas para adiar a viagem, mas eu sei que nem todo mundo quer viajar para fora do país e opções nacionais não faltam. Acho que a maior diferença em pensar num destino nacional x destino ... Quatro motivos para viajar sozinho. ... e acabei sendo convidada a conhecer uma casa de chá tradicionalmente só aberta para homens. Ou quando fui parar em um cassino clandestino em Xangai, na ... O Booking também selecionou os 5 melhores destinos para quem quer viajar sozinho(a), de acordo com as avaliações dos(as) viajantes individuais. Confira: Varsóvia (Polônia): A capital da Polônia guarda em si profundas marcas da segunda guerra mundial e é o destino ideal para a viajante que gosta de observar as marcas da história.

Como o mundo cuidará da pandemia de coronavírus A pandemia mudará o mundo para sempre: Pedimos a 12 principais pensadores globais suas previsões. Foreign Policy

2020.04.02 01:03 capybaranaranja Como o mundo cuidará da pandemia de coronavírus A pandemia mudará o mundo para sempre: Pedimos a 12 principais pensadores globais suas previsões. Foreign Policy

*Esse post é o artigo completo da revista Foreign Policy, que serviu de inspiração essa análise em vídeo do Meteoro Brasil, "O Mundo Depois da Crise". (que serve como TL;DR)
Como a queda do Muro de Berlim ou o colapso do Lehman Brothers, a pandemia de coronavírus é um evento de abalar o mundo cujas conseqüências de longo alcance só podemos começar a imaginar hoje.
Isso é certo: assim como esta doença destruiu vidas, perturbou mercados e expôs a competência (ou a falta dela) dos governos, ela levará a mudanças permanentes no poder político e econômico de maneiras que se tornarão aparentes apenas mais tarde.
Para nos ajudar a entender o terreno mudando sob nossos pés à medida que a crise se desenrola, a Política Externa pediu a 12 principais pensadores de todo o mundo que avaliassem suas previsões para a ordem global após a pandemia.
Um mundo menos aberto, próspero e livre
de Stephen M. Walt
A pandemia fortalecerá o estado e reforçará o nacionalismo. Governos de todos os tipos adotarão medidas emergenciais para administrar a crise, e muitos relutarão em renunciar a esses novos poderes quando a crise terminar.
O COVID-19 também acelerará a mudança de poder e influência do Ocidente para o Oriente. A Coréia do Sul e Cingapura responderam melhor e a China reagiu bem após seus erros iniciais. A resposta na Europa e na América tem sido lenta e aleatória em comparação, manchando ainda mais a aura da "marca" ocidental.
O que não vai mudar é a natureza fundamentalmente conflituosa da política mundial. Pragas anteriores não acabaram com a rivalidade das grandes potências nem deram início a uma nova era de cooperação global. Pragas anteriores - incluindo a epidemia de gripe de 1918-1919 - não acabaram com a rivalidade das grandes potências nem deram início a uma nova era de cooperação global. Nem COVID-19. Veremos um recuo adicional da hiperglobalização, à medida que os cidadãos buscam os governos nacionais para protegê-los e enquanto estados e empresas buscam reduzir futuras vulnerabilidades.
Em resumo, o COVID-19 criará um mundo menos aberto, menos próspero e menos livre. Não precisava ser assim, mas a combinação de um vírus mortal, planejamento inadequado e liderança incompetente colocou a humanidade em um caminho novo e preocupante.
O fim da globalização como a conhecemos
por Robin Niblett
A pandemia de coronavírus pode ser a palha que quebra as costas do camelo na globalização econômica.
O crescente poder econômico e militar da China já havia provocado uma determinação bipartidária nos Estados Unidos de separar a China da alta tecnologia e propriedade intelectual de origem americana e tentar forçar os aliados a seguir o exemplo. O aumento da pressão pública e política para cumprir as metas de redução de emissões de carbono já havia questionado a dependência de muitas empresas de cadeias de suprimentos de longa distância. Agora, o COVID-19 está forçando governos, empresas e sociedades a fortalecer sua capacidade de lidar com longos períodos de auto-isolamento econômico.
Parece altamente improvável, neste contexto, que o mundo retorne à idéia de globalização mutuamente benéfica que definiu o início do século XXI. E sem o incentivo para proteger os ganhos compartilhados da integração econômica global, a arquitetura da governança econômica global estabelecida no século 20 se atrofiará rapidamente. Será necessária uma enorme autodisciplina para os líderes políticos sustentarem a cooperação internacional e não recuarem para uma competição geopolítica aberta.
Provar aos cidadãos que eles podem administrar a crise do COVID-19 comprará aos líderes algum capital político. Mas aqueles que falham terão dificuldade em resistir à tentação de culpar os outros por seu fracasso.
Uma globalização mais centrada na China
por Kishore Mahbubani
A pandemia do COVID-19 não alterará fundamentalmente as direções econômicas globais. Isso apenas acelerará uma mudança que já havia começado: uma mudança da globalização centrada nos EUA para uma globalização mais centrada na China.
Isso apenas acelerará uma mudança que já havia começado: uma mudança da globalização centrada nos EUA para uma globalização mais centrada na China.
Por que essa tendência continuará? A população americana perdeu a fé na globalização e no comércio internacional. Os acordos de livre comércio são tóxicos, com ou sem o presidente dos EUA, Donald Trump. Por outro lado, a China não perdeu a fé. Por que não? Existem razões históricas mais profundas. Os líderes chineses agora sabem bem que o século de humilhação da China de 1842 a 1949 foi resultado de sua própria complacência e de um esforço fútil de seus líderes para separá-lo do mundo. Por outro lado, as últimas décadas de ressurgimento econômico foram resultado do engajamento global. O povo chinês também experimentou uma explosão de confiança cultural. Eles acreditam que podem competir em qualquer lugar.
Consequentemente, ao documentar em meu novo livro, Has Won China ?, os Estados Unidos têm duas opções. Se seu objetivo principal é manter a primazia global, ele terá que se envolver em uma disputa geopolítica de soma zero, política e economicamente, com a China. No entanto, se o objetivo dos Estados Unidos é melhorar o bem-estar do povo americano - cuja condição social se deteriorou -, ele deve cooperar com a China. Um conselho mais sábio sugeriria que a cooperação seria a melhor escolha. No entanto, dado o ambiente político tóxico dos EUA em relação à China, conselhos mais sábios podem não prevalecer.
Democracias sairão da sua concha
por G. John Ikenberry
No curto prazo, a crise dará combustível a todos os campos do grande debate sobre estratégia ocidental. Os nacionalistas e anti-globalistas, os falcões da China e até os internacionalistas liberais verão novos indícios da urgência de seus pontos de vista. Dado o dano econômico e o colapso social que está se desenrolando, é difícil ver algo além de um reforço do movimento em direção ao nacionalismo, rivalidade entre grandes potências, dissociação estratégica e coisas do gênero.
Assim como nas décadas de 30 e 40, também pode haver uma contracorrente de evolução mais lenta. Mas, como nas décadas de 30 e 40, também pode haver uma contracorrente de evolução mais lenta, uma espécie de internacionalismo obstinado semelhante ao que Franklin D. Roosevelt e alguns outros estadistas começaram a se articular antes e durante a guerra. O colapso da economia mundial na década de 1930 mostrou como as sociedades modernas estavam conectadas e quão vulneráveis ​​eram ao que FDR chamava de contágio. Os Estados Unidos foram menos ameaçados por outras grandes potências do que pelas forças profundas - e pelo caráter do Dr. Jekyll e Hyde - da modernidade. O que FDR e outros internacionalistas conjuraram foi uma ordem do pós-guerra que reconstruiria um sistema aberto com novas formas de proteção e capacidades para gerenciar a interdependência. Os Estados Unidos não podiam simplesmente se esconder dentro de suas fronteiras, mas para operar em uma ordem aberta do pós-guerra exigia a construção de uma infraestrutura global de cooperação multilateral.
Assim, os Estados Unidos e outras democracias ocidentais podem viajar por essa mesma sequência de reações impulsionadas por um sentimento em cascata de vulnerabilidade; a resposta pode ser mais nacionalista a princípio, mas, a longo prazo, as democracias sairão de suas conchas para encontrar um novo tipo de internacionalismo pragmático e protetor.
Lucros mais baixos, mas mais estabilidade
de Shannon K. O’Neil
O COVID-19 está minando os princípios básicos da fabricação global. As empresas agora repensam e encolhem as cadeias de suprimentos multipasso e multinacionais que dominam a produção atualmente.
As cadeias de suprimentos globais já estavam sendo atacadas econômica e politicamente. As cadeias de suprimentos globais já estavam sendo afetadas - economicamente, devido ao aumento dos custos trabalhistas chineses, à guerra comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, e aos avanços em robótica, automação e impressão 3D, e também politicamente, devido a perdas reais e percebidas de empregos, especialmente em economias maduras. O COVID-19 agora quebrou muitos desses vínculos: o fechamento de fábricas em áreas afetadas deixou outros fabricantes - assim como hospitais, farmácias, supermercados e lojas de varejo - desprovidos de estoques e produtos.
Do outro lado da pandemia, mais empresas exigirão saber mais sobre a origem de seus suprimentos e trocarão a eficiência por redundância. Os governos também intervirão, forçando o que consideram indústrias estratégicas a ter planos e reservas de backup doméstico. A lucratividade cairá, mas a estabilidade da oferta deverá aumentar.
Esta pandemia pode servir a um propósito útil
por Shivshankar Menon
Ainda é cedo, mas três coisas parecem aparentes. Primeiro, a pandemia de coronavírus mudará nossa política, tanto dentro dos estados quanto entre eles. É ao poder do governo que as sociedades - mesmo os libertários - se voltam. O relativo sucesso do governo em superar a pandemia e seus efeitos econômicos exacerbará ou diminuirá os problemas de segurança e a recente polarização nas sociedades. De qualquer maneira, o governo está de volta. A experiência até agora mostra que os autoritários ou populistas não são melhores em lidar com a pandemia. De fato, os países que responderam cedo e com sucesso, como Coréia e Taiwan, foram democracias - não aqueles dirigidos por líderes populistas ou autoritários.
Este ainda não é o fim de um mundo interconectado. A própria pandemia é prova de nossa interdependência.
Em segundo lugar, ainda não é o fim de um mundo interconectado. A própria pandemia é prova de nossa interdependência. Mas em todas as políticas, já existe uma virada para dentro, uma busca por autonomia e controle do próprio destino. Estamos caminhando para um mundo mais pobre, mais cruel e menor.
Finalmente, há sinais de esperança e bom senso. A Índia tomou a iniciativa de convocar uma videoconferência de todos os líderes do sul da Ásia para criar uma resposta regional comum à ameaça. Se a pandemia nos levar a reconhecer nosso interesse real em cooperar multilateralmente nos grandes problemas globais que enfrentamos, ela terá servido a um propósito útil.
O poder americano precisará de uma nova estratégia
por Joseph S. Nye, Jr.
Em 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma nova estratégia de segurança nacional que se concentra na competição por grandes potências. O COVID-19 mostra que essa estratégia é inadequada. Mesmo se os Estados Unidos prevalecerem como uma grande potência, não poderão proteger sua segurança agindo sozinhos.
Como Richard Danzig resumiu o problema em 2018: “As tecnologias do século XXI são globais não apenas em sua distribuição, mas também em suas conseqüências. Patógenos, sistemas de IA, vírus de computador e radiação que outros podem acidentalmente liberar podem se tornar tanto o nosso problema quanto o deles. Sistemas de relatórios acordados, controles compartilhados, planos de contingência comuns, normas e tratados devem ser adotados como meio de moderar nossos numerosos riscos mútuos. ”
Sobre ameaças transnacionais como o COVID-19 e as mudanças climáticas, não basta pensar no poder americano sobre outras nações. A chave do sucesso também é aprender a importância do poder com os outros. Todo país coloca seu interesse nacional em primeiro lugar; a questão importante é quão amplo ou estreitamente esse interesse é definido. O COVID-19 mostra que estamos falhando em ajustar nossa estratégia para este novo mundo.
A história do COVID-19 será escrita pelos vencedores
por John Allen
Como sempre foi, a história será escrita pelos “vencedores” da crise do COVID-19. Toda nação, e cada vez mais todo indivíduo, está experimentando a tensão social desta doença de maneiras novas e poderosas. Inevitavelmente, os países que perseverarem - tanto em virtude de seus sistemas políticos e econômicos únicos, quanto na perspectiva da saúde pública - terão sucesso sobre aqueles que experimentam um resultado diferente e mais devastador. Para alguns, isso parecerá um grande e definitivo triunfo para a democracia, o multilateralismo e o atendimento universal à saúde. Para outros, mostrará os "benefícios" claros de um governo autoritário decisivo. Para alguns, isso parecerá um grande e definitivo triunfo para a democracia. Para outros, mostrará os "benefícios" claros do regime autoritário.
De qualquer maneira, essa crise irá reorganizar a estrutura internacional de poder de maneiras que apenas podemos começar a imaginar. O COVID-19 continuará deprimindo a atividade econômica e aumentando a tensão entre os países. A longo prazo, a pandemia provavelmente reduzirá significativamente a capacidade produtiva da economia global, especialmente se as empresas fecharem e os indivíduos se separarem da força de trabalho. Esse risco de deslocamento é especialmente grande para os países em desenvolvimento e outros com uma grande parcela de trabalhadores economicamente vulneráveis. O sistema internacional, por sua vez, sofrerá grande pressão, resultando em instabilidade e conflito generalizado dentro e entre países.
Uma nova etapa dramática no capitalismo global
por Laurie Garrett
O choque fundamental para o sistema financeiro e econômico do mundo é o reconhecimento de que as cadeias de suprimentos e redes de distribuição globais são profundamente vulneráveis ​​a interrupções. A pandemia de coronavírus, portanto, não só terá efeitos econômicos duradouros, como também levará a uma mudança mais fundamental.
A globalização permitiu que as empresas cultivassem manufaturas em todo o mundo e entregassem seus produtos no mercado just-in-time, evitando os custos de armazenagem. Os estoques que ficavam nas prateleiras por mais de alguns dias eram considerados falhas de mercado. O suprimento precisava ser adquirido e enviado em um nível global cuidadosamente orquestrado. O COVID-19 provou que os patógenos podem não apenas infectar as pessoas, mas envenenar todo o sistema just-in-time.
Dada a escala de perdas do mercado financeiro que o mundo experimentou desde fevereiro, é provável que as empresas saiam dessa pandemia decididamente envergonhada pelo modelo just-in-time e pela produção globalmente dispersa. O resultado pode ser um novo estágio dramático no capitalismo global, no qual as cadeias de suprimentos são trazidas para mais perto de casa e preenchidas com redundâncias para proteger contra interrupções futuras. Isso pode reduzir os lucros de curto prazo das empresas, mas tornar todo o sistema mais resistente.
Estados mais falidos
por Richard N. Haass
Permanente não é uma palavra de que gosto, como pouco ou nada, mas acho que a crise do coronavírus levará, pelo menos por alguns anos, a maioria dos governos a se voltar para dentro, concentrando-se no que ocorre dentro de suas fronteiras e não sobre o que acontece além deles. Prevejo maiores movimentos em direção à auto-suficiência seletiva (e, como resultado, dissociação), dada a vulnerabilidade da cadeia de suprimentos; oposição ainda maior à imigração em larga escala; e uma disposição ou compromisso reduzidos para enfrentar problemas regionais ou globais (incluindo as mudanças climáticas), dada a necessidade percebida de dedicar recursos para reconstruir em casa e lidar com as conseqüências econômicas da crise. Muitos países terão dificuldade em se recuperar, com a fraqueza do Estado e Estados falidos se tornam ainda mais prevalentes.
Eu esperaria que muitos países tenham dificuldade em se recuperar da crise, com a fraqueza do estado e os estados falidos se tornando uma característica ainda mais prevalente no mundo. A crise provavelmente contribuirá para a contínua deterioração das relações sino-americanas e o enfraquecimento da integração européia. Do lado positivo, devemos ver um fortalecimento modesto da governança global da saúde pública. Mas, no geral, uma crise enraizada na globalização enfraquecerá ao invés de aumentar a vontade e a capacidade do mundo de lidar com ela.
Os Estados Unidos falharam no teste de liderança
por Kori Schake
Os Estados Unidos não serão mais vistos como um líder internacional. Os Estados Unidos não serão mais vistos como um líder internacional devido ao estreito interesse próprio de seu governo e à incompetência confusa. Os efeitos globais dessa pandemia poderiam ter sido bastante atenuados se as organizações internacionais fornecessem mais e mais informações anteriores, o que daria aos governos tempo para preparar e direcionar recursos para onde eles são mais necessários. Isso é algo que os Estados Unidos poderiam ter organizado, mostrando que, embora seja de interesse próprio, não é apenas de interesse próprio. Washington falhou no teste de liderança e o mundo está em pior situação.
Em todos os países, vemos o poder do espírito humano
de Nicholas Burns
A pandemia do COVID-19 é a maior crise global deste século. Sua profundidade e escala são enormes. A crise da saúde pública ameaça cada uma das 7,8 bilhões de pessoas na Terra. A crise financeira e econômica poderia exceder em seu impacto a grande recessão de 2008-2009. Cada crise sozinha poderia causar um choque sísmico que muda permanentemente o sistema internacional e o equilíbrio de poder como o conhecemos. Isso dá esperança de que homens e mulheres em todo o mundo possam prevalecer em resposta a esse desafio extraordinário.
Até o momento, a colaboração internacional tem sido lamentavelmente insuficiente. Se os Estados Unidos e a China, os países mais poderosos do mundo, não puderem deixar de lado sua guerra de palavras sobre qual deles é responsável pela crise e liderar com mais eficácia, a credibilidade de ambos os países poderá diminuir significativamente. Se a União Europeia não puder fornecer assistência mais direcionada a seus 500 milhões de cidadãos, os governos nacionais poderão recuperar mais poder de Bruxelas no futuro. Nos Estados Unidos, o que está mais em jogo é a capacidade do governo federal de fornecer medidas eficazes para conter a crise.
Em todos os países, no entanto, existem muitos exemplos do poder do espírito humano - de médicos, enfermeiros, líderes políticos e cidadãos comuns demonstrando resiliência, eficácia e liderança. Isso fornece esperança de que homens e mulheres em todo o mundo possam prevalecer em resposta a esse desafio extraordinário.
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.03.21 13:21 MermaidHallucination Sob quais circunstâncias uma mulher pode trabalhar?

Pergunta:
Eu sou uma menina de 20 anos de idade estudando engenharia. Eu trabalho durante o verão em uma loja; a fim de pagar minhas taxas de faculdade, eu sou pecador? Eu uso niqab e às vezes sinto que nenhum homem religioso me propõe por esse motivo.
Resposta:
Louvado seja Allah.
Primeiramente:
O princípio básico é que a mulher deve permanecer em casa e não sair, a não ser para os fins necessários. Allah diz (interpretação do significado):
“E hospedem-se em suas casas e não se mostrem como os tempos da ignorância”
[al-Ahzaab 33:33].
Embora isso seja endereçado às esposas do Profeta (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele), também se aplica às mulheres crentes. É apenas dirigido para as esposas do Profeta (paz e bênçãos de Allah estejam com ele) por causa de sua honra e status com o Mensageiro de Allah (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele), e porque eles são exemplos para o crente mulheres.
O Profeta (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele) disse: “A mulher é 'awrah', e se ela sai, Satã levanta suas esperanças (de desencaminhar). Ela nunca está mais perto de Allah do que quando ela fica em casa ”. Narrado por Ibn Hibbaan e Ibn Khuzaymah; classificadas como saheeh por al-Albaani em al-Silsilah al-Shaheehah, no. 2688
E ele (paz e bênçãos de Allah estejam com ele) disse a respeito da oração de uma mulher na mesquita: “Suas casas são melhores para elas”. Narrado por Abu Dawood (567) e classificado como saheeh por al-Albaani em Saheeh Abi Dawood.
Para mais informações, consulte a resposta à pergunta no. 6742
Em segundo lugar:
É permitido que uma mulher saia de casa para trabalhar, mas isso está sujeito a certas condições. Se elas forem atendidos, é permitido que ela saia. Eles são:
-Que ela precisa trabalhar para adquirir o dinheiro que precisa, como no seu caso.
O trabalho deve ser adequado à natureza da mulher, como medicina, enfermagem, ensino, costura e assim por diante.
-O trabalho deve ser em um lugar que é apenas para mulheres, e não deve haver mistura com homens não-mahram.
Enquanto estiver no trabalho, ela deve observar o shari hijab completo.
O seu trabalho não deve levá-la a viajar sem um mahram.
-Ela sair para o trabalho não deve envolver cometer qualquer ação de haraam, como estar sozinho com o motorista, ou usar perfume onde não-mahrams podem sentir o cheiro.
-Isso não deve levá-la a negligenciar as coisas que são mais essenciais para ela, como cuidar de sua casa, marido e filhos.
Shaykh Muhammad ibn Saalih al-'Uthaymeen disse: O campo em que uma mulher trabalha deve ser apenas para mulheres, como se ela trabalha no ensino de meninas, seja em administração ou suporte técnico, ou trabalha em casa como uma costureira costurando roupas para mulheres e assim por diante. Quanto a trabalhar em campos que são para homens, isso não é permissível para ela porque requer que ela se misture com os homens, o que é uma grande fitna (fonte de tentação e problemas) e deve ser evitada. Deve-se notar que está provado que o Profeta (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele) disse: “Eu não deixei para trás nenhuma fitna que seja mais prejudicial aos homens do que às mulheres; o fitnah dos Filhos de Israel tinha a ver com as mulheres ”. Assim, o homem deveria manter sua família longe de lugares de fitnah e suas causas em todas as circunstâncias. Citação final.
Fataawa al-Mar'ah al-Muslimah (2/981)
Se essas condições forem satisfeitas em seu trabalho, então não há nada de errado com você fazendo isso, in sha Allah.
Pedimos a Allah que lhe conceda um marido justo, pois Ele é capaz de fazer isso.
E Allah sabe melhor.
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2018.07.12 01:53 EWGLS O defunto mais caro do mundo - CAP 1

Cortando as ruas madrugada adentro, um carro fúnebre e seus circunspectos passageiros levavam no féretro o finado mais vivo que esta urna jamais abrigara.
 
As ruas eram frias, o condutor do rabecão era friíssimo. Apesar dos postes alumiarem aqui e acolá, os espaços escuros eram extensos e a falta de gente na rua só agravava o odor de solidão daquelas longas avenidas. Era uma bairro residencial, de ambos os lados erguiam-se prédios e uma ou outra janela acesa de gente sem sono.
 
O rabecão curvou à direita, nos seus retrovisores via-se dois Buick Roadmaster, série 70 e pretos, com vidros fumê que não atendiam as ânsias de nenhum curioso de plantão pela vizinhança, as placas ambíguas pela escuridão menos ainda. E seguiram: direita, esquerda, em frente... Mas nunca pra trás. Conheciam aquele bairro como Deus conhece o homem, os impressionáveis seriam capazes até mesmo de afirmar que eles participaram na reestruturação do lugar, depois da guerra.
 
A tríade de quadro rodas seguiu o passeio lúgubre por mais meia hora ou menos, chegando em um estacionamento, de fronte a uma casa de dança de dois andares. Ao redor havia mercados fechados, um ou outro bar mal-encarado com alguns maltrapilhos tontos de álcool e uma delegacia abarrotada de jovens pelintras delirantes de derivados de ácido lisérgico.
 
Os Buick e seus condutores ficaram no estacionamento, o rabecão seguiu para os fundos da casa de dança de dois andares. As luminárias inconstantes da casa, de vez em quando, davam o ar da graça e iluminavam um letreiro que parecia dizer: "The nightwolf's lair".
 
Saindo do rabecão, motorista e passageiro, austeros, pontudos. Ambos de fedora, terno e casacos trespassados, ao melhor estilo Joe Bonanno. Em frente deles e do rabecão, um homem de olhar afiado, fedora impecável e charutos caros os observava. Estava acompanhado de uma mulher, ambos de preto. Ela com um burberry trench, ele com casaco esporte quadriculado e terno de três botões.
 
Não se pode dar maiores descrições do rosto da moça, encoberto em véu negro e com uma rosa ainda mais negra em seu cume. Diz-se que era alta, talvez pelo salto, mas não há como saber de certo. Não tão alta que chegasse a passar algum homem presente, mas alta. Tinha ares finos e severos, um rosto esnobe e óculos escuros que não deixavam ninguém ler seus olhos.
 
- Conferiram a caixa? - Perguntou o homem de casaco esporte.
 
- Sim senhor, a cada santo quarteirão. - Respondeu o passageiro do rabecão.
 
Junto de outros 3 homens, o motorista retirou o caixão e colocou-o em uma maca de metal.
 
- Vê com teus próprios olhos, senhor Cesare.
 
Cesare e seu charuto chegaram mais próximos do caixão, a mulher foi junto. Diferentemente dos caixões convencionais, este tinha olho mágico, mas de fora para dentro. Era cor de caramelo e pouco luxuoso, no centro tinha gravada uma cruz com uma argola acoplada. Com certo jeito particular, o motorista puxa a argola e a cruz se abre e deixa ver, por intermédio de um vidro, parte de um rosto pálido. Este rosto pálido ostentava óculos de lentes avermelhadas, entre o óculos erguia-se um nariz afilado e uma mecha lisa de cabelo escuro.
 
- Ótimo, vamos com ele lá pra cima.
 
Quatro homens, todos de terno preto e fedora branca, levaram o caixão para o segundo andar. Chegando lá, com um baque grave no chão, colocaram o caixão de pé. A sala do primeiro andar era luxuosa, a do segundo luxuosíssima. Castiçais dourados pendiam do teto, tapetes carmesim, com ar Real,cobriam o chão; mesas chiques cobriam o resto do espaço. Dezenas de homens discretamente armados estavam ao redor, de olhos fixos no caixão. No balcão, o barman limpava seus copos com um delicado pano branco. O lugar inteiro cheirava a cigarro, os homens também.
 
- Vamos, abram o esquife. - Disse um homem enquanto trazia o fogo do isqueiro para o cigarro que estava em sua boca.
 
Na única mesa ocupada estavam Cesare e sua companheira, a única mulher no recinto.
 
Depois de uma longa baforada, o homem com isqueiro perguntou - E então, padrinho? Ainda não entendi porquê trazer esta "peça" em um caixão. O que o senhor queria, intimidar o coitado? Ainda que assim fosse, para quê tanto? Dá pra ver a delegacia desta janela mesmo, um caixão aqui não é abusar da boa vontade deles?
 
- Meu filho, hoje em dia as esquinas tem olhos, ouvidos, e os notórios curiosos. - Disse Cesare, e continuou - Param os velhos, os caminhoneiros, as mulheres, os jovens e os pais de família. Tudo é passível de uma apalpada, uma olhada, ou qualquer verificação de rotina; menos os carros fúnebres. A audácia policial sempre esbarra na incredulidade e é na sombra dela que nós passamos nossa mercadoria. A receita para a discrição: mescle o banal com o excêntrico. Todos olham o rabecão, mas pará-lo seria um disparate. Ele leva um santo, um morto.
 
O homem do cigarro tinha um sorriso de satisfação no rosto. - Pra mim serve, padrinho.
 
Assim que terminou estas palavras, abre-se o ataúde. Diante de dois homens, de ambos os lados do caixão, cai um corpo pálido, e ouve-se o som oco do encontro da sua cabeça com o macio tapete.
 
- Ora, mas que diabo é isto? - Disse um dos homens.
 
- Anda, maltrapilho, levanta-te - bradou o outro.
 
O homem não levantava, parecia mesmo ter entrado no personagem.
 
- Pega nele desse lado, vem, vamos leva-lo.
 
E, levantando-o pelos ombros, carregaram o pálido até a mesa onde o casal estava, próximo da janela que dava para rua.
 
No canto da sala, motorista e passageiro do rabecão estavam boquiabertos. Dentro do caixão ficaram três grades de metal, duas coleiras também metálicas, uma mordaça e algumas cordas. O homem ainda carregava em seu corpo duas algemas, uma nos pulsos, desatada de uma das mãos, e outra na perna, que também só estava atada a uma delas.
 
Ele viera preso por cordas, correntes de metal, coleiras de choque e algemas da melhor qualidade. Viera, mas já não estava.
 
- Então ele é mesmo o tal mágico, desgraçado. - Disse o passageiro que o trouxe, tentando esconder sua cara de bobo.
O motorista ficara zangado, sentiu-se passado para trás.
 
O escapista lá ia, apoiado-se nos braços de seus sequestradores. Colocaram-no na cadeira, do lado oposto do casal. Ele continuava com o ar sonolento, senão morto. Era branco, pálido. Usava um blazer que um dia fora também branco, mas hoje a cor mais adequada para descrevê-lo seria "surrado". Camisa vermelha e calça bege à moda antiga, luvas negras e desbotadas. No rosto, pendiam mechas de cabelo pela testa, mas não tinha cabelos longos, apenas era adepto do caos capilar, ou não tinha pente. Abaixo do afilado nariz aparecia um fino lábio ressecado e acima dele sustentava seus óculos fundo de garrafa de lentes avermelhadas. Parecia de altura mediana, sentaram-no desajeitadamente e ele não fez questão de se corrigir, parecia dormir sentado, com os olhos pro chão.
 
- Buona notte, Aires. - Disse Cesare. - Gosta de vinho?
 
- Gosto, - Disse, com uma inesperada gravidade na voz, o sonolento nomeado de Aires - Mas por hoje, bebo fumaça.
 
Rapidamente, com uma destreza pouco esperada de quem veio de uma viajem intercontinental, Aires retira da algibeira um isqueiro, e de trás da orelha um cigarro. Era um Camel. O motorista que lhe trouxe pôs a mão na própria algibeira e notou, para sua muda fúria, que o isqueiro e o Camel eram os dele. Aires pareceu desferir um olhar irônico para o motorista, mas as lentes avermelhadas não deixavam ninguém ver o seu interior.
 
- Então, não é que pegamos mesmo o senhor! - Falava com externa felicidade Cesare. - O homem mais procurado do mundo inteiro, que mais vezes foi capturado, que mais vezes fugiu. A miragem inalcançável, o ouro vivo.
 
- Se sou quem você diz, - replica Aires - a minha índole já arruína teus esforços e o destino te condena como mais um fracassado. Ou seria o senhor a gota de chuva que me tirará o ultimo suspiro de liberdade? Aquela única, dentre todas as milhares, que findou de afogar meu pulmão em líquido.
 
A mulher, com apaixonada curiosidade, perscrutava o óculos de Aires, que durante todo o discurso olhava para a fumaça produzida pelo seu camel. Ela queria decifrar aquela alma de feições silenciosas, mas profunda como as cavernas do inferno.
 
Soltando um irônico riso, respondeu Cesare - Não, não senhor! Não cheguei onde cheguei sendo ingênuo ou arrogante. Meus desejos voam baixo, só lhe vim pedir um humilde favor, que lhe será pago em quantias muito pouco modestas, e muito menos ainda humildes.
 
Com a algema ainda presa em um de seus pulsos, Aires olhava desatento para a fumaça.
 
- Quero que me diga tudo, nada escondes de mim. O cumprimento do dever só depende do alvo, e... - Neste ponto foi interrompido por Cesare.
 
- Eu sei como o senhor opera. Ademais, tudo que precisa saber está aqui.
 
Lhe passou um envelope vermelho, com o selo roxo da casa: "Nw".
 
Aires pegou, abriu o envelope e leu a primeira linha, que dizia:
 
"Boiarina de Moscou."
 
- Se acha que eu sou capaz de arrancar a vida de qualquer um, o que protege sua cabeça de mim?
 
Cesare estalou os dedos e brotaram dois pequenos revolveres na cabeça de Aires, eram dos dois que o tiraram do caixão.
 
- É uma questão de velocidade, Sr. Aires. O que chega mais rápido, as suas artimanhas e truques, ou o projétil da Ruger que está ao seu lado?
 
Aires, colocando os olhos sem Cesare, disse: 400 milhões, no trem em Singapura, no dia 12 de novembro. Me dê 6 meses para o trabalho.
 
- Daria-te um ano. - Replicou Cesare, e os homens recolheram suas armas a escuridão de seus casacos outra vez.
 
- Passar bem. - Concluiu Aires, enquanto se levantava.
 
Fez uma vênia para o casal, baforou o cigarro e foi-se encaminhando para a porta por onde entrara.
 
- Ilusionista, não esqueceu de algo? Qual é a garantia de que eu vou lhe pagar?
 
- Quanto vale os seus 30 anos restantes de vida, meu bom senhor?
 
- Justo. E quanto ao envelope, não tem curiosidade do resto?
 
- Já o li, fique.
 
Aires desceu as escadas, que subiu carregado dentro do caixão. Lá fora havia um carro esperando por ele, não era o rabecão. Entrou no banco do passageiro, e o motorista perguntou o destino.
 
- Largo no estacionamento.
 
O portão da saída começou a subir, dois homens tiravam o stinger da passagem, estavam comumente vestidos, como todos na casa. Fedora, terno preto, sapato pretíssimo. Tinham em mãos duas metralhadoras giratórias e encaravam o carro e seu passageiro.
 
O carro deu a volta na casa e deixou Aires no estacionamento, que dava para a parte onde estivera conversando dantes.
 
- Aqui está bom, obrigado.
 
- Aqui? - Disse o motorista.
 
Aires já estava fora do carro e espreitava pela esquina.
 
O motorista ajeitou a fedora e meteu-se por entre os quarteirões, o trabalho terminara.
 
Cesare olhava por entre a janela, começava a chover.
 
"Nosso projétil já saiu do cano." - Pensou.
 
A mulher, que até pouco estava com ele, tinha ido ao banheiro. O pensamento, de Cesare ao barman, ainda estava no pálido defunto vivo que por ali passou. O dela mais que o de todos.
 
Aires já ia a um quarteirão, deu a mão para um táxi que passava e entrou no banco de trás.
 
"Para onde, senhor?"
 
- Rússia, para a Rússia.
 
- Nunca te procuram para uma rixa de vizinhos.
 
- Não é de todo o mal, viajar me agrada.
 
O cigarro virou cinzas e a noite amanhecia, Aires tirou do bolso a carta que Cesare lhe entregara.
 
Cesare, já sozinho no segundo andar da luxuosa casa de dança, olhando o nascer do sol e tomando o seu vinho das manhãs, pegou o envelope vazio que Aires deixara na mesa, quando sentiu um volume estranho.
 
Colocou-o de cabeça pra baixo.
 
Caíram vinte e duas pequenas cápsulas de Ruger.
 
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