Ela me convidou para sair para uma bebida

Se você está realmente interessado em conhecê-la melhor, talvez verifique que uma bebida amigavelmente tomada fará pender a balança a seu favor, pois uma certa tendência para o álcool é característica deste signo. Sagitário Se ela gostar de si, não há qualquer problema pois ela gosta de sexo e não sabe o que sejam inibições. Ela convidou-me para sair para um cocktail amanhã a noite. The people who invited me here. As pessoas que me convidaram a vir aqui... His secretary called and invited me. ... Ela me convidou para uma bebida rodada. The Comtesse de Beaulieu has invited me to stay. A Condessa de Beaulieu me convidou. A arte do flerte deu certo. O menino que você queria te convidou para sair, o papo saiu do Tinder e foi para o WhatsApp, rolou uma vontade de se encontrarem para conversarem e comerem alguma coisa… Começamos a conversa no aplicativo e continuamos no WhatsApp, conversa vai, conversa vem, ele me convidou para sair, mas dei uma enrolada nele e disse que eu iria ver se iria dar e que avisaria ele., hoje, estávamos conversando, e ele perguntou se eu aceitaria sair com ele. Convidou-a para sair e se bobear mal se lembra de como foi a abordagem, devido o alto consumo de álcool. Conclusão, se ela resolver te dar uma chance, considere isso um prêmio, mas para isso funcionar você terá que demonstrar o seu lado homem para ela e não o de moleque, que foi a forma como você agiu na festa. Traduções em contexto de 'for a drink' en inglês-português da Reverso Context : out for a drink, go for a drink, care for a drink, time for a drink então, ela me convidou para sair com ela, depois de muito tempo, mais eu não tenho jeito pra isso, eu sou muito tímido e to querendo levar minha vó comigo, sei lá , pra mim se soltar um pouco mais... gente, eu to falando sério !!! não é piada...

A lenda da Garota do Bueiro

2020.08.15 02:12 evangeon A lenda da Garota do Bueiro

Olá Luba, editores, gatas, papelões, e pessoas que estão a ver.
Este é um relato sobre uma noite de bebedeira. (Terceira vez que tento postar)
No ano de 2011, fui em uma excursão para um Congresso de Direito, na cidade de Londrina/PR. Depois da primeira noite do evento, eu e três colegas de curso, que chamarei de Mikaely, Tabata e Wagner, decidimos ir dar um rolê pela cidade. Saímos do alojamento por volta das 22:30h, compramos uma garrafa de Vodka Balalaika, pegamos um táxi e seguimos para o centro da cidade.
Infelizmente, era segunda-feira, e praticamente tudo já estava fechado, e os poucos bares abertos, estavam acima do nosso orçamento. Então, alguém nos indicou um lugar chamado "Balakobako", que disse ser bom e barato. Saímos em busca do tal bar.
As meninas já haviam conseguido um copo com gelo, momento em que tomei a primeira decisão errada da noite: "Vou tomar vodka pura. Quem mal pode fazer?" Como sou fraco para bebida, rapidamente já estava feliz e cantando. Em todo lugar que parávamos pra pedir informações, as pessoas riam de mim, pois já sou retardado por natureza. Imagina bêbado.
Enfim, não achamos o bar, e decidimos voltar a pé para o ponto de táxi e terminar de beber a vodka misturada com um refrigerante que as meninas compraram. Após andar duas quadras, Tabata, que também já estava feliz, pediu carona a um rapaz que dirigia uma Van. Ele, muito gentil, aceitou levar quatro estranhos até o ponto de táxi.
Já no ponto de táxi, fizemos amizade com um dos taxistas, que chamarei de Daniel. Ele disse que deixaria o turno logo mais, e que tinha whisky e energético no carro, e nos convidou para passear pela cidade com ele. Eu relutei de início, pois é certo desconfiar de tanta generosidade, isso enquanto rolava no chão e dizia que não iria. Mas Mikaely me convenceu, pois disse que seria difícil ele sequestrar quatro pessoas. Entramos no carro, e seguimos pelas ruas de Londrina, bebendo e curtindo som. Com os bares fechados, a primeira parada, foi em um tal Parque Igapó. Ali as coisas começaram a sair do controle.
Ao chegar, veio aquela vontade coletiva de urinar. Eu desci do carro já fui me aliviando ali mesmo. Wagner, procurou uma árvore. E Tabata, viu um canto escuro, e adentrou no breu. Só ouvi o estrondo. Foi como o barulho de uma jaca madura quando cai da árvore. Tabata caiu dentro de um dos canais que escorriam as águas da chuva para o lago que tinha no parque. Olhei para os outros e gritei: "Meu Deus, a Janaína caiu!". Os outros, sem entender nada, perguntaram quem era Janaína, e eu disse que era a menina que estava com a gente. Sim, eu havia conhecido Tabata e Wagner naquela noite, e ainda não havia decorado os nomes. Todos riram, pois achávamos que estava tudo bem.
Pouco tempo depois, Daniel nos chamou de volta para o carro, pois Tabata havia se machucado. Quando chegamos, eu que já estava vendo as coisas meio embaçadas, olhei para a perna da menina e disse: "Mano, que buraco enorme na tua perna!". Ela havia batido a canela, e quase dava pra ver o osso. Super tranquila, ela disse pra colocar um band-aid, e tava sussa. Obviamente, por estar anestesiada no álcool.
Daniel colocou todos no carro, e rumamos para o hospital mais próximo. O primeiro era particular, e não atendeu, Tabata por razões óbvias de não termos grana. A menina se desesperou. Chorava e falava que não queria morrer. Então fomos para outro hospital que era público. Wagner, que estava mais centrado, acompanhou Tabata, enquanto os outros aguardavam no estacionamento. Neste momento, Mikaely disse (pois não me lembro desta parte) que eu deitei no chão do estacionamento, disse que o céu estava lindo, e apaguei. Ela gritou para eu ir dormir no carro. Levantei, cheguei perto dela e disse: "Estou muito preocupado com a Viviane." Sim, eu passei a noite inteira chamando Tabata de todos os nomes possíveis, menos o dela. Logo depois, entrei no carro e dormi de novo.
Quando acordei, já estávamos de volta ao rolê, e Tabata já com a perna enfaixada. Foi aí que eu virei o bêbado chato, e briguei com o pessoal, pois estávamos com uma pessoa estranha, bêbados, a menina com a perna machucada, e todos festando como se nada tivesse acontecido. Então Daniel me disse pra relaxar, e nos levou a última parada da noite, um lugar com umas espécies de gazebos iluminados, e umas fontes com uns peixes bem bonitinhos. Ali, mais calmo, conversei com Mikaely e decidimos que já era hora de retornar ao alojamento.
Voltamos umas 05h da manhã. Tabata estava hospedada em um dos quartos do segundo andar. E como ela estava com a perna machucada, ainda subi as escadarias com ela no colo.
Alguns dos universitários tinham passado a noite bebendo e jogando truco no alojamento mesmo. Cumprimentamos os que ainda estava acordados, e fomos dormir. Detalhe, o alojamento era um espaço que nos foi cedido, dentro de um Seminário Palotino.
No outro dia de manhã, o Professor responsável pela excursão, entrou nos alojamentos, e passou o maior sermão, pois quase fomos expulsos pela bagunça que os outros universitários ficaram fazendo. Porém, como nós chegamos da rua já amanhecendo, a maioria das pessoas que não estavam envolvidas, pensaram que fomos nós quatro que tínhamos feito a tal bagunça.
Resultado, passamos a noite fora e levamos a culpa por uma festa que não damos, e Tabata ficou conhecida na faculdade como "A Garota do Bueiro". Mas valeu a pena. Pois apesar de tudo, foi uma noite muito foda.
Desculpem o textão. Abraços! <31
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2020.07.25 08:11 evangeon A Lenda da Menina do Bueiro.

Olá Luba, editores, gatas, papelões, e pessoas que estão a ver.
Este é um relato sobre uma noite de bebedeira.
No ano de 2011, fui em uma excursão para um Congresso de Direito, na cidade de Londrina/PR. Como todo bom estudante universitário, íamos a estes Congressos, já pensando nas festas que poderiam rolar. Então, depois da primeira noite do evento, eu e três colegas de curso, que chamarei de Mikaely, Tabata e Wagner, decidimos passear pela cidade em busca de diversão. Saímos do alojamento por volta das 22:30h, passamos em uma conveniência, compramos um garrafa de Vodka Balalaika, pegamos um táxi e fomos para o centro da cidade.
Infelizmente, era segunda-feira, e praticamente tudo já estava fechado aquele horário, e os poucos bares abertos, estavam acima do nosso orçamento. Então, alguém nos indicou um lugar chamado "Balakobako", que disse ser bom e barato. Partimos em busca do tal bar. As meninas já haviam conseguido um copo com gelo, momento em que tomei a primeira decisão errada da noite: "Vou tomar vodka pura. Quem mal pode fazer?" Como sou fraco para bebida, rapidamente já estava feliz e cantando. Em todo lugar que parávamos pra pedir informações, as pessoas riam de mim, pois já sou retardado por natureza. Bêbado então.
Enfim, não achamos o bar, e decidimos voltar a pé para o ponto de táxi e terminar de beber a vodka misturada com um refrigerante que as meninas compraram. Neste momento, Tabata que também já estava feliz, pediu carona a um rapaz que dirigia uma Van. Ele, muito gentil, aceitou levar quatro estranhos até o ponto de táxi. No caminho ele até colocou pra tocar uma música autoral, pois ele sonhava em ser pagodeiro.
De volta ao ponto de táxi, continuamos bebendo. Nisso fizemos amizade com um dos taxistas, que chamarei de Daniel. Ele disse que deixaria o turno logo mais, e que tinha whisky e energético no carro, e nos convidou para passear pela cidade. Eu relutei de início, pois é certo desconfiar de tanta generosidade, isso enquanto rolava no chão e dizia que não iria. Mas Mikaely me convenceu, pois disse que seria difícil ele sequestrar quatro pessoas. Entramos no táxi, e seguimos pelas ruas de Londrina, bebendo e curtindo som. Com os bares fechados, a primeira parada, foi em um tal Parque Iguapó. Ali as coisas começaram a sair do controle.
Ao chegar, veio aquela vontade coletiva de urinar. Eu que já estava bêbado igual uma cachorra, apenas desci do carro já fui me aliviando ali mesmo. Wagner, procurou uma árvore. E Tabata, viu um canto escuro, e adentrou no breu. Só escutei a pancada. Foi como o barulho de uma jaca madura quando cai da árvore. Tabata caiu dentro de um dos canais que escorriam as águaa da chuva para o lago que tinha no parque. Olhei para os outros e gritei: "Meu Deus, a Janaína caiu!". Os outros, sem entender nada, perguntaram quem era Janaína, e eu disse que era a menina que estava com a gente. Sim, eu havia conhecido Tabata e Wagner naquela noite, e ainda não havia decorado os nomes. Todos riram, pois achávamos que estava tudo bem.
Eu corri para a beira do lago, e Mikaely e Wagner foram atrás de mim, com medo de eu me jogar na água. Mas não o fiz. Pouco tempo depois, Daniel nos chamou de volta para o carro, pois Tabata havia se machucado. Quando chegamos, eu que já estava vendo as coisas meio embaçadas, olhei para a perna da menina e disse: "Mano, que buraco enorme na tua perna!". Ela havia batido a canela, e quase dava pra ver o osso. Ela então falou que era só colocar um band-aid e tava tudo certo. Obviamente, por estar anestesiada na cachaça.
Daniel colocou todos no carro, e rumamos para o hospital mais próximo. O primeiro era particular, e não atendeu, Tabata por razões óbvias de não termos grana. A esta altura, a menina já chorava e falava que não queria morrer. Voltamos para o carro e fomos a um hospital público. Wagner que estava mais sóbreo, acompanhou Tabata, enquanto os outros aguardavam no estacionamento. Neste momento, Mikaely disse (pois não me lembro desta parte) que eu deitei no chão do estacionamento, disse que o céu estava lindo, e apaguei. Ela me acordou e falou para eu dormir no carro. Levantei, cheguei perto dela e disse: "Estou preocupado com a Cristiane"(Sim, eu passei a noite inteira chamando Tabata de todos os nomes possíveis, menos o dela). Logo depois, entrei no carro e dormi.
Quando acordei, já estávamos andando pela cidade de novo, com todos bebendo, e Tabata já com a perna enfaixada após receber o atendimento. Foi neste momento que eu virei o bêbado chato moralista, e briguei com o pessoal, pois estávamos com uma pessoa estranha, bêbados, a menina com a perna machucada, e todos ainda bebendo como se nada tivesse acontecido. Então Daniel me disse pra relaxar, e nos levou a última parada da noite, um lugar com umas espécies de gazebos, e umas fontes com uns peixes bem bonitinhos. Ali, mais calmo, conversei com Mikaely e decidimos que já era hora de retornar ao alojamento.
Voltamos ao alojamento umas 05h da manhã. Por um azar do destino, Tabata estava hospedada em um dos quartos do segundo andar. E como ela estava com a perna machucada, subi as escadarias com ela no colo. Bebida me dá superforça ao que parece, pois nem sei como fiz aquilo.
Alguns dos universitários tinham passado a noite bebendo e fazendo algazarra no alojamento mesmo. Cumprimentamos os que ainda estava acordados, e fomos dormir. Detalhe, o alojamento era um espaço que nos foi cedido, dentro de um Seminário Palotino.
No outro dia de manhã, o Professor responsável pela excursão, entrou nos alojamentos, e passou o maior sermão, pois quase fomos expulsos pela bagunça que os outros universitários ficaram fazendo. Porém, como nós chegamos da rua já pela manhã, a maioria das pessoas que não estavam envolvidas, pensaram que fomos nós quatro que tínhamos feito a tal bagunça.
Resultado, passamos a noite fora e levamos a culpa por uma festa que não damos, e Tabata ficou conhecida na faculdade como "A Menina do Bueiro". Mas valeu a pena. Pois apesar de tudo, foi uma noite muito foda.
Desculpem o textão. Abraços! <31
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2020.07.20 01:41 Isaias_papinho9uwu A minha triste história com putas e meu ex-amigo macaco Wilson.

Opa amigo, então você se masturba pensando na sua falecida filha que te abandonou e foi morar com um sugar daddy rico em moscou? Não se preocupe, seu caso não é pior do que o meu, vou lhe contar uma história esdrúxula, da qual não me orgulho. Certo dia, me encontrava em tal solidão que não sabia explicar. Minha esposa não acasalava comigo a meses e eu ia para o trabalho apenas pela forçada rotina. Naquele dia acordei e toda a ficha caiu. Eu precisava me sentir vivo, e para isso, iria até as profundidas mais obscuras da minha criatividade. A ideia inicial era ir a uma casa de damas da noite, mas isso não seria o suficiente, mesmo assim, relutante, fui em direção de meu pressuposto destino, na esperança de que algo inesperado acontecesse. A cada passo minha mente nublava, e eu perdia minhas esperanças, mas... chegando lá eu encontrei um macaco sentado no batente da rua com uma garrafa de whisky na mão e um cigarro na outra. Sentei do lado dele e senti seu semblante gritando por alguma ajuda... ele estava na mesma situação do que eu. Perguntei o que lhe havia acontecido, e ele me disse que sua esposa tinha lhe expulsado de casa, mas que isso não era o pior. O pior foi ele ter percebido só agora que não a amava a anos e que tudo que queria era se sentir vivo de novo. Perguntei então pelo motivo dele estar sentado ali, na frente daquele ilustre cabaré, e ele me contou que estava indo para ali a primeira vez e que não sabia mesmo se era isso que ele queria. Dei um tapinha amigo no ombro dele e o chamei para dentro comigo, mas antes perguntei do seu nome... Wilson, era mesmo o nome de um camarada. De primeiras impressões, achei um lugar muito esbelta. Paredes pintadas, chão ladrilhado e balcão chamativo (tipo aqueles de hotel 5 estrelas), pensei então, o que pode dar de errado? Meu recém amigo macaco estava receoso, então fui logo dando o primeiro passo. Pedi para moça chamar uma dama das tops para meu amigo e falei que eu pagaria, ele se sentiu desconfortável mas eu insisti. No meu pedido eu chamei uma moça novata, que possivelmente não tivesse muita experiência e que gostasse que o homem conduzisse o ato. Eu sei que foi bastante específico mas era um cabaré enorme e bastante conhecido, por que não tentar a sorte, não é mesmo? Depois de alguns minutos esperando no sofá da recepção chegaram as belas damas; uma loira linda com mechas até pouco acima do quadril e peitos e bunda destacando, já olhei para meu amigo e dei uma piscadinha. Do lado dela havia uma mulher baixa, de cabelo curto e bochechas rosadas, fiquei pensando como puderam acertar tanto no meu estilo. Eu e meu amigos nos direcionamos para os quartos e chegando lá... eram enormes. Fiquei espantado com tamanho investimento e profissionalismo. Meu amigo macaco que estava com um suspensório já estava o tirando no canto do quarto; eu, para não ficar para trás também comecei a desabotoar meu "terno" (era uma roupa falsa e barata mas gostava de chamar assim) de baixo para cima e a tirar meu cinto. A moça tímida em minha frente estava ofegante e parecia esperar ansiosa pelo que eu tinha entre as pernas, e enquanto isso, eu via pelo canto do ombro o meu amigo se debulhar com aquela dama. Aquilo me deixou mais eufórico e eu parti para cima rapidamente. A moça me pedia desesperadamente para ir devagar e eu não estava afim de ir dali para uma delegacia, então, retrocedi em meus passos. Pedi para ela agachar e abrir um pouco a boca, ela prosseguiu lentamente. Enquanto eu me deliciava com aquele lento e amador boquete, via meu amigo no segundo round. Eu então acelerei e antes que desperdiçasse meus escrementos apenas na boca dela, a virei rapidamente e comecei a meter dentro. Era apertado e molhado, ela estava gemendo muito alto, parecia estar gritando. Aquilo era muito bom. Engatei a segunda marcha e fui como um cavalo, parecia que a moça ia explodir. Na hora H eu tirei muito rápido e sai gozando para o alto, jogando fora os meus liquídos a meses guardados. A moça abria a boca e deixava cair alguns pingos. Depois de alguns segundos gozando ela fecha a boca, engole e me da um sorrisinho, aquilo foi realmente muito bom. Então você pensa, "por que sua história é pior do que a minha?", e eu te respondo, calma que a parte ruim é agora. A dama do outro lado com meu amigo Wilson já estava conversando com ele a um tempinho, já que meu ato demorou um pouco mais pela timidez da moça. Ela me chamou para se aproximar e começou a conversar comigo. Wilson afirmava e reafirmava várias vezes o quanto ela era legal, e ela realmente era. Ela chamou nois dois para sair depois do horário de trabalho, e Wilson não pensou duas vezes. Esperamos ali do lado de fora, no mesmo lugar em que nos conhecemos. Pouco mais de uma hora depois ela saiu, parecia estar mais animada do que antes. Ela nos convidou para a casa dela, disse que hoje não haveria ninguém e que podiamos passar o resto da madrugada bebendo, conversando e tudo que quisessemos (detalhe: ela enfatizou bastante essa parte, Wilson chegou a ficar animado). Chegando lá, era uma casa bastante luxuosa para alguém que trabalho que esse tipo de coisa, agora fazia sentido os 1000 reais que gastei. Ela nos levou para o quarto dela e disse para esperarmos lá dizendo que tinha uma surpresa. Ficamos conversando lá por uns minutos até que ela chega só de lingerie e 3 copos em uma bandeja. Ela falou que era uma bebida especial que aprendeu a fazer no trabalho e que era mil vezes melhor que viagra e vodcka juntos. Eu reluntei em minha cabeça mas o Wilson já estava quase virando um copo, e ele me olhava com malícia, como se me chamasse para uma competição. Nos bebemos aquele copo em menos de 30 segundos e ele foi preparar mais. Eu comecei a ficar meio tonto, mas deve ser o efeito do álcool. No segundo copo, demorei um pouco para virar tudo, e como ela percebeu a competição, já tinha trazido três para cada um. Enquanto eu estava terminando a segunda, o Wilson já havia ganhado, então, como prêmio, ela começou a beijar ele e a se esfregar por cima. Minha visão naquele momento estava muito embaçada mas podia sentir meu pênis ainda crescendo dentro da minha calça. A safada ainda se esfregando em meu amigo, botou meu pau para fora e começou a me masturbar. Depois de alguns minutos eu juro por Deus que não conseguia entender mais nada, minha visão estava muito embaçada e meu raciocínio muito lento. Comecei a meter nela, e apesar da brisa, eu estava rendendo bastante, talvez fosse a bebida. O sexo durou muito, acho que foi o maior da minha vida, e depois de gozar cai direto no sono. Acordei no outro dia umas 8 horas da manhâ numa ressaca absurda e com um tapa na minha cara. Abri os olhos assustado e a primeira coisa que vi foi um careca alto e musculoso. Do meu lado estava meu amigo todo gozado. Naquele exato momento liguei todos os pontos. A puta nos drogou e fez eu comer meu amigo, e ainda por cima, tinha um musculoso na minha frente pronto para me meter a porrada, devia ser algum amigo dela que ela chamou dizendo que invadiram a casa dela ou sei lá. Conclusão: cheguei em casa todo ferrado, não conseguia olhar para cara da minha esposa e ela estava terrivelmente preocupada. Decidi me livrar do fardo logo de início e contei tudo para ela. Ela me expulsou de casa e fui procurar meu amigo. O desgraçado tinha sumido de todos os lugares e tive que alugar um ap barato e continuar com minha rotina mizerável. Ainda por cima, 2 meses depois, testei positivo para HIV. Moral da história: Não beba nada que você não conheça o paradeiro, ainda mais se for de uma puta que da para um macaco.
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2020.06.14 05:08 Nagaia21 O Beijo Roubado

Oi Luba, editores e turma que está a ver .
Estou aqui para lhe contar a inusitada historia do meu primeiro beijo, ela é um pouco longa e acho que podia servir de alerta para as meninas que gostam de ficar loucas em festas. Nossa historia começa quando eu tinha 17 anos, eu era "amiga" de uma menina que vou chamar de Julia, ela tinha 16 anos e tinha um primo, que eu vou chama-lo de Diego, ele tinha na época 17 anos. A Julia me convidou para uma festa que ela ia dar em sua casa e eu mesmo relutante por ser tímida e me sentir deslocada aceitei. No sábado a noite lá estava eu com o meu vestido preto curto e a cueca box do meu pai por baixo para não aparecer minha calcinha, (sorte que tive essa ideia), na festa encontrei a Damares ( nome ficticioso), filha do padrasto da minha amiga e que ela tinha muito ranço, a gente começou a beber juntas e eu que não estava acostumada, acabei ficando bêbada muito rápido, então comecei a aceitar as ideias loucas da Damares, que incluía sair para a rua zuar. A gente passou boa parte da festa saindo para a rua e voltando quando acabava a bebida, minha amiga já estava bem preocupada e com muita raiva de mim, em certo momento em quanto eu voltava para a festa para buscar bebida, encontrei minha amiga e o Diego na porta do galpão, ( a festa era em um galpão bem pequeno e nos fundos do terreno era a casa da minha amiga, que ela deixou fechada, para que as pessoas não tivessem acesso), eu fui falar com ela mas o Diego me impediu passando o braço pela minha cintura e me dizendo que ira cuidar de mim, eu inocentemente pensei que ele realmente iria me levar para dentro e me dar água, então o segui, ele me levou para dentro da casa da minha amiga e ordenou que eu sentasse no sofá menor, eu não queria, mas obedeci, ele então entrou na cozinha me deixando sozinha na sala, eu queria muito levantar e sair dali , porém minha cabeça não estava funcionando direito, foi então que a Damares passou indo em direção á cozinha (eu não sabia mas ela estava me procurando), levante e fui atrás dela, ele surgiu na porta e me parou, eu me encostei na parede ao lado da porta, ele de frente para mim com o braço impedindo minha passagem, perguntou a onde eu estava indo, eu respondi que não sabia, ele pediu para eu sentar no sofá novamente, eu obedeci, ai ele entrou na cozinha pela segunda vez, segundos depois ele voltou, eu me levantei, ele me disse "senta aí vc não está bem", eu respondi " to bem", ele falou "não esta, eu to vendo", ai eu sentei no sofá e ele sentou ao meu lado, como minha cabeça não parava de rodar eu me inclinei para frente e abaixei a cabeça e ele com a mão levantou o meu rosto e me beijou, eu não tava acreditando naquilo, achei que ele realmente iria cuidar de mim, foi então que meu corpo começou a perder a força e eu fui tombando para trás, consequentemente deitando no sofá, ele entendeu como um convite e começou a deitar por cima de mim, sem parar de me beijar, em segundo eu apaguei, ele percebeu e parou ficou tentando me acordar chamando meu nome e beijando meu rosto e pescoço, ele ergueu a minha perna e pois por cima da dele, para que eu não tombasse para o chão, de fundo eu ouvia a Damares falando que não era para a gente se preocupar pq ela tinha trancado a porta e estava de olho na janela para ninguém entrar, eu retomei a consciência, ele me levantou fazendo com que eu ficasse sentada no colo dele, continuou me beijando e eu não sabia o que estava fazendo, ele ficava me dizendo para controlar a língua em quanto passava a mão por todo o meu corpo levantando meu vestido e apertando a minha bunda, foi então que pela segunda vez eu desmaiei e dessa vez acabei caindo de cabeça no chão ele tentou me segurar e me acordar, mas eu não voltava, a Damares de fundo, tentando me fazer acordar gritava meu nome, eu não sabia mas nesse exato momento minha amiga chegou e viu aquela cena, o Diego segurando a minha perna e eu com metade do corpo no chão, ele de acordo com a minha amiga, ficou muito sem graça e largou minha perna no chão para que pudesse me pegar no colo e me levar para o quarto, para que eu pudesse dormir, mas a minha amiga disse para me deixar deitado no sofá, lembro de acordar e ver a Julia, a prima dela e ele conversando, ele falando que eu o mordi a boca dele e elas rindo, depois disso eu dormi de verdade e minutos depois fui acordada pela minha amiga, fui pra o quarto e dormi. Na manhã seguinte acordei de ressaca e a primeira coisa que a minha amiga me disse foi "não acredito que vc ficou com o meu primo", eu nem lembrava que ela sabia e até hj ela conta isso para todo mundo, eu nunca mais falei com esse menino, a minha amiga disse que ele se sentiu muito mal pelo que a aconteceu e eu também não acredito como foi tão ingenua de deixar isso acontecer. O que eu quero deixar de ensinamento e que tomem cuidado ao ir em festas e beber, pq vcs podem encontrar pervertidos que iram se aproximar só para se aproveitarem. Um beijo para quem quiser e obrigado por todos que leram.
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2018.08.12 16:43 brotocarioca Meu amigo se tornou alcolatra. Como ajudar?

Somos amigos de infância, de morar na mesma rua, jogar bola juntos.
Daquele tipo de amigo que já abre a geladeira da sua casa e sua mãe vê crescer.
Tivemos um breve afastamento natural com a vida de adulto, mas sempre estivemos em contato, marcando aquela resenha quando dava.
De um tempo pra cá, comecei a notar o comportamento dele diferente. Bebendo demais. A primeira vez que percebi a mudanca de temperamento foi num jogo de basquete que assistimos nas olimpíadas. Já chegou lá bebendo e meio alterado antes do almoço. Achei estranho porque aquilo não parecia lugar pra fazer isso. Minutos depois ele começou a conversar com uma mina e ela meio que cagou pra ele e começou a conversar com outro cara. Ele ficou louco e queria sair na mão com o cara ali mesmo.
Pensei, "quem quer sair na mão com um cara que nunca viu e por causa de uma mulher que nunca viu ao meio dia num ambiente super tranquilo desses?"
Quase fomos expulsos do parque olímpico e tive que fazer aquela média do "deixa disso". Fiquei bem puto esse dia. O que parecia que seria um dia agradável, tranquilo acabou sendo um puta de um estresse.
Algum tempo depois, um amigo em comum nosso havia tido uma filha e nos convidou para o aniversário de um ano. Ele apareceu lá na casa dele com uma garrafa de vodka, daquelas bem vagabundos derrete fígado mesmo e começou a beber sozinho. Até tinha bebida na festa, mas a maioria das pessoas estava naquela cervejinha moderada num domingo de tarde. Me perguntei novamente: "Quem bebe uma garrafa de vodka numa festa de um bebê de um ano?" só tinha família lá, o cara ficou bêbado e começou a falar várias merdas na frente da avó do nosso amigo. Deu em cima da irmã dele e rolou discussão. O noivo dela quis deitar ele na porrada. Esse cara tinha pensado antes em convidar ele pra ser padrinho de consagração da filha dele, mas quando viu o que estava acontecendo, deu graças a Deus por não ter feito isso.
Avança pra esse ano, a mãe dele começa a divulgar no Facebook que o filho dela estaria desaparecido. Fiquei preocupado e ajudei ela a ligar para os conhecidos e nada. Até que ela me informou que ele tinha sido encontrado e estava na cadeia. Foi parado na lei seca e se recusou a fazer o teste, ficou puto e chamou o policial de preto e foi preso no ato. Passou uns dias na cadeia e saiu. A mãe ficou tão envergonhada que disse para os amigos que ele estava no hospital.
Depois desses episódios, tentei conversar com ele. Falei que a vida dele estava desmoronando e ele não estava vendo. Que ele tinha que parar de beber, mas ele não pensa assim. Pra ele, as pessoas estão perseguindo ele. Ninguém presta. Ele. "pode parar quando quiser". Não quer fazer terapia, tá cada vez mais isolado.
Dá muita pena de ver a pessoa definhando assim. Ele é professor de educação física, costumava a ser atlético e agora tá gordo, visivelmente acabado. Não chegou nem aos 30 ainda, mas já parece ter mais de 40. Mulher nenhuma para com ele, ninguém mais convida ele pra nada. Se tornou uma pessoa desagregadora. Não sei como ainda não perdeu o emprego. Eu admito que também já não me sinto mais confortável na presença dele. Não quero sair com alguém que vai arrumar confusão e estragar o role da galera. Também já não confio mais nele. Não confio nele perto da minha mulher ou dentro da minha casa.
Me sinto um pouco culpado por isso. Parece que estou virando as costas pra um amigo, principalmente quando ele não tem pai ou irmãos. A mãe só o que faz é chorar e rezar. Até cheguei a considerar que ele estivesse tendo algum surto bipolar ou algo do tipo, mas quando ele não bebe, ele volta ao "normal".
Parece que ele virou outra pessoa.
TL;DR: O título do post.
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2018.03.30 05:19 romarioSant O Dia em que vi a pessoa que mais amei morrer na minha frente.

Bom dia, esse é o meu primeiro post aqui. PS: Esse morrer do titulo tem mais haver com algo sentimental do que falecimento em si. Gostaria de contar um pouco de minha historia e como cheguei ao fundo do maravilhoso poço em que vivo. Talvez fique um pouco grande pois tenho a mania de me extender em minhas historias
A 4 anos eu conheci uma garota, uma garota que considerei "Especial". É muito interessante essa palavra pois hoje me dia eu acho ela tola, a mania das pessoas em Tornar qualquer ato ou pessoa especial faz com que ela se torne algo futil (minha opinial) mas nesse caso, n consigo achar outra definição.
Eu conheci ela em um curso, ela parecia sempre sozinha, tinha uma cara de mal encarada, era gordinha e baixinha, nada perto do "padrao" porem bastou uma unica conversa e pá... la estava eu a tarde pensando: que garota interessante...
não sou uma pessoa muito amigavel, uma psicologa ja me descreveu como sadista, mas o que isso tem haver? tudo!!! não ligo muito para familia, eu tenho um enorme prazer em ver coisas ruins acontecer e felizmente tenho a virtude de nao sentir muita pena ou dó por pessoas, posso até sentir... mas n farei nada sobre isso... vcs dever estar agora pensando: putz, ele é apeas um cuzão do krl. Mas digo que nunca fiz mal nenhum a ninguem que n mereça, digo, coisas como bullyng e pressao psicologica por exemplo: Na minha escola por muitos anos sofri bulling por ser o gordinho nerdão e por n ter um porte fisico descente obviamente n conseguiria bater de frente com eles, entao encontrei um outro meio de fazer isso com a internet, descobrindo coisas do passado que os afetavam, fazendo montagens e obviamente usando um perfil fake fazendo o Zoador ser zoado na escola... coisas assim.
Por ter esse tipo de perfil muitas vezes só de olhar pra pessoa eu falo: "nunca serei amigo disso", gosto de no meu PENSAMENTO tratar pessoas com inferioridade, nao para me sentir uma pessoa melhor q ela... para olhar pra ela e ver quao bosta ela é. Um pensamento altruista talvez... que me fez escolher muito bem meus amigos q hj eu "confio" em cada um (porque obvio que é impossivel se confiar em alguem, n importa o quanto ele seja prossimo).
Voltando ao principal... Os meus dias de curso se tornaram mais interessantes, adorava a compania dela. adarava ver era xingando os outros, esculachando, a cara de cu de quanto a contradiziam, adorava conversar com ela... era diferente... sabe o porque? por algum motivo eu achava q ela parecia comigo. eu sempre tive uma mania de me defender de quem eu gostava... por ser uma pessoa antisocial sempre quando percebia q estava gostando de alguem eu falava: "ah, é facil, vou ignorar essa pessoa e bloq de todas as redes sociais assim ela para de falar comigo, é um pouco doloroso, mas vai ser melhor assim". PS: adoro sentir essa dor de perda. Visto esse pensamento automatico, pensei, ok, só fazer isso... mas ehh... n foi bem assim. Essa garota ela tinha algo estranho, ela consegui me anular. como assim??? antes de EU ignorar ela, ela me ignorava e por algum motivo fazia EU correr atras, ela sabia de tudo que eu ia fazer, e fazia antes e o melhor de tudo, sinto que era Automatico dela e n intencional... as nossas conversas acabaram se tornando mais raras pois ela me ignorava a maioria das vezes (n de me deixar no vacuo e sim por acabar com a conversa rapido) porem quando conseguiamos conversar... fluia de uma maneira encantadora, uma mistura de odio em conjuto, um pouco de amor, a romantização daquilo que a de pior no mundo, eu conseguia perfeitamente olhar no espelho e ver o quanto eu estava perdido.
Assunto de nossas conversas era sempre sobre algo tragico que odiavamos, era muito estranho como quase 100% concordava-mos com tudo, seria isso uma mentira? seria ela me enganado para achar q eramos iguais? por hra n sei, mas enfim... odiavamos as mesmas pessoas, desejavamos mal a todos os otarios que viamos pela rua, conversavamos sobre o quao baixo nós eramos e quao inferiores eram as outras pessoas, odiavamos aqueles "famosinhos" q iam a festas e tiravam fotos com bebidas, fumando e discutimos o quao escroto agente achava isso... era lindo.
anos conversando, nosso "relacionamento"(amizade) ia a vinha com isso de ela me ignorar e eu ignorar ela etc... até que chegou em um momento que achei q n dava mais e falei pra ela o que sentia... ela demorou a responder... achei q iria me ignorar mas ela respondeu... da maneira mais linda possivel...: "ja imaginava, mas n, n sinto nada por voce... desculpe... na verdade esse "desculpe" foi por educação, pois no fundo eu n me sinto culpada." . . . eu sorri... depois ri... e então bati palmas nada... mas NADA iria tirar esse sentimento de mim naquele momento.
então fiquei pensando... quão otario sou para achar isso incrivel? essa maneira rude de falar... seria exatamente o que eu falaria para alguem...
por incrivel que pareça nosso "relacionamento" melhorou, conversavamos diariamente sobre assuntos aleatorios, estava achando que aquele era o meu momento... parecia q estava vacinado, conseguia olhar na cara dela e falar "eu gosto de voce" até que chegou um dia... tenho isso guardado em mim... ela disse que tinha um garoto q estava a incomodando e estava a chateando... ela disse q ele queria ficar com ela mas ela n queria, porem ela n queria me contar pois tinha um serto respeito por mim e meus sentimentos...
eu fiquei lendo essa frase por alguns minutos... repetindo na minha cabeça, "essa foi a coisa mais doce que ela ja me disse" achando que esse seirao mais fundo que poderia chegar, ela completa: "fico feliz que vc n tenha parado de falar comigo, acho que vc foi bem maduro e quero q saiba q eu respondi NÃO mas SAIBA QUE AINDA ESTOU PENSANDO SOBRE ISSO, NAO SEI AO CERTO SOBRE MEUS SENTIMENTOS POIS GOSTO DE CONVERSAR COM VOCE, POREM N QUERIA DIZER AQUELA HORA PARA N CRIAR ESPECTATIVA"
minha cara congelou, n sabia o que responder, era um sentimento de felicidade estranho que n se baseava em odio e desgraça que me fez deitar e pensar "acho q essa garota quer me matar" eu sentia que estava sendo alimentado algo que n devia, porem algo que eu queria.
sem nenhuma reação a convido para ir no cinema, que ainda depois iriamos sentar na praça e falar mal de todas as pessoas q passariam por ali... seria um programa incrivel para nós. e ela aceitou... nada seria tão perfeito... antes que pensem, n queria sair para "ficar com ela", eu queria apenas estar perto. um dia antes de sairmos, ela me envia uma menssagem desmarcando pois tinha contecido algo que n lembro, obviamente fico triste, remarcamos o dia, 1h antes de eu sair... ela me envia menssagem, desmarcando... nesse momento sorri ironicamente, pensei "nao... impossivel... ela n ta fazendo isso..." no momento falei: desisto... isso n vai acontecer e então ela me envia uma menssagem do nada "amanha, as X horas, pegar ou largar"... filha da puta... confirmei.
Nesse dia sai de casa apreensivo,no meio da caminho recebo uma ligação, era ela dizendo "Voce está atrazado", nao poderia receber algo melhor. e nessa hora começou o que eu chamo de O MELHOR - PIOR DIA DA MINHA VIDA. chegando compramos os ingressos e fomos assistir o filme... falamos mal do filme do inicio ao sim, mas o pior, o pior estava do meu lado, eu estava muito proximo, eu sentia ela ali, eu olhava pro lado, eu queria morrer, eu sentia q eu poderia morrer a todo instante... eu queria tocar nela, aprenas segurar a mão, ela frequentemente vinha ao meu ouvido e falava alguma coisa ruim, aquilo estava me deixando louco... depois que o filme acabou, eu estava chocado... quão fraco eu sou??? fui ao banheiro e me olhei no espelho... eu via uma pessoa ridicula ali. logo quando chegamos ela falava frequentemente q tinha q ir embora no hora X e isso estava me deixando cheteado pois parecia q ela estava ali por abrigação, mas sinto que depois do filme... ela parecia ter esquecido disso... passamos algumas horas vagando por ai... falando mal das coisas... eu momentaneamente senti paz. Na hora de ir embora ela disse q a mae dela iria buscala de carro, ficamos na frente do shopping discutindo sobre a vida. até q o celular dela toca... era a mae... desligando ela vira pra mim e fala "fica longe de mim, ja pode ir embora". ja estava de noite e estava meio deserto, n iria deixar ela ali sozinha. como um bom otario esperei a mae dela chegar ir em bora. quando fui embora... cheguei a um amigo e falei "tive o pior dia da minha vida". Ele respondeu o obvio "vc ja percebeu q essa garota só te faz mal?? por que vc gosta dessa otaria?" não soube responder... Depois desse dia eu fiquei muito confuso no que fazer, n sabia se deveria continuar... porem nesse meio tmepo eu estava conhecendo uma outra garota q estava com problemas, ela precisava de mudar urgente e falou q nao bancaria uma casa sozinha, e me convidou... eu, como n me dou muito bem com minha familia falei sim na hora, n via a hora... com o tempo e morando jundo com essa garota eu e ela acabamos ficando e logo em seguida namorando...(afinal... quem sabe agnt n esquece a outra babaca) tolisse minha... se passaram 3 meses morando na casa... EU QUERIA MORRER porque??? essa garota ela tinha problemas emocionais q eu achava banais, problemas com a familia e com Ex-namorados, era escroto, ela tentava ser gentill e eu odiava o jeito dela... pessoas gentis demais são burras e ela só fazia merda atras de merda... eu estava com muito ódio... porem por estar com ela eu me afastava mais da outra garota q eu gostava (que nunca deixei de gostar) e isso estava me deixando muito irritado, acabei bolando um plano... como eu tinha um contrato com a casa por 1 anos, pensei em fazer ela terminar comigo (como eu disse, n me importo muito com as pessoas entao... foda-se) passei a ser uma pessoa amarga. eu via ela chorar porque estava triste mas não sentia pena, n sentia remosso, quando ela chorava eu tinha vontade de morrer, pois precisava consola-la pois se eu n fizesse ele iria chorar mais ainda me causando mais estress. eu olhava pra ela e pensava "isso é muuuito distante do que eu senti naquele dia no Cinema" até que consegui terminar... ela ficou estremamente puta... falou um monte de merda pra mim, gritou comigo... sentei e ouvi calado... eu sabia q aquilo era parte do meu plano, aquele e ela descrevia n era eu... no fim... consegui sair da casa, mas durou quase 1 ano.
(hoje em dia) ao voltar a minha antiga cidade, perto do calor do inferno da minha familia eu olhei e tentei falar com ela... a garota. mas era diferente ela não estava igual, ou não parecia. porem obvio, eu sumi por a desgraça de um ano praticamente, não sinto no direito de falar um "oi" pra ela. passei por todos esses problemas na casa meio que "sozinho", nao contei para ninguem, porem vejo muita gente achando que eu os "abandonei" mas... como vou falar pra eles que nao??? mesmo nao querendo eu fiz isso. então vejo ela hoje, indo pra lugares q achei q ela jamais iria, falando com pessoas q costumavamos virar noite falando mal, me fez me perguntar... uma pessoa pode mudar assim? tao rapido. Sinto que como se ela tivesse morrido, morrido de verdade, aquela garota q costumava virar noites conversando... n existe mais?? porem talvez essa n é a pergunta que eu tenha q fazer, e sim: Quando eu morri??? reflito sobre mim mesmo... sim, acho q fiz isso tambem, não sou diferente daqueles que odeio, estou no mesmo poço de insignificancia. Acho q isso é mais um desabafo do que um pedido de ajuda... ja conversei com amigos e eles falam "procura um psicologo" porem n sinto que preciso, me sinto bem. "Ah, mas n é normal alguem se sentir assim" eu confesso que n ligo... acho lindo ver a decadencia, mesmo que seja a minha.
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2016.12.13 18:28 throwaway392040 [Desabafo] Acho que eu e a minha namorada nos estamos a tornar incompatíveis.

Olá,
Desculpem este merdapost mas precisava de desabafar e das vossas opiniões.
Eu e a minha namorada estamos juntos há 6 anos. Não temos uma relação perfeita, mas quem tem? Sempre nos respeitámos um aos outro, mesmo nas nossas diferenças. Eu sou um tipo que curte ficar em casa a ver filmes ou jogar e ela sai quase todos os dias à noite, vai ao café com os amigos ou a um daqueles bares onde se joga snooker e setas. Eu nunca me importei e sempre achei óptimo que tivessemos os nossos grupos separados e vidas separadas.
Recentemente, ela arranjou um novo grupo de amigos. Também é com estes amigos que às vezes vai ao café e ao bar, mas ultimamente têm feito mais o tipo de saídas que antigamente fazíamos juntos até os termos fartado (pelo menos eu fartei e pensava que ela também porque era o que dizia). Vão a discotecas e isso, saem até às 7h da manhã... E eu também nunca disse nada, porque embora tenha achado estranha a mudança súbita de comportamento (ela dizia sempre que não gostava desses ambientes e só gostava de ir ao café, jogar com os amigos, etc), respeito a decisão dela e não me incomoda.
O problema é que recentemente este grupo de amigos fez-lhe uma sugestão para irem passar a Passagem de Ano a um daqueles sítios da moda onde vão artistas conhecidos, onde se bebe muito, enfim, onde é festa até às tantas. Os amigos dela disseram para ela levar o namorado e ela convidou-me, mas a verdade é que eu não conheço o grupo e também não gosto desses ambientes, por isso não quero mesmo ir... Eu expliquei-lhe que não é o meu género e disse para ela ir sem mim, que eu não me importava e passava a passagem de ano com o nosso grupo habitual, e ela só dizia coisas tipo que ainda tinha de ver, porque queria passar comigo, e que podia ser que eu ainda mudasse de ideias. Só que eu não vou mudar de ideias. Não gosto desses ambientes, e não estou mesmo para gastar dinheiro em viagem, alojamento, comida, bebida para esse sítio para não me divertir nem sentir confortável. É verdade que eu gostava muito de passar com ela, no nosso ambiente habitual dos outros anos, mas percebo que ela queira algo diferente e não quero privá-la disso. Mas também não quero sentir-me obrigado a ir, que é o que me sinto quando ela diz coisas tipo ainda pode ser que mudes de ideias, quando ambos sabemos que não vou mudar. Isto já não é a primeira vez que ela me tenta persuadir a integrar-me nestes hábitos dela, nem que me faz sentir mal por não gostar dessas coisas... Tenho medo que ela se esteja a fartar de como eu sou, mas também não quero mudar. Eu gosto mesmo dela e por mim isto nunca vai ser a causa de uma separação, mas tenho medo que nos estejamos a tornar incompatíveis. Qual é a vossa opinião? :s Obrigado desde já.
TL;DR - A minha namorada tem um novo grupo de amigos que gosta de beber e sair e ela começou a gostar também. Eu sou um tipo pacato que gosta de ficar em casa ou ter planos mais sossegados. Agora, ela quer levar-me para os planos dela e faz-me sentir mal por não participar deles.
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PEDI A GRINGA EM NAMORO!!! (ELA ACEITOU?) ELA ME CONVIDOU PARA JANTAR E EU FUI IRRITAR ELA!!!! ELA ME CONVIDOU PRA DORMIR? A GRINGA ME CONVIDOU PARA SAIR!! ELE SÓ CONVERSA E NÃO TE CHAMA PARA SAIR? VEJA COMO MUDAR ISSO! Meu Inimigo Expôs A Minha Vida Secreta

Quando ela convida para tomar um café - A BRUXINHA

  1. PEDI A GRINGA EM NAMORO!!! (ELA ACEITOU?)
  2. ELA ME CONVIDOU PARA JANTAR E EU FUI IRRITAR ELA!!!!
  3. ELA ME CONVIDOU PRA DORMIR?
  4. A GRINGA ME CONVIDOU PARA SAIR!!
  5. ELE SÓ CONVERSA E NÃO TE CHAMA PARA SAIR? VEJA COMO MUDAR ISSO!
  6. Meu Inimigo Expôs A Minha Vida Secreta

ELA ME CONVIDOU PRA DORMIR? Veja o que eu fiz ... Como Chamar uma Mulher pra Sair ... 9 Formas Criativas para Puxar Assunto qdo ELA NÃO RESPONDE! - Duration: 11:39. Ele a convidou para sair muitas vezes, e ela sempre tinha dois motivos para recusar. Primeiro: Ela realmente não gostava dele, pois Max era uma pessoa má. E em segundo lugar... ela não tinha ... FALA GALERAA! O vídeo de hoje é mais um vlog nos ESTADOS UNIDOS! Espero que curtam bastante! Se inscreva no canal, deixe seu like e deixe nos comentários o feedback de vocês! Se você não me ... FALA GALERAA! O vídeo de hoje é mais um vlog nos ESTADOS UNIDOS! Espero que curtam bastante! Se inscreva no canal, deixe seu like e deixe nos comentários o feedback de vocês! Se você não me ... Nunca irrites a menina que te convida para sair, caso contrário vc pode se dar mal kkkkkkk -----... E quanto mais ele te testa, mais você da uma ''brecada'' nele, até que ele te chame para sair. O homem ele te coloca como opção e te chama para sair quando ele sente que tem a possibilidade de ...