Muito beijo na primeira data

Na primeira, sempre beijo com uma leve pressão e fazer seus movimentos lentos e suaves. No caso em que parece que ele está apreciando-lo, você pode inclinação-lo em um pouco. Evite colocar os lábios em um pucker apertado - que é um cargo ocupado por beijos não-romântico, e pode se comunicar com a ideia errada. O Bloco do Primeiro Beijo teve sua primeira edição em 2014, começou como evento fechado até 2016. Hoje retomamos a ideia do bloco mas com desfile aberto e gratuito. A banda relembra sucessos do pagode e faz releitura das músicas do momento em forma de pagode. Se a sua data se afastar depois daquele abraço e do beijo na bochecha, melhor sorte na próxima vez. Mas se o seu encontro chegar mais perto, vá para aquele beijo, porque é o que a sua data quer também! [Leia: 20 maneiras de aperfeiçoar sua primeira conversa com a data e fazer com que sua data se apaixone por você] 21 pessoas cujo primeiro beijo definitivamente foi pior do que o seu ... 'Eu estava vendo TV na casa de um menino. Eu queria muito beijá-lo e sabia que ele queria me beijar, mas estava nervosa ... 2. Perfect Place to Kiss pela primeira vez. O lugar onde você escolher para o seu primeiro beijo acontecer também é importante. Se você acha que a segunda data é o momento certo para iniciar o primeiro beijo, então você deve incentivar o seu parceiro para se certificar de que o lugar para essa data é um lugar tranquilo. Com este beijo sentimentos e memórias muito associados: primeiro amor, primeira data, o primeiro homem, o primeiro relacionamento «sério», ea primeira experiência do beijo em tudo. A situação usual, você realmente gostar um do outro, começam a ocorrer mais cedo ou mais tarde, e que ia acontecer uma noite ele passou você de casa, e de ... O Dia do Beijo celebra-se anualmente a 13 de abril, e Portugal não foge aos festejos. Esta data comemora o ato do beijo e mostra os benefícios da sua prática. O beijo é um ato comum em várias sociedades, seja como forma de cumprimentar ou saudar alguém ou de demonstrar amor e carinho por outra pessoa. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. Também é conhecido como beijo de língua. A expressão foi criada por volta de 1920. Na França, o beijo francês é conhecido por beijo inglês. Compartilhar Escócia. Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Um primeiro beijo é muito importante para todas as meninas por causa de sua intensa significado do amor e carinho. Se você não tinha experiência no passado com beijo, então é muito necessário que você aprender os passos básicos primeiro antes de tentar beijar uma menina ou um menino porque a primeira impressão é sempre a melhor ... A primeira novela brasileira completa 65 anos no dia 21 de dezembro, data de sua estreia. Sua Vida Me Pertence, estrelada por Walter Foster e Vida Alves na extinta TV Tupi em 1951, foi precursora ...

O pior aniversário

2020.09.18 18:52 lucascorneo O pior aniversário

Olá Luba, editores, pessoas que estão a ver, Gatas, e qualquer forma de vida que esteja vendo esse belo vídeo, hoje vou contar a história da grande desgraça que foi meu aniversário. 
No final de 2017, eu tinha conhecido uma garota no interclasse da minha escola, ela era muito gata, querida, e muito interessante, foi paixão a primeira vista KKKKKJ. Começamos a conversar, e na outra semana a gente ficou, encaixou o beijo e foi ótimo, continuamos conversando. Em março, eu iria fazer uma festa de aniversário, e convidei alguns amigos, entre eles, a minha "namorada" e minha melhor amiga. A festa foi ótima, dançamos muito, cantamos, comemos, e fomos pra dentro. Chamei ela pro meu quarto, e começamos a se pegar, mesmo bagulho de sempre, e tava um clima ótimo. Achei o momento perfeito para pedir ela em namoro, ela aceitou, nos beijamos, foi lindo. Após isso, ela foi pro outro quarto, ( no qual estavam minha melhor amiga e uma outra garota) para contar a atual notícia. Até aí tudo bem. Namoramos mais uns 2 meses, e ela me falou que queria me contar um negócio, beleza, falei que tava livre e ela começou a escrever, ela me contou que na noite do meu aniversário, no momento que ela tinha ido contar pra minha "melhor amiga", elas tinham ficado, e eu fui traído 5 min depois de começar a namorar. Hoje em dia eu racho o bico rindo dessa história. Mas não acabou por aí, eu "desculpei" ela, e continuarmos namorando, na minha cabeça só passava uma coisa, eu precisava me vingar, não podia sair por baixo nesse negócio, até aí tudo bem, fiquei de boa e esperei o momento certo pra dar o troco Até que chegou um dia completamente triste, meu bisavô tinha morrido, e eu fui triste pro velório, chorei de mais, tava bem triste. Lá, vi minha prima, e ela tava com uma amiga, a Rainara, ela foi completamente querida, e muito compreensiva, gostei muito dela, e nos começamos a conversar. Passaram-se uma semana, e eu fui de novo pra cidade da minha bisavô, pra missa de 7 dia, e advinha quem estava lá, exato, a Rainara, e advinha o que eu fiz? Exato, fiquei com ela, dando enfim o troco na minha ex. No outro dia, contei pra ela, e esfreguei na cara dela, que eu tinha dado o troco nela. Hoje me sinto mal por ter pegado a garota numa data tal triste, e por um motivo tão ruim. Essa foi minha história, sei que faltaram alguns detalhes, mas se fosse para ler tudo, iria demorar muito tempo, te amo ❤️
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2020.07.14 00:18 Bell_13 Plano que acabou com um triângulo amoroso

Olá Luba, editores, falecidos papelões, Pekeaunu Reaves, possível convidado virtual- coronga irus gente tem que ser virtual-, gatas e um adeus para o sexto andar. Bem essa história que vou contar pode parecer muito absurda inicialmente mas com o contexto não ficará tanto assim ( ela é gigante então peguem uma mascara e álcool em gel, quer dizer... Pipoca e suco de uva).
Um ano atrás mais ou menos, eu e meus -até no momento- melhores amigos (vou chama-los de M e T) começamos a contar os segundos pro final da aula juntos e assim que terminou a danada da aula o T me pegou no colo e eu sendo uma boa amiga aceitei, mais conhecida como preguiça.
Porém, entretanto, todavia existem pessoas que tiram tudo do contexto e uma colega (vou chama-la de N) tirou uma foto de quando nos três estávamos saindo da quadra suados e eu vestindo a blusa do M por cima do meu uniforme -estávamos tendo aula de edução física e eu não tinha levado troca de roupa- e postou com seguinte legenda " quando descobrimos duas traições com a mesma pessoa" mesmo que eles não tivessem namoradas -Não será importante então não será necessário guardar.
Duas horas depois da postagem ser feita, o M e o T vieram falar comigo pelo whatsapp- a gente tem um grupo onde conversamos sobre a vida- criando um plano talvez esquisito ou no mínimo malicioso pra apagar aquela foto da memória de todos, a gente fingiria namorar e logo aquilo cairia no esquecimento da escola e a chantagem daria certo- sei que não fez sentido nenhum mas tá- eu por não ter a menor ideia do que eu faria caso aquela foto chegasse aos meus pais aceitei aquela ideia maluca.
No dia seguinte na hora que eu cheguei na escola fui bem calminha pra sala de aula evitando todo e qualquer ser humano que poderia me fazer perguntas sobre o post que a N tinha feito, maaaass como felicidade de pessoa do interior dura pouco quando cheguei na sala estavam o M e o T me roubaram um beijo na frente de metade da sala - cada um roubou um beijo por eu estar distraída, ok?- deixando todo mundo estático e a mim também.
Isso aconteceu por dois dias mais ou menos até eu começar a retribuir os beijos dos dois, só que cada semana que passava o plano dava mais certo já que o blog da escola tava sendo esquecido e a postagem já tava meio morta -no processo do esquecimento- até que em um dia aleatório mais especificamente na primeira segunda feira depois do dia das crianças os meninos que estavam no terceiro A iam passar trote nas meninas do primeiro ano A- onde eu estava- e as meninas do terceiro B - onde a N estava -iam passar trote nos meninos do primeiro ano A- onde o T e o M estavam.
A gente havia tido uma conversa no dia anterior pra parar de se falar naquela semana para as pessoas entenderem como se a gente tivesse terminado, só que tínhamos esquecido daquele trote.
Resultado: dois meninos, o G e o F, jogaram leite em mim e a camiseta por ser branca e de linho ficou quase transparente, o M e o T ficaram com farinha no cabelo, o M ficou sem camisa por ter me emprestado e ainda tiveram que explicar pro diretor, que era pai do M, do porque ele tinha ficado literalmente sem camisa no meio do primeiro ano e do ensino fundamental 1.
Duas semanas depois daquele acontecimento na data do meu aniversário eu convidei os dois pra ir na minha casa e vi meus pais conversando com eles, horas depois eles me propuseram o triangulo amoroso e eu aceitei.
Essa foi minha história que eu deveria criar uma fanfic sobre. до свидания (tchau)
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2020.06.09 04:11 Lady_killer666 "A MELHOR AMIGA"

Olá turma, lubisco, gatas, etc etc que talvez estejam lendo isso, tenho muitas histórias mas pra primeira escolhi essa.
Bom, tudo começou quando uma menina e eu fizemos amizade, nos demos bem e com o tempo viramos melhores amigas, porém logo percebi que não podia contar com ela, quando tava mal e precisava muito de um abraço ou apenas conversar ela sempre interrompia pra falar de machos e blá blá blá, eu me interessei em namoro e tals meio tarde comparando com as pessoas ao meu redor que com 14 anos já estavam apaixonadas eu tava lá brincando com brinquedos que achava perdidos no meu quarto, porém quando eu comecei a me interessar por um menino aqui da rua msm, comentei com ela, e como ela msm dizia "eu vi ele primeiro,portanto eu gosto mais dele" e se ela tentasse algo óbvio q ele ia acabar ficando com ela, ja q eu n tinha nenhuma experiência no assunto e era super tímida, passei meu número pro tio dele passar pra ele jaq o tio dele é basicamente o vizinho da frente, ela deu o número dela tmb mas pra outro menino vulgo amigo desse garoto, comecei a conversar com ele e tals nd rolou, porém qnd ela veio aq em casa eu peguei o Cell dela pra mexer jaq sabia a senha e ela pediu ele em namoro pelo wpp msm óbvio q n gostei mas meu bom coração mandou eu fazer nd, até que muito tempo dps eu já nem gostava dele, um menino dizia gostar de mim isso foi fim de 2017 e ele tentava me beijar de surpresa só que eu não sentia o mesmo e já deixei claro, mas todos falaram que era a chance de eu tentar e tals e com o tempo me permiti gostar dele, eu não gostava pq evitava a todo custo esse sentimento, enfim ela queria q eu perdesse meu BV na frente dela e eu não queria, não naquele momento, ele ficou triste q n me beijou e ela ainda disse q beija ele então pra me ensinar depois de uns dias disso eu fui viajar e no ano novo ela coloca um status com a data daquele dia e um monte de coração, anel e um casal e eu perguntei se ela tava namorando e adivinha com quem? Exatamente com o menino que gostava de mim e q eu fui forçada a ficar porém n fiquei pq ela n manda em mim, e eu fiquei tão puta com ela que até hoje eu evito ela, sempre que ela pede pra vir aq eu invento algo diferente só pra ela n vir pq ainda tenho coração bom e não consigo dizer que não quero é isto lubixxco um beijo pra quem quiser =30
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2020.06.06 18:57 PedroMR18 Eu sou o babaca por brigar/discutir com um homossexual (leia tudo para entender mais)

Olá Luba, gatas, editores, convidado que quase nunca está aí (não é bullying se é verdade) e turma. Meu nome é Pedro e eu sou de Belo Horizonte, ent se quiser fazer o sotaque mineiro, pode fazer.
Obs: desculpa se ficou muito grande a história
Título: Eu sou babaca por discutir com uma pessoa homossexual?
(Eu sei que o título já diz que eu devo ser o babaca, mas continue lendo pra poder entender de todos os detalhes)
Bem tudo começou no início desse ano, quando eu entrei em um grupo de Whatsapp, aí assim que eu fui perguntar o que que tava acontecendo, a minha amiga, vamos chamar ela de Bianca (ela era a Admin do grupo) falou que depois daquela última vez, ela queria tentar sair de novo (meus amigos e eu tentamos sair em grupo no final do ano passado, mas acabou não dando certo). Aí quando eu fui ver, já tava todos os meus outros amigos, ela(Bianca), eu, vamos chamar os outros amigos de Alice, Karen(diferente das outras, essa é legal) e o Herman. E eu, como a maioria das pessoas de 14, 15 anos, que é bastante comum sair com os amigos nessa idade, eu nem pensei duas vezes e já aceitei o pedido(também eu só consigo ver eles pessoalmente 2 ou 3 vezes por ano, porque eu tinha me mudado de escola já faz uns 3 anos, mas eles não, só o Herman e um outro amigo meu que foi comigo para outra escola). Pois bem, além de mim, todo mundo também concordou sobre a idéia, o problema era pensar em um lugar legal para a gente poder ir e no dia e hora. Ao longo daquele dia, foi surgindo várias ideias, até q as duas que chamaram mais a atenção foram da gente ir no paintball e no Scape Room. Quem tinha pensado no paintball foi a Karen e quem pensou no Scape Room foi a Bianca, e sem pensar duas vezes, eu concordei na ideia da Karen, a do paintball, pois eu já tentei ir acho que 4 vezes em algum paintball, mas eu nunca consegui, então eu vi em mim uma oportunidade de eu finalmente conhecer, sentir, pisar, e o mais importante, jogar paintball pela primeira vez na minha vida. Depois de algum tempo, a Bianca teve a "brilhante" ideia de querer chamar mais gente para pode ir no passeio, todo mundo aceitou a ideia e nós começamos a chamar mais gente. A Bianca acabou chamando duas pessoas, vamos chamar eles de Marcelo e Léia, e eu chamei aquele meu outro amigo que foi pra mesma escola que eu, vamos chamar de Carls. Ok, agora ao invés de 5 pessoas, nós agora tínhamos 8 e até agora nós já tínhamos planejado apenas um terço do passeio, que é quem que vai, os outros dois terços eram aonde e quando que seria, então depois do Marcelo, Léia e Carlos terem entrado no grupo, nós fizemos uma votação para saber em qual lugar nós iríamos, e de oito pessoas, ficou 5 a favor do paintball e 2 a favor do Scape Room. Assim que vimos os votos, todo mundo aceitou a ideia do paintball, menos a Bianca, por que pra mim, deu pra perceber que ela tinha perdido o ânimo de ir no passeio por que perdeu uma votação boba e que queria muito ir no Scape Room, mas eu não tinha tanta certeza disso e não falei nada e só continuei seguindo a minha vida. Bem, depois de algum tempo, talvez até um dia depois, ouve o ponto principal dessa história, enquanto todos nós estávamos planejando tudo, as vezes nós zoavamos, brincava, se divertia e conversava uns com os outros, e uma das pessoas que estava fazendo isso era o Marcelo, e ele conversava tanto, mais tanto, que na primeira hora que ele entrou no grupo, eu já descobri que ele era homossexual, estudava na mesma escola que as meninas e mais um monte de coisa. Até aí tudo bem, mas é agora que deu ruim, por que um dia, eu estava com uma dúvida sobre tal assunto, aí o Marcelo veio me responder desse jeito: "Amado, não é assim não...".Na hora, eu achei aquilo muito estranho e fui dizer a ele que eu não queria ser gay e que eu estava afim de uma menina, o problema é que ele gostava muito de falar a palavra Amado(a), só que já que as meninas eram as que mais falavam naquele grupo, ele acabava falando mais a palavra amad(A) do que amad(O), e eu só percebi isso dias depois, e depois de eu ter falado aquilo com ele, ele do nada começa a me xingar, discutir comigo, ele até começou a do nada falar ou cuidar da minha vida pessoal, como que eu nunca vou ter uma namorada e etc, e ele ainda falou que EU é que estava cuidando da vida dele, e pra piorar, a Bianca simplesmente do nada começou a apoiar o Marcelo, eu não sabia se ela queria zoar da minha cara ou se ela estava querendo jogar toda a raiva dela em mim. Na hora eu não estava entendendo mais nada, e toda vez que eu tentava pelo menos explicar alguma coisa, mais comentários ruins estavam chegando, não dando nem como eu explicar pra ele a situação. A parte boa dessa discussão foi que pelo fato de eu ser uma pessoa "muito zoeira", eu as vezes mandava umas figurinhas durante a discussão, e eu lembro que o Herman até me ajudou uma hora mostrando a figurinha da carta reversa do Uno. Bem, a treta continuou por um tempo, e acho que estava todos lendo a conversa, até que uma hora eu decidi sair do celular por um tempo e fui fazer outras coisas da minha vida, a sorte é que eu estava com raiva, mas é aquela raiva que você quase nem sente ela por dentro (não sei explicar melhor). Bem, chegou o grande dia, o dia em que eu finalmente jogaria paintball na minha vida, o problema é que eu não parava de pensar no que o Marcelo disse ontem, mas eu não deixei isso me atrapalhar. Chegando lá estava todo mundo, menos a Bianca (vocês já sabem o por que), quem não estava lá também era Léia, pois ela disse que ela infelizmente não tinha como ir e tinha que cuidar do irmão (eu não sabia se era verdade ou não, mas ela era legal, então eu acreditei naquilo) e quem também não estava lá era a Alice, e você deve estar se perguntando, o que aconteceu pra ela não poder ir?, e eu respondo: nada, ela não falou nada. Eu só não me abalei com as 3 não poderem ter conseguido ir, por que eu já estava cansado de ter que mudar a data do passeio por causa que não dá para alguém ir em tal dia, e também o Carlos tinha chamado um outro amigo dele e o irmão dele. Bem, depois de eu ter chegado lá, estava todos sentados no vestiário, provando as roupas, e quando eu sentei no banco que tinha lá, a primeira coisa que a Karen fala para mim é: "eu falei com a mãe da Bianca e ela disse que não sabia de nada sobre o passeio", na hora eu não falei nada, mas dentro de mim estava uma festa por que eu sabia que ela tinha deixado de ir por alguma coisa. Bem, depois de vestirmos as roupas, nós fomos para a área de tiro, e lá a gente jogou por um 1 hora (obs:eu e o Marcelo ficamos no mesmo time, e nada deu errado, nós até ganhamos o jogo e eu JURO que antes do jogo, eu iria apertar a mão dele e dizer: bom jogo, mas acabou não dando certo, pois já estavam todos esperando e eu ainda tinha que guardar minhas coisas pessoais), e depois do jogo, nós aproveitamos e fomos no shopping que tinha do lado do paintball, e lá nós fomos comer, lá estava legal, as unicas partes ruim de lá é que eu fui enganado pelo burguer King, pois eles me deram um hambúrguer vegano que tinha carne (aquela carne que é modificada pra ter apenas coisas sem carne), e a outra coisa ruim foi que eu não conversei muito com a Karen, pois ela veio junto com o Marcelo e ele estava do lado dela o tempo todo, e eu não iria conversar com uma amiga que eu gosto com uma pessoa que não gosta de mim do meu lado. Bem, esse foi o meu dia, foi muito legal pra mim, e quase nada me tirou do sério. PARTE BÔNUS: alguns dias depois, quase ninguém falava mais nada naquele grupo(detalhe, a Léia é grande fã sua e ela acabou colocando uma foto sua de perfil e mudou o nome para Bahh néh vish kk), só falamos de como foi o dia e depois só, até que veio um dia em que o Marcelo continuou falando mal de mim e até me retirou como um dos admins do grupo, mas eu consegui ser uns dos Adm de volta e depois ele falou que se eu encostar, conversar ou me meter com os amigos dele (que também eram os meus amigos), ele disse que eu estaria ferrado, e eu acabei falando que eu estaria MUITO ferrado, pois 2 dias depois seria a festa de aniversário do Herman, e todos estariam lá, menos ele e a Léia(o problema é que ao invés de falar que seria daqui a 2 dias, eu acabei falando q seria no dia seguinte, o que fez a Bianca e o Marcelo rirem de mim). Uma semana depois o Marcelo resolve sair do grupo e fala por que "ele já estava em outros grupos" e a última coisa que ele falou antes de sair foi: "ahh, e Pedro, deixe de ser um babaca, ok?". Na hora em que eu li a mensagem, eu falei pra mim mesmo: "esse cara é um sem vergonha" e já que eu sou uma pessoa meio que "teimoso", eu fui falar com ele no privado sobre ele ser um sem vergonha, e logo depois ele começa a cuidar da minha vida de novo e fala que ele dá mais valor pras meninas do que eu e que ele ajuda elas nos momentos mais difíceis, uma mentira, pois eu falo com elas todos os dias (por causa da quarentena eu deixei de falar um pouco) e já resolvi muitos problemas delas. Depois daquilo tudo, eu resolvi bloquear ele e eu nunca mais vi uma mensagem dele.
E então, quem foi o Babaca da história?
Bem Lubisco, espero que tenha gostado da história, desculpa se ficou muito longo, mas eu precisava escrever isso, espero que tenha gostado, assisto todos os seus vídeos já faz um ano (por incrível que pareça, eu comecei a ver eles no dia do seu aniversário do ano passado kkkkkk). Beijos, tenha fé que você não vai morrer sozinho, use sempre fones de ouvido daqueles de obra quando o Jean estiver no vídeo, não postem memes no turma-feira, volte a reagir o canal Janela da Rua, termine o Led, concerte os papelões e te adoro ≥30.
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2020.06.06 16:08 GazellaLachifre O beijo perfeito

Olá, sou uma menina pan, que ainda tem muito para viver. Podem me chamar de Gazella, e alerto, essa história é graaande e fofa, depois tem continuação com tragédias. Porém, gostaria de compartilhar esse momento da minha vida.
Bem, em 2019, eu tinha acabado de superar do meu primeiro relacionamento de verdade, esse também, uma bosta daquelas. Mas felizmente, estava saindo de uma escola que eu eternamente vou odiar, ou talvez não. O motivo de eu odia-la, é outra história para contar. Quando eu saí dessa escola, eu estava louca para namorar uma menina, desesperada por um romance, eu tinha 14 anos e talvez, ainda nem tenha idade para viver um romance de verdade. Eu tinha um grande crush numa menina da minha antiga escola, que continuava a ser minha amiga e ir me visitar no colégio em que estava no momento. Eu deixava muito claro que era afim dela, mas, ela não estava preparada para sair do armário e também eu não posso e nem devo puxar ela para fora dele. No final, ela acabou me decepcionando com as indecisões dela sobre mim e eu acabei seguindo a vida sem a guria. E onde eu quero chegar com isso? Então, isso foi o que me deixou louca para conseguir algum crush em alguém, pois eu não tinha feito amizades na escola, portanto, sem motivos para querer ir e me empenhar nos estudos. Mas sabe o que poderia me deixar animada para ir na escola todos os dias? Um crush, daqueles que você sabe que provavelmente nunca vai ter, mas era suficiente para mim. Daí apareceu minha amiga, Lex, que na época, do nada me deu um Doki Doki e por algum motivo, veio do olhar que ela me direcionou (quase nem direcionou), tinha sido muito UOu. E eu entrei numa missão em saber se eu tinha chances com aquelas menina, no final, não perguntei nada pq tinha muita vergonha na cara para chegar do nada e falar "coé, gostaria de dar uns pegas?" E aí, que uma colega de sala, antigamente ficante de festa, me disse que ela tinha uma prima sapatão, ou seja, pelo menos assumida para si mesma. Me bateu um fogo no cu, que rapidamente eu pedi para informações sobre ela e se eu tinha chances. E vocês já sabem como termina, né? Contatinho trocados. Conversa vem e conversa vai, eu e essa prima da coleguinha, combinamos de sair o que era para ser um encontro nosso. Curiosidade, seria a primeira vez que sairia sozinha com alguém sem meus pais conhecessem esse alguém. Por mais que tivessem duas velas no encontro, o irmão dela, que a levou e o amigo dela que teve que ir ou a mãe dela não deixava ir "sozinha", ele não pode ser mais perfeito para o primeiro de todos. Sim, foi meu primeiro pq o antes dela nem fez um esforçinho. No final, não teve beijos, ou coisa assim, foi fofo e eu me diverti muito com ela. Sonsa do jeito que era, eu pensei que a Lulu era a destinada. Sinceramente, é um pensamento fofo que eu tenho da minha parte mas bem problemático. Passou-se um tempo e do nada estávamos namorando, aliás, nem data teve para o começo do namoro porquê não teve pedido??? A gente somente começou a chamar-se de namoradas. Mas, a gente ainda não tinha dado um selinho, e bem, adolescente, fogo no cu, destinadas, já sabe né. Um fato relevante, meus pais ainda não sabiam sobre minha sexualidade. Com o pensamento de pegação em mente, eu chamei ela para vir aqui em casa, quando não tivesse ninguém, o que ano passado era bem comum já que meus pais trabalhavam e meus avós cuidavam de meus irmãos mais novos. E deu certo, mesmo nervosa, ela veio. No começo foi conversar para lá e cá, até eu ter uma atitude e dar o primeiro passo. Eu nunca na minha vida, até aquele dia, eu sabia que conseguia dar o primeiro passo, que no caso, se eu não o fizesse, ficaria sem a porra de um beijo, e eu queria muito saber se o beijo era tão bom quanto nossa comunicação. E rolou gente, E COMO ROLOU, foi a primeira vez em que me senti em uma fanfic, eu juro pela minha vida que eu senti minha barriga cheia de borboletas e eu estava muito nervosa. Foi tão fanfiqueiro o beijo que tinha até suspiros no meio, sabe, quando você admite que está gostando ao se derreter num suspiro? Eu nunca fiquei tão feliz por causa de um beijo. No entanto, quando a gente se separou, o nervosismo bateu, eu levantei e saí andando para cozinha. E eu voltei, ela tava sentada no sofá como estava antes, daí eu saí e voltei, até parar no lugar e olhar para ela. Lulu tava com um olhar tranquilo e super na boa, enquanto eu estava tremendo, e mais tarde ela ainda teve a cara de pau em falar que estava super nervosa igual a mim. Ok, né, eu acho que ela percebeu e me chamou para voltar pro sofá, pedindo por mais um beijo, e mano, se eu não estivesse vermelha, naquele momento estava ardendo que nem pimenta. Rolou mais um beijo, um pouco mais quente que o anterior, mas foi aí que eu fiquei mais nervosa ainda pq eu nunca tinha me sentido assim a alguém, então, quando nos separamos de novo, eu fiquei vários e vários minutos abraçada a Lulu, acalmando os ânimos, tentando apagar o fogo que só aumentava. No final, ela teve que ir embora, pois estava ficando tarde e ela tinha que voltar para casa logo, eu fiquei por muito tempo pensando no beijo e acabou sendo o único de nosso relacionamento. O próximo post, conto sobre o porquê que foi o único.
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2020.03.27 17:37 TeresaFMendes Apoio pedagógico a docentes para formação em regime de Learning

Perante a quarentena exigida às escolas e universidades pela covid-19, foram disponibilizadas plataformas para ensino à distância, e muitos docentes já as utilizam.
No entanto, a falta de formação e de preparação destes docentes, não menosprezando o seu esforço e boa vontade, faz com que não se aproveite todo o potencial que o ensino à distância pode trazer ao ensino e à aprendizagem ao se "clonar" o método presencial, baseada em palestras, para o ambiente online.
É talvez altura de se ousar uma inovação, embora se tenha de ultrapassar uma resistência por parte dos docentes.
Para exemplificar, e no espirito de entreajuda nesta fase difícil, junto envio um texto - correspondência online - que explica resumidamente um método de ensino à distância com grandes vantagens para todos os intervenientes.
Fico ao dispor para esclarecimentos e até acompanhamento de "instructional designer" para quem o solicitar.


"Olá professor
Fico satisfeita de ver feliz por uma boa causa. Isto da quarentena é um tédio para os mais afoitos. A razão do meu “oferecimento” é assim principalmente por sobra de tempo e de desafios intelectuais.
Pelo que, analisando a sua descrição, vejo praticas interessantes, aulas virtuais para grupos pequenos, mas … não será pouco eficiente dar a mesma aula 3 ou 4 ou 10 vezes?
Claro que, nessas condições a relação entre professor e alunos se estreita, o que é bom, mas pouco sustentável, para além de que se perde muito "tempo de professor” em logística.
Sendo assim, e porque fui completamente surpreendida pela eficácia de uma metodologia para curso online exclusivamente assíncrono, que me convenceu que a minha percepção de décadas como formadora estava completamente errada, vou ousar sugerir-lhe que complemente a sua abordagem de grupos pequenos com este método assíncrono que potência o networking e a aprendizagem dos alunos com os seus colegas (e já sabe o que penso sobre este tema, particularmente no nosso curso).
A motivação é fácil de explicar: os alunos aprendem tanto com o professor, como como o auto-estudo, como com os seus colegas. Deixo-lhe livre colocar as respectivas percentagens mas o método sugere 1/3, 1/3, 1/3.
O ovo de colombo deste método, (para além da optimização do tempo/custo do professor) é a de estabelecer grupos de alunos “fechados” com 8 a 12 pessoas, para ter massa critica, escolhidas aleatoriamente ou a gosto (temas), tantos grupos quantos os necessários. O trabalho é desenvolvido para um grupo de 8-12 e todos os grupos funcionam com o mesmo conteúdo e método de forma mais ou menos “estanque”.
No meu caso, esta foi uma das características mais interessantes do curso, pois mesmo sendo “estanque” todos poderíamos ir “espreitar” o trabalho dos outros grupos (por exemplo o que o aluno com mesmo numero de grupo que eu teria respondido). Isso criou pontes entre os vários grupos (como por exemplo o de Portugal e o do Brasil), onde se discutia inclusivamente a dinâmica de grupo face a uma cultura parecida em contraste com o grupo do Japão, com cultura completamente diferente. Entre o grupo de Portugal e do Brasil decidimos criar o papel de “relator” (aliás “espião” hehe) onde, à vez, rotativo cada semana, alguém do grupo escrevia um relatório sobre o que de mais interessante havia passado no outro grupo (particularmente se não tivesse sido discutido no nosso grupo). Esses dois relatórios eram partilhados entre os dois grupos. No meu curso havia mais de 20 grupos e obviamente não há tempo para “espreitar” todos eles.
E este exemplo mostra a segunda característica principal do método: uma abordagem de trabalho colaborativa (amigo não empata amigo, e toda a contribuição é bem vinda), e não uma abordagem cooperativa, que são o que chamamos habitualmente trabalhos de grupo (quando um falha alguém tem de compensar para que o trabalho fique completo). (ver nota 1)
Qual o papel do instructional designer? Trabalhar com o professor e adaptar os conteúdos. Basicamente é o seguinte:
- A partir do plano de aulas (semanais) - solicitar que o professor grave em video de uma hora para cada aula. (o video tem de ser gravado com uma distancia curta que dê a impressão de conversa olhos-nos-olhos).
- Distribuir ao aluno um conjunto de textos - escrito pelo professor (powerpoint, white paper) sobre o mesmo tema, assim como as leituras obrigatórias e também facultativas (para alunos que se interessem em particular por esse tema).
- Desenhar um conjunto de 8-12 perguntas abertas, que abranjam todo o conteúdo (obrigatório) da aula. As perguntas terão de ser abertas, e feitas de forma a solicitar a partilha de uma experiência pessoal parecida com o exposto, a comparação de duas coisas, a elaboração de pontos fortes e fracos face a uma situação existente (o caso concreto do aluno) ou sugerida, etc. Cada aluno responde exclusivamente a uma das perguntas, (máximo 200 palavras) a que corresponde ao seu # de aluno no grupo, e todas as respostas ficarão visíveis para todo o grupo.
- É mandatório que cada aluno escolha uma resposta de um colega e lhe dê feedback (máximo 200 palavras) . Esta dinâmica tem um efeito exponencial. ao fim de 3 semanas , já todos os alunos interagiram com todos os outros, pois na primeira semana, já interagimos com um colega e, se a nossa resposta foi interessante alguém interagiu connosco e assim a “conversa” flui”.
- Pela enorme quantidade de interacções assim desenvolvidas, o método inclui também a definição à partida de um membro do grupo, (tarefa rotativa), de fazer um resumo da semana e principalmente que coleccione os links sugeridos e debatidos pelos colegas. Esse documento semanal é extremamente interessante e a regra é que cada link terá de ser classificado numa categoria, ter a data em que foi acedido, quem o sugeriu e 3 linhas descritivas desse autor sobre porque o sugeriu. Nós chamámos a esta tarefa o “colaboratorium”.
- Este método implica um esforço do aluno entre 4 a 6 horas semanais. No mínimo,uUma hora para ver o video, duas horas para ler os textos, 40 minutos para escrever a resposta à sua pergunta e 20 minutos para escolher e dar o feedback a um colega. A semana começa à quarta-feira com a disponibilização das perguntas, leituras obrigatórias e facultativas e dos “papeis” que cada aluno deverá desempenhar nessa semana e a interacção fecha à meia noite da terça feira da semana seguinte. Os videos semanais podem estar todos disponibilizados antecipadamente.
- A avaliação é por feita pr participação. Quem cumprir as regras das semanas, passa, quem não consegue cumprir as regras (durante duas semanas) não passa (aliás desiste). Para os que o desejarem poderá haver um trabalho final, classificado, com uma dimensão máxima de palavras, e cujo tema é escolhido pelo próprio aluno e aprovado pelo professor . (Penso que este formato, participação e trabalho final, seria adequado ao seu curso neste mestrado).
- Durante o curso o professor tem acesso a todos os conteúdos, mas nunca intervém.
- De referir que o principal problema é tecnológico. problemas de firewall, acessos etc, pelo que terá de existir um HelpDesk informático, mas não de conteúdo. às vezes é necessário um “moderador” para impedir relações “toxicas” entre os alunos.
- Tem de ser escrito um documento inicial para os alunos para disciplinar a comunicação, e forçar a sua implementação, senão é o caos. (nota 2)
De referir ainda a componente lúdica que esta abordagem proporciona. Eu, mesmo depois de ter treinado o trabalho da semana, diariamente, antes de ir trabalhar, ligava-me à plataforma, e, antes de sair, voltava a ligar-me, para ver o que tinha acontecido entretanto. Há colegas interessantíssimos, outros absolutamente idiotas que são “insultados” com a mais fina “netettiquete”, outros com os quais ficamos amigos, outros que nos surpreendem com as suas capacidades de organização e empatia e os brasileiros eram simplesmente hilariantes. O (senhor professor) japonês fez harakiri virtual (em português chama-se “birra”) no fim do curso, quando ninguém quis trabalhar com ele (na tal componente cooperativa).
Bom, e assim matei duas horas de tédio. :)
Espero que tenha gostado e que possa tirar ideias para o seu curso.
Um beijo à distancia
Teresa
Nota 1: também estudamos o método cooperativo, mas foi tão difícil e conflituoso que realmente não vale a pena.
Nota 2: na ultima semana do meu curso a professora retirou todas as regras (que todos já conhecíamos) e … foi o caos. Eu desisti de trabalhar nessa semana- fiz a minha parte e pronto. Mais ilustrativo não podia ter sido."
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2019.11.18 19:40 marciofsrj Vanessa Vailatti

Vanessa Vailatti

Bella da semana

Vanessa Vailatti

Vanessa Vailatti 2017 - O grande dia finalmente chegou! É hora de ver o ensaio mais esperado dos últimos tempos aqui no Bella da Semana. Ela, que já fotografou para o site há dois anos e foi sucesso absoluto no mundo inteiro, agora está de volta em fotos muito especiais. Depois que fotografou pela primeira vez, após ter sido coroada a musa do concurso promovido pelo Bella da Semana no carnaval de Floripa em 2015, Vanessa Vailatti curtiu a vida, beijou mulheres, virou celebridade e chegou a ser confundida com a esposa do atual presidente brasileiro Michel Temer, Marcela, em uma história que pipocou nos maiores veículos de comunicação nacionais. Vanessinha, nossa eterna musa, deixou todos nós implorando por mais. É com muito prazer que atendemos a esses pedidos e agora vocês podem ver o resultado deste novo trabalho aqui.
Nome: Vanessa Vailatti (Vanessinha). Data e local de nascimento: 21 de abril de 1992, em Guaramirim (SC). Cidade onde mora: Penha (SC). Signo: touro.
Medidas Altura: 1,64 m. Quadril: 99 cm. Cintura: 69 cm. Busto: 87 cm. Pés: 35.
Vanessa, desde que você fotografou para o Bella da Semana a primeira vez, seus fãs não param de pedir por um novo ensaio. Qual a diferença entre esse ensaio de agora e o ensaio de dois anos atrás? Os dois ensaios foram especiais, cada qual no seu momento. O primeiro é mais especial para mim porque foi quando tudo começou, mas que esse segundo não foi menos importância do que o primeiro. Questão de experiência, claro, que neste segundo eu me senti mais segura. Já tinha mais intimidade com as câmeras.
Você continua linda, mas parece que está ainda mais bonita do que da outra vez. Alguma coisa mudou na sua rotina de treinos ou alimentação desde então? Na verdade, meu corpo mudou muito durante estes dois anos e só nós, mulheres, sabemos das oscilações que sofremos. Hoje aumentei atividades aeróbicas e vario a minha dieta. A dica é não desistir jamais!
Você terminou a faculdade de Educação Física? Ainda não terminei, não, mas está nos meus planos.
Por falar em carreira, um tempo atrás você foi confundida com a esposa do atual presidente Michel Temer. Pode nos contar um pouquinho sobre essa experiência? Foi uma loucuraaaa! Mas adorei, não é sempre que se é confundida por uma pessoa tão influente.
Qual o lado complicado da fama? Como a maioria dos meus trabalhos são sensuais e me exponho muito, o lado negativo são as criticas. São críticas não construtivas, sabe? Os famosos "haters", pessoas que não têm um pingo de bom senso, que nunca me viram na vida e se acham no direito de comentar asneira, sendo que boa parte desses críticos são mulheres. Fora o uso indevido da minha imagem, usam meu nome, usam minhas fotos para promoverem alguns sites dos quais não faço ideia da existência.
Existe muito preconceito nesse meio? Sim! Ainda existe muito preconceito. Em pleno século XXI, a sociedade é muito machista. Mesmo a humanidade se encaminhando para uma vida mais liberal, a prática é outra. Se fala muito e se faz pouco. As pessoas julgam o livro pela capa e nem sempre o que parece, é. Além do mais, não cabe a ninguém julgar. Como sempre digo, a maldade está nos olhos de quem vê. O preconceito existe de ambas as partes, homens e mulheres. Elas, por não aceitarem esse mundo sensual (as modelos sensuais) e taxando apenas as modelos de passarela como as "verdadeiras representantes da moda e sensualidade”, o que é um erro; eles por não saberem diferenciar o trabalho da vida real, achando que somos um objeto sexual, prontas para servi-los. Um eterno desrespeito!
Nas redes sociais tem muita gente te pedindo em casamento... Pensa em casar? MEU SONHO É ME CASAR! Porém, não sou uma mulher tão fácil assim para ser conquistada (risos).
Já se surpreendeu positivamente com o comentário de algum seguidor? Sim, eu recebo várias mensagens de motivação e de carinho. Uma que me chamou muita atenção foi um direct de um seguidor me falando que tinha uma doença X e que gostava da energia que eu passava. Fora as mulheres falando que se espelham em mim. Isso é surreal, gratificante.
Você é um mulherão e está solteira, apesar de ter muitos pretendentes a seus pés. O que está faltando? Está faltando vontade. O amor eu já encontrei, mas falta vontade suficiente para querer estar junto e fazer por merecer a minha companhia.
No carnaval deste ano você foi à Bahia e um portal nacional publicou que você beijou dois homens e uma mulher. Qual a diferença entre o beijo masculino e o feminino? Alguns homens se sentem muito inseguros na hora da conquista e, consequentemente, essa insegurança é perceptível durante o beijo. Acreditem, é algo interessante e ao mesmo tempo assustador. Já com relação às mulheres, somos mais envolventes e, com esse jeito mais carinhoso, o beijo se torna diferente, pois a forma de beijar é completamente outra, é macio e único. A experiência foi única, mas de forma alguma põe em duvida minha sexualidade.
Quais os seus planos para o futuro breve? Tenho uns projetos, mas nada concreto ainda a ponto de ser compartilhado. Assim que se encaminhar, eu compartilho.
Tem algum arrependimento? Nem todas as escolhas que eu fiz na minha vida me fizeram bem, porém acredito que foram necessárias para o meu crescimento pessoal e profissional. Às vezes, precisamos abdicar de algumas coisas para podermos ganhar outras. Até porque nada acontece por acaso. Acredito muito naquele ditado que diz "eu prefiro me arrepender das coisas que eu fiz do que me arrepender das coisas que não fiz".
Conte-nos a ideia de um fim de semana perfeito: um final de semana na praia (sol, calor), com amigos ou uma boa companhia, dando risada, ouvindo música boa... isso é tudo o que eu preciso para o meu dia ser perfeito!
Para fechar, deixe um recado aos apaixonados por você no Bella da Semana: meus amores, eu só quero agradecer a todos vocês meus seguidores, pelas mensagens positivas e por todo carinho. É gratificante e me motiva a continuar. Muito obrigada!
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2019.11.18 16:42 marciofsrj Bruna Jaeger

Bruna Jaeger

Bella da semana
Super ousada, Bruna Jaeger sabe exatamente o que quer! Confiante, autêntica e dona de um estilo próprio - a musa fitness luta Muay Thay e faz sucesso na internet com seu corpo todo tatuado, olhos verdes e curvas voluptuosas. Para ela, entre quatro paredes vale tudo: já ficou com mulheres, participou de ménage com amiga (e ainda falta realizar algumas fantasias). Prepare-se para perder a cabeça com o seu ensaio de estréia!
Nome: Bruna Jaeger
Data e local de nascimento: 18/08/96 - Porto Alegre / RS
Cidade onde mora atualmente: São Paulo / SP
Signo: Leão
Medidas
Altura: 1,75m
Quadril: 109 cm
Cintura: 67cm
Busto: 98 cm
Pés: 37
O que você faz para manter a forma?
Faço musculação 5x na semana, e quando consigo tempo, luto Muay Thai.
Cite alguns trabalhos que você realizou como modelo.
Fazia alguns trabalhos como modelo no sul, mas com ênfase no mundo Fitness. Sempre modelo fotográfico para academias, lojas de suplementos, já trabalhei com a Integralmédica, Nutrata, Optimum Nutrition. Fotos mais sexy é a primeira vez, demorei um pouco para comprar a ideia.
Além de modelo, tem outra profissão? Qual?
Trabalho com eventos, foi o que me sustentou até hoje (risos).
Você faz academia?
Faço sim!
Estuda? O quê?
Estudo nutrição, no momento está trancada, mas vou retomar ano que vem.
Você pratica algum esporte?
Não pratico, até tenho que encontrar algum que goste, vou ir testando pra ver.
O que você gosta de fazer no dia de folga?
Amo cinema, gosto muito de ir em parques, praças, algum lugar ao ar livre, tomar meu bom chimarrão, andar de bicicleta, aproveito ao máximo o dia, o sol, me energizo de coisas boas.
Qual seu apelido?
Nunca tive. No colégio ninguém conseguiu colocar apelidos em mim, e depois, sempre me chamaram pelo sobrenome: Jaeger.
Torce para algum time?
Sim, Internacional.
O que você te leva a loucura na hora H?
Eu gosto das preliminares, o beijo, toque... pra mim o principal é o beijo, se não for bom, já vou embora (risos)
Em qual parte do seu corpo você sente mais arrepio?
Nuca! Não consigo evitar, fico arrepiada mesmo
Qual seu estilo de música favorito?
Rock! gosto de heavy metal... acho que as tatuagens já falam por si, né? Mas sou bem eclética, escuto um pouco de tudo.
O que é preciso para te conquistar?
De primeira: estilo. Me chama muito atenção a forma na qual a pessoa se veste, depois, personalidade. Gosto de gente diferente, que tenha algo diferente dos demais, e que seja meio louquinho, que nem eu. Além do que, tem que tratar como uma princesa, gosto de mimos, carinhos, sou bem romântica.
Qual é primeira coisa que você observa em um homem?
Estilo! Gosto de um estilo bem específico, se tem tatuagem então... já ganha pontos.
Defina sua personalidade em três palavras...
- Otimismo
- Confiança
- Autenticidade
O que é preciso para tirar você do sério?
Que duvidem da minha capacidade para fazer algo. Quer me dar motivação? Diz que eu não vou conseguir fazer. Não costumo desistir, não.
Qual a parte do seu corpo que você mais gosta?
Olhos! Gosto muito do meu olhar.
Você já ficou com alguma mulher?
Já fiquei sim...
Qual o lugar mais diferente que você já fez amor?
Meio clichê, mas foi na praia. Não fiz muitas loucuras ou fiz em muitos lugares diferentes...
Toparia um ménage? Ou já topou? Conta pra gente!
Já topei. Era com uma amiga, então foi algo bacana, e se me der vontade de novo, porque não?
Quais são as suas armas na hora da sedução?
O olhar, acho que consigo dizer mais com ele do que com palavras, além do que, sou muito segura de mim, isso por si só já seduz muita gente (risos)
Entre quatro paredes vale tudo?
Lógico que sim!
Você tem alguma fantasia erótica? Já realizou?
Tenho sim, e ainda não realizei... vamos ver se acontece, né?
Como foi posar para o Bella da Semana?
Foi ótimo! A equipe é maravilhosa, me senti muito à vontade, e acabou se tornando um momento bem descontraído. Me diverti muito fazendo, espero que isso se mostre nas fotos! Realmente, fiquei muito feliz com o resultado!
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2018.06.09 05:05 sagurgel A Quinta Vala - A divina tragédia da traição premiada.

A QUINTA VALA.
A divina tragédia da traição premiada.
A traição jamais obteve tanto espaço nos noticiários quanto nos últimos anos. Contudo, esse ato humano execrável, que pela história da humanidade foi responsável por desencadear crimes passionais, guerras e outras reações extremas, já não desperta mais tantas paixões, e às vezes chega a ser motivadora de reivindicação de prêmios.
Por todo o planeta encontramos infindáveis termos para fazer menção aos que possuem o desvio de caráter que conduz à infidelidade. Na riquíssima língua portuguesa, as variantes superam aquelas vistas em qualquer outra, seja pelas tradicionais expressões contidas no vernáculo, como traidor, traiçoeiro, delator, alcaguete, informante, seja pela linguagem coloquial, a exemplo de traíra, dedo-duro, linguarudo, X-9 etc. Nos países estrangeiros também encontramos termos com o mesmo teor pejorativo, como rat (Estados Unidos da América), sneak (Inglaterra), un homme commère (França), Zinker e 31er (Alemanha). Creio ser arriscado demais tentar fazer uma tradução precisa, sabendo o que dizem os italianos:* “traduttore, traditor*e.".
A origem da traição coincide com o mito da criação do homem. De acordo com os textos bíblicos, Caim, impelido por ciúmes, realiza uma emboscada para ceifar a vida de seu irmão Abel. Todavia, está no Novo Testamento a sua máxima expressão, quando Judas Iscariotes procura as autoridades para delatar Jesus de Nazaré, acarretando a crucificação de um acusado considerado inocente, à luz do Direito Romano. Na concepção cristã, pode-se assegurar que, diante de tantos pecados, nenhum outro veio a ser considerado tão repulsivo quanto esse.
Dante Alighieri, por exemplo, nos versos que compõem A Divina Comédia, representa o mapa do inferno, escalonando-o em diversos pavimentos (círculos) rumo ao núcleo da Terra. Dependendo da iniquidade, os condenados são colocados em um ambiente mais profundo. No nono e último círculo, intitulado Lago Cócite, encontram-se os que se entregaram à traição. Essa instância sombria, por sua vez, é subdividida em quatro valas: a primeira, chamada Caína (alusão à Caim) para aqueles que se voltaram contra os próprios parentes; a segunda, batizada de Antenora, reservada aos traidores da pátria; a terceira, Ptolomeia, para abranger os que insurgiram contra os seus hóspedes e, por fim, a quarta e mais terrível, cujo nome é Judeca (nítida referência ao apóstolo), onde os traidores dos benfeitores expiam por seus pecados na companhia de Lúcifer. Das tre facce do Anticristo, uma separa Judas de Brutus e Cassius. Não seria mera especulação afirmar que, pelos escritos do poeta florentino, consolidava-se a antítese dos ideais de Santo Agostinho sobre o que seria a Cidade de Deus.
Saindo da órbita do cristianismo, a temática se repete em todas as outras religiões. No judaísmo, assim como ocorre no islamismo, a deslealdade repercute severamente no espírito humano. E não haveria como se admitir uma doutrina de fé construída em desacordo com os preceitos éticos das civilizações aos quais aderiram. Até mesmo quando nos aventuramos ao estudo da Mitologia Grega, constatamos que a ira dos deuses normalmente é provocada por uma questão central: a traição.
No estudo da História, mesmo quando orientado pela dialética marxista, percebe-se um enorme destaque às personagens que sucumbiram à vilania da falta de palavra para com os seus confidentes. Talvez o assunto gere certo desconforto aos pesquisadores em geral, por representar tudo aquilo que repudiam no semelhante e em si mesmo.
Durante a segunda etapa de Revolução Francesa, os jacobinos acusaram vários dos seus correligionários de estarem conspirando contra os comitês em troca de privilégios ofertados pela alta burguesia. A insegurança política que conduzia os parisienses à construção de um verdadeiro Estado policial acarretou a execução do corrupto Danton, entre outros ícones do processo revolucionário, como Camile Desmoulins. Pouco tempo depois, a histeria das delações fez os próprios algozes subirem ao cadafalso para terem suas cabeças decepadas. Foi nesse contexto que Charlotte Corday protagonizou o episódio mais emblemático do período, retribuindo ao líder Jean-Paul Marat o terror que havia sido colocado na ordem do dia em reunião extraordinária da Convenção.
Outros fatos históricos da mesma grandeza, que gravitam em torno do tema em tela, marcaram ou mancharam, significativamente, a linha do tempo. Impossível deixar de citar o costumeiro pacto de não agressão, articulado por Joachim von Ribbentrop (Ministro do III Reich condenado à morte pelo Tribunal de Nuremberg), que antecedia a invasão da Wehrmacht ao indefeso país signatário, bem como o escândalo de Watergate, em que um Deep Throat colocava Richard Nixon no dilema entre a renúncia e o Impeachment.
O estudo da evolução política brasileira também esbarra em uma série de inconfidências, ganhando maior notoriedade a que ocorrera em Minas Gerais sob a liderança de Tiradentes. Punido com a estranha e cruel pena capital da “morte para sempre”, contemplada pelas Ordenações Filipinas, o mártir da independência após ser enforcado, teve a sua cabeça arrancada e exposta, espalhando-se os fragmentos do seu corpo esquartejado pelos logradouros públicos. Em contrapartida, o delator Joaquim Silvério dos Reis recebia honrarias de Dom João, sem imaginar que seu nome seria amaldiçoado pela eternidade por seus conterrâneos (desonra para sempre), não obstante tivesse revelado os planos de um homem visto como criminoso pela legislação em vigor naquele período.
Apesar da ideia do óbito em caráter permanente ter sido extirpada do Direito Pátrio com o advento do Código Criminal de 1831, a traição nele permaneceu e perdura até a presente data. Além de configurar uma circunstância agravante genérica, prevista no art. 61 do Código Penal, o vil comportamento se faz presente na Parte Especial entre as qualificadoras do crime de homicídio (art. 121, § 2.º, III) e também como núcleo do tipo penal que leva a rubrica marginal de Patrocínio Infiel (art. 355). Porém, quando interpretada em sentido amplo, a odiosa prática que atinge tanto o particular quanto o Estado, pode ser identificada em trinta e oito delitos inseridos no mesmo diploma legal, como no caso do induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio praticado por motivo egoístico (art. 122, p.ú., I), em que o agente, por exemplo, inculca na vítima o desejo de autodestruição para se beneficiar da herança. Na mesma esteira cabe mencionar diferentes preceitos que indicam mau-caratismo similar, como o Perigo de Contágio Venéreo (art. 130); Violação de Segredo Profissional (art. 154); Bigamia (art. 235); Peculato Mediante Erro de Outrem (art. 313); Fraude Processual (art. 347), entre tantos outros da lei maior em matéria penal e da legislação extravagante. Aliás, por falar em lei especial, é importante assinalar que no Código Penal Militar, no livro que trata Dos Crimes Militares Em Tempo de Guerra, há um capítulo que leva o título Da Traição, no qual para todos os delitos o legislador comina a pena de morte, que no caso brasileiro, de acordo com o art. 56, se cumpre mediante fuzilamento.
Apenas em relação à infidelidade conjugal, a legislação não reage com tanto rigor. No ano de 2005, o adultério foi objeto de abolitio criminis, deixando o mundo do Direito Penal para receber o tratamento do Direito Civil, que, por sua vez, se mostra bastante flexível nesse aspecto. Não há mais o que falar em divórcio por culpa do cônjuge adúltero e, como se não bastasse, as indenizações por danos morais fixadas em valores quase insignificantes vêm perdendo o caráter retributivo e preventivo. Não havendo bens, nem filhos, a dissolução da sociedade conjugal se efetivará em questão de minutos, na frieza dos polos que congela o recinto cartorial. O preço também não representará qualquer empecilho e, certamente, sairá muito mais barato do que trinta moedas de prata. Não seria exagero dizer que estará consumada mais uma traição promovida com um beijo. Aliás, diga-se de passagem, em um mundo onde todos os valores são relativizados, e o dinheiro é reverenciado como deus único, o que dizer da cumplicidade entre marido e mulher, fruto do amor verdadeiro?
O instituto da delação premiada, que vem sendo utilizado como ferramenta estatal no enfrentamento do crime organizado desde o advento da Lei 8.072/90 (Crimes Hediondos) - estendendo-se mais tarde para outras leis específicas, como a Lei 7.492/1986 (Crimes Contra o Sistema Financeiro Nacional), Lei 8.137/1990 (Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Relações de Consumo), Lei 9.613/1998 (Lavagem de Dinheiro), Lei 9.807/1999 (Proteção às Testemunhas); Lei 11.343/2006 (Drogas), Lei 12.850/2013 (Organização Criminosa) - entra em uma fase de frequentes ataques na mesma proporção das defesas apaixonadas. Há de se convir que não é tarefa das mais fáceis compreender que, em nosso ordenamento jurídico, a traição pode matar, passar desapercebida ou até ser homenageada.
Para uma corrente doutrinária, o que decidiram chamar de colaboração premiada na última lei acima referida, não passa de um incentivo por parte da administração pública ao nefasto gesto de trair, o que se mostra totalmente incompatível com os Princípios Gerais do Direito. A lei deve possuir conteúdo didático e apresentar princípios cívicos decentes, e não ensinar que o cafajestismo pode ser vantajoso. Se o crime não compensa, a delação não pode recompensar. Além do mais, de todos os integrantes que compõem o grupo de delinquentes, o pior deles é, sem dúvida alguma, aquele que entrega os comparsas à justiça para aliviar a sua própria pele. Trata-se de torpeza repudiada até para quem se aventura às ações delituosas, não havendo espaço para traidores nem mesmo nas penitenciárias onde estão agregados os piores malfeitores. É o estranho, porém notório, código moral do mundo do crime. Vale lembrar o que ocorreu com o mafioso Tommaso Buscetta, que teve dez de seus familiares assassinados em represália ao auxílio prestado à justiça italiana.
Em contrapartida, há quem procure justificar a atitude do traidor com base no finalismo aristotélico, pois se o fim é bom, ou seja, viabilizar o desmantelamento de uma organização criminosa e a cessação de suas atividades com a aplicação de pena aos seus membros, então o meio da delação também o será. Se para o Direito nem a vida tem caráter absoluto, por que o sigilo o teria? Ainda mais quando o evento envolve criminosos... Para esses juristas, o sacrifício da organização, mesmo por intermédio de uma prática execrável, estaria a serviço do bem comum. Advertem que determinados grupos dedicados às atividades ilícitas, que se desenvolvem com requinte empresarial, se não ruírem por dentro, jamais poderão ser detidos por intermédio de práticas repressivas ordinárias. Usam como ilustração a tradição norte-americana de, inclusive, pagar somas em dinheiro ao colaborador por suas preciosas informações. É o modelo de justiça criminal que vem dos remotos tempos da Marcha para o Oeste, quando o governo do Estado Unidos se viu obrigado a delegar aos condados a tarefa de instituírem a sua própria estrutura punitiva para os crimes locais. Daí veio o Wanted Dead Or Live que, de forma mais civilizada, perdura até hoje.
Difícil se chegar a alguma conclusão quando dois argumentos contrapostos estão repletos de razão. Ocorre que para efeito de valoração do ato de dedurar, nenhum deles mostra-se útil. Isso se deve ao fato de não atentarem para o ponto central, ou seja, o que motivou o indivíduo a revelar toda a trama delituosa e a identidade dos concorrentes. Se decide fazer mea culpa pela consciência de ter agido em desacordo com os interesses da coletividade à qual pertence, imbuído da intenção de reparar o dano e amenizar a dor moral que o afeta, a sua responsabilidade não desaparece, mas a mudança de postura justifica a atenuação das reprimendas. Se a lei chamará as benesses aplicáveis de prêmio, a opção semântica não escapa da lógica em nosso ordenamento jurídico de flexibilizar a resposta penal em decorrência do arrependimento posterior. Tal medida há muito tempo é disciplinada nos arts. 16 e 65 do Código Penal, entre outros de caráter excepcional, como ocorre, por exemplo, nos casos de estelionato mediante cheque sem fundo, quando o agente efetua o pagamento da dívida antes do recebimento da denúncia (Súmula 554 do STF).
Entretanto, há casos em que o agente utiliza o instituto da colaboração premiada para se vingar de seus inimigos, imputando-lhes algumas verdades embrulhadas a um punhado de mentiras, que, muitas vezes, nenhuma relação tem com o objeto da investigação. E assim, atingem não apenas a honra objetiva e subjetiva da vítima da infâmia, mas também a própria administração pública, em especial, administração da justiça, fazendo-o incidir no crime de denunciação caluniosa (art. 339 do CP).
Outrosssim, considerando que estamos discorrendo sobre um grave problema enfrentado no Brasil, o que não falta é exemplo pitoresco sobre qualquer tema de natureza jurídica. Já houve, diga-se de passagem, quem se valesse da delação para ganhar muito dinheiro, não como contrapartida do Estado pelas informações prestadas, mas sim de forma indireta, pela qual o indivíduo se beneficia da previsível instabilidade gerada ao mercado financeiro, capaz de favorecer práticas especulativas de toda ordem. Casos como esse, em que o traidor da organização criminosa engana a nação inteira com a sua delação é que provoca a reflexão sobre o lugar onde Dante o colocaria em seu imaginário, ou se nele não haveria espaço para aqueles que traem a própria natureza humana no que diz respeito à capacidade de ser justo e dotado de um mínimo de vergonha.
Sergio Ricardo do Amaral Gurgel é sócio em AMARAL GURGEL Advogados; autor da Editora Impetus; professor de Direito Penal e Direito Processual Penal; e-mail: [email protected]
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2018.05.05 07:59 koyaanisqatsi_guy Me apaixonei por uma colega de trabalho... e mudou minha vida.

O título já diz tudo. Vou contar brevemente essa experiência, pois é algo que eu vou precisar de muita força de vontade para superar.
Isso aconteceu um ano atrás...
Eu trabalho no mercado de comunicação, a rotatividade de pessoas entre empresas é muito grande, em um ano que consegui diversas entrevistas acabei passando por 3 empresas grandes, e na última delas eu conheci essa garota.
Foi por indicação de um amigo que eu fiz entrevista nesse lugar. E ele trabalhava com ela, não diretamente, mas no mesmo setor. Eu demorei um tempo pra notar que ela era diferente, a primeira vista foi só mais uma garota de 28 anos, linda e meio nerd. Porém, eu estava em uma fase de focar apenas no trabalho, pois sempre tive muita dificuldade com o lado social. Desde que me mudei para essa cidade decidi me envolver com qualquer garota que fosse fisicamente atraente, devido as frustrações de amar alguém profundamente, acabei me forçando a ser superficial. Isso foi me afetando aos poucos, até chegar em um ponto que eu simplesmente não via mais razão para isso, foi quando eu me afastei socialmente de tudo e comecei a trabalhar demais, o meu desempenho profissional aumentou, então decidi procurar lugar melhor, melhor salário, que no caso, foi a indicação do meu amigo.
Alguns anos atrás eu estava em uma faze em que projetava sinais e razões em tudo. Algo como me convencer a fazer algo por que música x que lembra pessoa y está tocando no momento em que eu estou no lugar z, então eu devo seguir meu "instinto" de investir naquela pessoa, mesmo se não tiver nenhuma chance.
Voltamos para o mês em que eu entrei na empresa nova, dezembro/16. Em janeiro eu estava almoçando com ela e com o grupo do setor dela, que incluía meu amigo, praticamente todos os dias. No terceiro dia meu amigo confirmou o que já se passava pela minha cabeça.
No almoço acontecia do grupo todo ter um assunto, mas eu e ela outro, não importa aonde estávamos sentados,longe, perto, a conversa era muito interessante pra ficar quieto.
Isso me deixou em completo estado de choque. Ela era simplesmente muito parecida comigo, eu ficava bugado, não sabia o que fazer.
Devido ao stress do trabalho, minha ansiedade tinha aumentado e como medida eu comecei a fazer terapia alguns anos atrás, meu terapeuta foi enfático em me dizer que eu deveria me permitir a amar e a me arriscar. Eu abracei a ideia.
Como um cara timído, nerd, com alto-estima baixa conquista uma garota? Eu não tenho a mínima ideia. Na minha humilde opinião e experiência própria isso é extremamente difícil. Mas não impossível.
Durante o processo da 'conquista' eu estava em um estado de negação a vida, pois eu achava ela atraente e interessante demais para minha pessoa. Passava horas questionando o por que do universo colocar essa pessoa em minha vida, pensando em todas coincidências que aconteceram para eu conhecer ela e de fato me interessar, era algo surreal. Mesmo gosto por música, filmes, nosso assunto preferido era realidade simulada, sério!
Eu decidi que iria ser sincero, deixar claro meu interesse e ver no que dava. Enquanto isso meu amigo e meus novos amigos da empresa comentavam que ela realmente dava sinais de interesse. Nesse ponto eu já estava imaginando coisas. Mas foi frustrante. Ela tinha acabado de sair de um namoro de 7 anos, engatado em uma relação breve de 3 anos e alguns meses antes ela tinha se envolvido com uma pessoa da empresa. Quando eu descobri isso, abri mão. Entrei em um estado de pré-depressão. Eu uso muito metro, ficava parado, esperando o vagão passar pensando em como seria mais facil me jogar ali do que esperar eu conseguir o amor dela.
Isso foi me dominando, essa vontade de querer fazer ela feliz e ver ela ao meu lado me implodia de angustia por não conseguir ver isso se concretizando. Há essa altura eu já sábia que ela não tava fazendo nem um pouco bem para mim, mas eu não estava pensando nisso, estava pensando em fazer ela feliz.
A primeira tentativa foi demonstrar interesse, coisa que fiz até demais. Chamava ela pra sair pro bar toda quinta e sexta feira, não conseguia me conter em ficar feliz com um sorriso de orelha a orelha quando ela aceitava. Era algo maior que o meu auto controle e que a minha força de vontade. Em janeiro foi o mês de colocar as cartas na mesa, eu deixei claro que me interessava por ela e queria sair apenas com ela, então, ela finalmente colocou um ponto final em tudo. Me disse que não queria se envolver com pessoas do trabalho, então contou os relacionamentos dela. Ai tudo fez sentido, finalmente, o medo de falhar que eu tinha, se tornou realidade.
É engraçado, pois foi muito aliviante. Eu finalmente tinha o não dela e com isso podia me conformar com mais um não da vida, me lembrar o por que eu focava no trabalho o por que disso. A frustração me fazia esquecer tudo e me deixava muito produtivo. Eu sempre usei tristeza, raiva e sofrimento ao meu favor.
Começou fevereiro
Nos dias seguintes, o mais absurdo acontece: ela me chama para ir na casa dela. Após o fora, eu imaginava que iria existir um silêncio e que o nosso começo de amizade iria morrer rápido, mas foi o oposto. Amizade era o objetivo dela, talvez uma amizade colorida. Mas definitivamente nada sério. Eu aceitei o convite de ir para casa dela, mas com uma consciência de que eu era apenas amigo. Conhecendo amigos que forçam beijo na balada e fazem esse tipo de coisa escrota, eu nunca iria tentar beijar ela após o fora. Ia ser muito constrangedor se ela não gostasse e isso era o fim do mundo em loop para mim.
Ela deu diversos sinais, mas ao mesmo tempo me contou como sempre teve mais amigos homens do que mulheres, eu achei que tinha lido a situação de uma maneira correta. Nesse dia eu fui o mais tapado possível, fui um amigo mesmo, não tentei nada. Depois disso, quarta feira, na sexta ela estava no bar comigo e com o pessoal do trabalho e convidou para irmos até a casa dela. Eu falei para o meu amigo que tinha interesse nela (não era o amigo do trabalho). Isso foi surreal. Um amigo de um outro ciclo de amigos tinha conhecido ela naquele dia, e ela convidou nós dois para irmos até lá. Eu não entendi nada. Fui sincero com ele, falei que estava muito interessado e que gostaria de tentar algo naquele dia. Ele foi super gente boa e foi embora uma meia hora depois.
Era isso, eu estava sozinho com ela no apartamento dela. Mas na verdade eu estava aprisionado dentro da minha cabeça não me permitindo tentar nada. Então eu não tentei. Nem cheguei perto. Falei tanto que a coitada caiu de sono. Nesse dia eu estava conformado que tinha zerado quaisquer ruídos e chances de relacionamento amoroso com ela.
Eu descobri que ela estava com receio de ficar comigo pelo nível de atenção e interesse que eu demonstrava por ela. Ela estava corretíssima, nós estávamos em sintonias diferentes ainda sim nosso radinho de pilha captava a frequência do outro sem querer. O fatídico dia foi durante um happy hour da empresa, no próprio local onde nós trabalhávamos. O fato de pensar em ver ela me dava ansiedade, então comecei a evitar. Não queria ir até o happy hour por nada, então fiquei na minha mesa trabalhando, naturalmente, quando todos já estavam se alcoolizando e socializando. Eu estaria bem ali a noite inteira, talvez angustiado mas transformando tudo em produtividade, é o que eu sei fazer afinal. Mas meu amigo tramou um plano, chamou a melhor amiga dela no trabalho e quando eu percebi estava sozinho com ela. A reação dela quando eu me aproximei? Foi virar para o outro lado.
Imediatamente voltei para minha mesa, coloquei meu fone e voltei a trabalhar como se nada houvesse acontecido. Ela me liga 3 vezes e comeca a mandar mensagens, pedindo para eu responder, perguntando se eu estava bravo. Eu falei a verdade, que não deveria mais ver ou falar com ela pois estava me atrapalhando e me fazendo mal. Era a hora perfeita para tudo acabar e eu voltar para a minha vida medíocre.
Ela então, as 2 horas da manhã me chama para ir no apartamento dela. Nunca, nem em 100 vidas eu diria não. Eu fui, sentindo que tinha atingido um objetivo superficial, quando na verdade, no meu interior, eu me preocupava com as consequências. Eu não queria encontrar ela bêbada, queria que fosse algo verdadeiro mesmo que fosse uma simples conversa.
Eis que eu fiz a maior besteira da minha vida. Eu preferi ela do que eu mesmo. Eu escolhi por fazer alguém feliz e me fazer infeliz, sem pensar ou medir as consequências. Então eu convenci ela, e a mim mesmo que eu tinha entendido a situação e que nós poderíamos ficar aquele dia e sermos amigos. Acabamos dormindo juntos, foi de fato um dos melhores dias da minha vida, não apenas pelo sexo, mas pela satisfação em fazer alguém que você ama feliz. Comecei a me alimentar daquela sensação. A relação foi cada vez mais tomando uma forma e quando eu percebi, estava ali, moldado, desenhado e exposto: Eu estava vivendo para ela.
Ela me ligava de noite, pedia para eu ir até a casa dela, eu pegava o táxi e ia na hora, não importa o dinheiro, distância, sono, nada, o que importa é fazer essa garota feliz. O problema é que durante o dia, eu sabia que ela não queria nada, então no trabalho eramos apenas colegas na perspectiva dos outros. Eu fui ficando cada vez mais interessado, fui me cedendo cada vez mais, ao chegar no ponto em que eu via que apenas ela definia quando iriamos nos ver. Eu não conseguia chamar ela pra sair e receber um sim, tinha que ser algo quando ela queria. Nessa altura do campeonato eu já estava muito perdido, a consequência da solidão batia na porta mas eu simplesmente ignorava e achava que era uma viagem minha, que tudo iria dar certo e eu iria conquistar ela.
Isso foi criando um vazio dentro de mim, pois eu sabia que ela não tinha terminado o último relacionamento dela de forma amigável, isso começou a afetar ela e consequentemente a mim, que ficava imaginando o que teria acontecido, pois ambos estavam quase morando juntos.
Então, março
O fim veio rápido como o final do feriado de carnaval. Passamos todos os dias juntos transando, conversando, mas aquela bola de neve gigante estava vindo e nós dois sabíamos, o problema é que eu tinha convencido ela que não tinha bola de neve e tava tudo bem. Um dia, ela me chamou para ir na casa dela jantar. Era meio que um big deal, pois nunca havia existido um convite antecipado como esse. Ela tinha arrumado a varanda com luzes e uma mesinha, foi simplesmente uma das coisas mais legais e agradáveis que eu já vivenciei com alguém. Infelizmente a bola de neve engoliu tudo esse dia. Claramente incomodada com a situação, com o que nós estávamos fazendo, ela ficou em um mood estranho e distante de mim. Era a primeira vez que ela fazia aquilo. Eu não entendi e tentei contornar, em um certo ponto eu soube que aquele era o último dia.
Depois disso ela se distanciou de mim, parou de falar comigo frequentemente. Eu achei que era algum tipo de mind game feminino, para eu correr atrás ou algo do tipo. Eu corri atrás e dei de cara em uma parede quilométrica. Não existia mais aquela ponte entre a gente, não existia mais nada a não ser uma tensão de quando vai ser a proxima vez que ela vai me chamar. Os pensamentos suicidas voltaram, eu já não conseguia trabalhar no mesmo local com medo de olhar no olho dela e saborear aquela sensação de que ela não me quer na vida dela, além dos meus pensamentos auto depreciativos de que eu era um bosta e que eu tinha me colocado em uma situação de merda.
A minha ansiedade piorou, tive que me ausentar um mês do trabalho por causa de crises constantes de ansiedade, comecei tratamento psiquiátrico junto com a terapia para segurar a ansiedade, não conseguia sair de casa, não conseguia fazer nada a não ser pensar nesse fracasso. Engordei 17 kg em um período de 9 meses. Eu fazia academia para emagrecer para ela me notar. Tenho 1,78 e estava com 80kg, depois disso, cheguei aos 98kg.
What a ride.
Depis de maio-abril de 2017 eu expliquei para ela que seria melhor se eu me afastasse para sempre. Bloqueei ela em todas minhas redes sociais, toda vez que via ela saia imediatamente do campo de visão dela, pois me dava crise de ansiedade. Evitava todos lugares achando que ela estaria ali. Não existia mais tranquilidade, ela aparecia nos meus sonhos, pesadelos. Eu realmente me perdi. Nunca mais vou conseguir falar com ela, perdi a chance de fazer essa garota incrível feliz. Obviamente a culpa de tudo isso é minha. Não tive maturidade para lidar e deu no que deu.
Atualmente eu lido com isso de uma maneira objetiva, que é: aprendizado. A vontade de morrer sempre vai existir, afinal, eu ainda amo essa garota. Nunca vou superar totalmente essa experiência devido a maneira que aconteceu. Eu me isolei socialmente por quase 12 meses, cheguei a excluir diversos amigos de longa data apenas por que eles namoravam. Apaguei familia de todas redes sociais, tudo me fazia lembrar de como eu era um miserável solitário que tinha falhado na única chance de conquistar a mulher da minha vida.
A única razão que eu estou escrevendo tudo isso, é por que eu preciso tirar isso de dentro de mim. Se eu realmente quero viver e tenho amor a mim mesmo, eu tenho que seguir em frente e ser resistente. Isso foi apenas um aprendizado, dos mais difíceis de toda minha vida. Eu questionava diariamente o por que de tudo isso ter acontecido. Eu nunca mais vou ser o mesmo, essa lição me mostrou muita coisa, uma delas é que eu tenho uma batalha constante com o meu eu interior. Nosso auto controle define quem somos, se você não em auto controle, possivelmente você vai se colocar em situações que podem mudar você e sua vida para sempre, eu espero que de maneira positiva.
Eu ainda tenho muito tempo pela frente para transformar o saldo dessa história em positivo. Mas o que eu queria mesmo era estar com ela.
Saudades de você, n.
TLDR;
Me iludi com uma colega de trabalho que era muito parecida comigo, fingi que estava preparado para uma relação superficial mas me apaixonei e acabei me perdendo dentro de mim mesmo. Entrei em depressão e me isolei socialmente por quase um ano, suicídio era mais aliviante do que pensar em um futuro positivo. A existência era dolorosa e pesada. Hoje eu sei que isso foi um aprendizado, daqueles fudidos que não é para a gente esquecer. Vou levar isso pro resto da vida, espero que com o tempo transforme o resultado em algo positivo.
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2017.02.01 10:03 Ereboh uma bússola que não aponta para o norte.

Eu a conheci num curso,tive nossa primeira troca de olhares e palavras apenas educação com o garoto novo,nada de mais,mas não nos impediu de termos nossa grandes e errôneas primeiras impressões.
Nada de mais como sempre eu estava só de passagem,foram apenas 3 meses,mas ela foi um das poucas com quem eu conseguia ter uma conversa decente visto que ela teve uma boa educação, e mãe sempre a cobrou de mais.Todos a cercavam mas apenas para tirar duvidas sobre matérias e questões escolares afinal ela era a melhor da classe.
O tempo passou e quando comecei a frequentar a faculdade,(na terceira semana e claro)a encontrei e lembrei dela ter comentado algo sobre ter psicologia como uma das opções mas nunca imaginei que a veria de novo.Mas lá estava ela desde o primeiro dia ajudando os alunos perdidos com dúvidas e orientando os professores novos.Como era o turno da noite já que nunca tive um funcionamento diurno descente e sempre preferi noite a maioria dos colegas de turma eram mais velhos senhores pais e senhoras mães, trabalhadores e quarentões não que eu me importasse, me misturei e a "desculpa" de nos conhecermos gerou um comprimento torto e as falas obrigatórias :
"Como vai?"
"Tudo Bem?" E assim foram-se as primeiras semanas.Como sempre eu comecei a ficar muito motivado com o curso no começo e nós começamos a trocar varias ideas a respeito, e ver como éramos parecidos em diversos aspectos e opiniões sobre o comportamento humano nas principais questões psicológicas e freudianas e então algo aconteceu.
Percebi como ela era brilhante e comecei a reparar em seus ridiculamente intensos olhos azuis e seus ridiculamente grandes seios. Claro que eu já havia percebido antes só que nunca havia despertado meu interesse, afinal ela não fazia meu tipo. Já tive minha cota de devastação e hematomas mentais e físicos com lindas e inocentes donzelas de olhos azuis e risos delicados.Ela era muito educada, não bebia nem fumava era a primeira a chegar eu sempre o último. Saia direto pra casa, e eu direto para o bar, poucos amigos pra não dizer nenhum e eu sempre rodiado de rostos queridos ou não.
Mas algo começou a acontecer, uma piada suja aqui e ali,um comentário maldoso escapava uma risada baixa sobre o questionamento ridículo que a garota do fundo da sala fez sobre opção sexual.
E quando me dei conta la estava aquele arrepio na nuca e o calor na garganta a grande tensão sexual entre nós.Viramos confidentes um do outro eu dizia com quem tive minha última briga e quantas doses foram no final de semana, enquanto ela me falava que o namorado não conseguia e deixar confortável a ponto de consumar o desejo e que a virgindade já era um grande elefante branco entre eles. Falava sobre os ódios e mal entendimentos com meu pai e ela, como a mãe era rígida e uma exemplo de integridade escolar.
Um período se passou minha nota e a dela foram as melhores da turma, então os professores nos fizeram trabalhar em diversos projetos juntos e a tensão sexual aumenta e começamos a falar besteiras sobre consumar algo juntos, mas são palavras vazias eu acho.
Junho. Meu aniversario,ela diz que vai me dar um presente algumas semanas antes,sempre fui paciente e nunca me importei muito com isso, tanto que esqueço a respeito. Meus amigos vão fazer uma festa. Ela me da o presente um dia antes já que sabe que não vai me ver pelos próximos 3 dias. É uma bussola para colocar no meu chaveiro, e bem feita nunca vi algo do tipo, muito menos já havia recebido algo parecido, mas o grande toque que ela enciste em querer passar vem no final quando a viro vejo que esta entalhado atrás da bussola, "Foco" a data de meu aniversario e um grande "A" de sua inicial e ela me diz:
"Foco e tudo que você precisa meu querido"
Fico meio sem palavras mas agradeço, digo o quanto gostei e pergunto quanto devo a ela.
Ela diz que posso pagar com um beijo.
É o que faço.Sem pudor ou preparo no meio do patio, com nuvens nubladas e escuras a cima de nós. Dando uma promessa de tempestade para mais tarde.
É suave,simples e de despedida não tenho planos de ficar, tenho que estar em outro lugar.
Seus lábios são mais macios do que eu imaginei que seriam, mais frios também.
Ela solta uma risada suave e fica surpresa, mas não demonstra mas, seus grandes e desnecessariamente azuis olhos brilhantes gritam em direção aos meus.
"Te vejo outro dia".Eu falo.
"Tchau". Ela diz. O meses se passam. Tivemos momentos bons e ruins, os bons envolvendo nossos lábios colados e piadas sujas, os maus sobre ela reprovando diversos de meus comportamentos e preocupada sobre mim.
A relação se esvai e se esfria, apenas intimidade de obrigação já que não nos trataríamos como estranhos afinal sabíamos de mais. Ela me conhece mais do que eu gostaria, e sabe que não vou parar por ela.
Não me pediria para parar. Ao invés ela me pede pra fazer o que o namorado não consegue.
Eu recuso.
Já a marquei de mais, dei a ela o primeiro gosto do álcool, o primeiro beijo com sangue na boca, o primeiro cigarro, e a levei para fazer a primeira tatuagem. Deuses ela não pertence a esse mundo!
Meu mundo.
Eu a evito drasticamente, passo direto, não dou atenção.
Ela entende, e não me procura mais.
Fim das aulas e natal.
Ela me chama para passar com ela.
Eu recuso.
Não lembro mais de sua voz nem seu cheiro.
Primeiro de fevereiro hoje faz 2 anos desde que a vi pela primeira vez. Não acho meu chaveiro de jeito algum, e depois de muito procurar encontro largado num canto da sala sem saber como foi parar lá.
A bussola não funciona mais. Não tem foco, não aponta para o norte. Apenas gira sem direção e aponta para onde quer. Eu lembro dos olhos azuis, mas eles estão mais claros agora mais cinzas.
Como nuvens de um dia nublado.
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2016.07.18 14:45 999Luzeiro A praia está perdida

publicação original no Medium
Eu sempre subi àquele terraço em dia de festa. A arquitetura brutal, o piso grafite e a irremediável falta de uma paisagem que preste (comum à capital, aliás), jamais foram capazes de reduzir a alegria que sinto ao visitar minha única irmã. Percebo, desta vez, que o luto se expressa pelas varizes nas paredes que rodeiam a escada, no metal frio e azedo do corrimão e, finalmente, na sensação de pisar em um cinzeiro proporcionada pelas placas erodidas do piso. A feiura é oportunista, e no dia de hoje, saiu em carnaval.
Lá estava o meu cunhado, abaixo de uma das pontas do varal, investigando pelos espaços vazios do gradeado uma possibilidade de escorrer pelas paredes externas do prédio de nove andares. “Você comeu, Felipe?”, foi o meu único cumprimento possível, e “Hum, comi” foi a única resposta que lhe pareceu honesta. É claro que comeu — alguma vez na vida — mas duvido que tenha tido estômago para reiterar tão prazeroso e exigente hábito, hoje. Hoje não, pois o meu cunhado, marido da minha única irmã, perdeu o único filho. Meu único sobrinho e afilhado. Minha dor não é pequena, mas no topo do pódio da orfandade inversa, temos a minha irmã, coroada de espinhos e de cama há dois dias. Em seguida, Felipe Remador, estático no terraço em pleno inverno e com o estômago vazio. Talvez eu em esteja em terceiro lugar, junto com a namorada do Léo, não sei. O que sei é trago as notícias, como um relâmpago invisível que transformará os tímpanos do ouvinte em peito.
“Escuta, Felipe.” E descrevo como um apresentador de telejornal excessivamente soturno o desdobrar dos fatos do dia: encontraram o corpo preso ao recife, poucas escoriações, a causa mortis foi mesmo o afogamento, está tudo acertado para o enterro amanhã, no Parque da Colina. Falei com a mãe da namorada, ela não vai, está em choque. Aquele menino, Raul, ainda não voltou a Belo Horizonte. Me ligou do celular do Léo, estava com uma voz tenebrosa. Está tudo pago, não se preocupa. Eu estou muito bem empregado e não é hora de falar disso. E dou sequência, como ventania: “Preciso te contar uma coisa, Lipe, o Léo me ligou no dia anterior ao sumiço, e a conversa estava mais estranha do que de costume…”
“Eu comi, sim. Tem macarrão, se você quiser.” E me corta como se nos falássemos pela internet, com enorme atraso. E começa a me contar do filho: coisas que eu já sei, mas só me resta ouvir mais uma vez.
Leonardo Remador nasceu com o cordão umbilical em volta do pescoço, sem choro e nem desespero. Nasceu sorrindo. O obstetra achou que estava se contorcendo pelo sufoco, mas não: era um sorriso mesmo. “Esse é forte, corajoso” — daí ‘Leonardo’ — disse, para encher o pai de orgulho, enquanto a enfermeira entregava o Príncipe aos braços da mãe. Era um Príncipe, quase enforcado, porém um Príncipe, como são todos os recém-nascidos após a Proclamação da República. Não parava de se mexer e olhar ao redor, como se procurasse por mais um corda para se amarrar, e se apertar.
Começou a andar com oito meses (o que o pediatra considerou um recorde) mas o pai já reparava que muito antes o guri já ensaiava ficar de pé. Era uma brincadeira nervosa: apoiava-se nos joelhos e esticava as pernas trêmulas, e em dois segundos caía. “Toda criança faz isso”, diz o pediatra sem querer estregar o encantamento do recém-pai. “Não”, continua Felipe, “ele não cai e chora. Ele cai a dá a maior gargalhada. E se levanta e se joga de novo. E ri. Se já soubesse falar ia chamar isso de ‘brincadeira da gravidade’, sei lá”. E descreve a forma como o filho olha para baixo ao cair, como se quisesse testemunhar cada segundo do trajeto. “Às vezes o Léo tem um senso de humor maior do que o das outras crianças”, desconversa o jovem doutor, voltando os olhos adestrados ao monitor adestrador do computador.
Aos cinco anos chorava e dava escândalos quando o pai se negava a dar uma volta de motocicleta com ele pelo quarteirão. Quando o seu desejo era atendido aos finais de semana, voltava para casa dócil e calado, prestes a cair no sono e recompensar os pais com o silêncio que o casal tinha antes do Príncipe ter vindo ao mundo.
E ele foi ao mundo: no futebol, só jogava como goleiro pois nas outras posições não podia atirar-se pelos ares e havia menos risco de levar uma bolada na cara. Na natação, perdia as instruções do professor por se interessar mais pela apneia. Se deu melhor nas artes marciais, para o desespero de sua mãe que não suportava ter que aplicar curativos duas vezes por semana. Finalmente, na puberdade, a coragem e o senso de humor exagerado tornaram-se insuportáveis. Gostava de provocar o pai pelo simples prazer de escutar sua voz engrossar e ameaçá-lo. Sentava-se na janela para ouvir música e balançava-se para frente e para trás em um ângulo cada vez menos agudo, cantarolando sossegado até que a mãe o via do corredor e gritava de susto. Só se interessava pelas garotas que já tinham um namorado, e aos treze anos voltou para casa com um olho roxo e os lábios rasgados por roubar um beijo de uma garota mais velha que estava a dois metros do cara mais velho ainda que a namorava. Os pais concordavam que aquilo não era rebeldia pois sempre que aprontava alguma o adolescente passava os próximos dois ou três dias obediente e calmo. Ele tinha ideias que beiravam a burrice e após um longo ano de acidentes e notas baixas, foram atrás de especialistas, pois o primeiro médico que o tocou estava mesmo errado. Leonardo, segundo o psicólogo, era um bom rapaz, mas era melhor ir ver um psiquiatra. O psiquiatra — que por curiosidade saltava de para-quedas nos finais de semana — também não viu nada de errado no garoto, mas por via das dúvidas, recomendou um amigo neurologista. Após mapear o cérebro de Léo, confirmou a boa saúde mental do rapaz, mas seguiu uma pista em sua circulação sanguínea nos exames de rotina que o levava a crer que o nível de adrenalina era muito mais alto do que o normal. Com a ajuda de um endocrinologista constaram que a coragem de Leonardo era na verdade uma doença rara em suas glândulas renais que produziam uma quantidade excessiva daquele hormônio, viciando das íris aos pulmões, passando pelo coração e todos os músculos. O pai teve que vender a moto e um carro, mas pagaram o tratamento e aos dezesseis Léo já não andava mais com sua bicicleta sem freios pelo bairro. Apesar de não ser dos mais espertos ou um dos mais bonitos, tinha um talento único com as mulheres, já que a possibilidade de rejeição o atraia, coisa que não existia em homem algum. Aos dezenove, arrumou uma namorada sem namorado, Júlia, e achava o máximo quando a menstruação dela atrasava alguns dias, e é claro que não era nem um pouco favorável ao uso de preservativos. Dizia apenas que era uma pessoa simples e que gostava das diversões curtas pois a vida, em si, era mesmo curta. Raul, um dos seus amigos mais antigos, ria e dizia que o problema é que os momentos simples de Léo poderiam encurtar a vida mais ainda. Era grato ao parceiro, pois mesmo sem se interessar por um baseado, Léo era o único disposto a entrar com ele nas favelas para comprar aquele mato amassado.
Apreensivos, os pais viram o garoto tirar a carteira de motorista. Nenhum problema, a não ser as multas por excesso de velocidade que eram pagas pelo próprio rapaz, que se virava na papelaria do pai do Raul. As pessoas que conviviam com ele acabaram se acostumando e até mesmo os pais deixaram de se preocupar tanto e esqueceram que “o jeito dele” era um problema sério. Júlia, segundo um psicanalista freud- ou junguiano (precisamos diferenciar charlatões?), no fundo morria de tesão por caras irresponsáveis, Raul (nas palavras de uma pedagoga do Ensino Médio) também não era exemplo de comportamento e assim Leonardo tocou sua vida abusando da sorte.
Acontece que, mineiro que era, Léo poucas vezes foi ver o mar, e só o fez ao lado dos pais, que não gostavam muito de areia. Aos vinte e um foi ao litoral capixaba com Júlia, amigos dela e o tal do Raul. Uns dois ou três dias antes da data da volta para casa, Léo me ligou. Ouvi o pequeno trip journal que, não sei porque, decidiu me contar ao custo de todos os créditos do seu pré-pago. Começa bobo e vai escurecendo, como a apresentação de um palhaço trágico, e eu me arrependo de não ter anotado algumas partes, ou gravado a conversa toda.
Em janeiro, o sol derramava-se do alto e refletia na areia e no mar, queimando sua pele branca e agredindo seus olhos não muito escuros. Gostou daquilo, mas logo à frente estava algo que o seduzia muito mais, o próprio mar. Não entendia como tantas pessoas aguentavam ficar o dia inteiro sentadas em cadeiras de plástico bebendo e comendo ao redor dos quiosques sem nem se aproximar das ondas. Logo no primeiro dia, subiu com Raul em um morro baixo com os pés descalços e sentaram-se em rochas negras que um dia formaram um coral. Enquanto o amigo apertava um, viu uma mulher alta e bronzeada, de cabelos morenos e músculos bem definidos mergulhar nas águas e nadar por quatro minutos, sem parar, traçando uma linha quase reta. Ao distanciar-se da praia, as ondas tornaram-se maiores e algumas pessoas já acenavam para que ela voltasse. Desapareceu atrás das ondas por alguns segundos, e, depois, sorrindo, nadou de volta como se estivesse em uma piscina rasa. Gostou daquilo.
Nadou com Júlia um bom tempo pela tarde, sem se arriscar de mais. Toda vez que olhava para a linha do horizonte, se distraía a ponto de deixar de escutar o que a namorada falava. Lembrou-se de como aquela morena conseguiu ir tão longe com tanta calma. Gostou daquilo, mas gostou de mais. À noite, após uma bebedeira na casa dos pais de um dos amigos de Júlia, Léo teve sonhos agitados. Quando acordou, lembrou-se de três: primeiro, mordia o cano de uma arma de fogo que um homem encapuzado que apontava para sua cabeça, rindo da falta de coragem do assaltante em disparar. Em outra situação apontava para a namorada que trocava de roupa, mostrando para Raul. Por fim, sonhou que nadava no fundo de um lago e respirava normalmente embaixo d’água, sem precisar voltar à superfície.
Saiu sozinho para comprar pão e o que mais precisassem. Como em qualquer cidadezinha do litoral do Espírito Santo, encontraria uns cinco botecos para cada padaria ou mercearia — se a mercearia vender cerveja, não sei dizer como ficaria a conta, mas enfim, por uma questão estatística decidiu tomar uma antes de cumprir a sua missão de levar comida à namorada e aos amigos.
Ao final da primeira garrafa daquela cerveja fraca mas bravamente gelada, Léo olha em volta e percebe a presença da nadadora alta e morena. Não a tinha visto ali, sozinha na outra ponta do balcão, que era em éle e permitia tal ponto cego. A moça olhava para ele e achava graça da miserável atitude do menino de quase torcer a garrafa que já havia acabado. Ofereceu a sua, cheia, e lá vai Léo conversar fiado com uma mulher linda e aparentemente solteira ao invés de levar pão para a namorada. “Ela achou o meu sobrenome o máximo, tio. Disse que eu devia nadar muito bem, porque, ‘Remador’, né. Mas já devia estar bêbada. Achava graça de tudo. Meio doidinha, acho que não estava me dando mole, só tentando escapar de um cara lá que não parava de mexer com ela. Mas eu não vi o cara. Eu estava tranquilo também, cê sabe que eu gosto muito da Júlia. Mas então, cê lembra daquela menina que nadava comigo na equipe da escola? Você já deu carona pra ela. É a cara, tio. Eu pensei que fosse ela.” Tirei o celular do ouvido para ver o tempo da conversa no display. 52 minutos. E o menino não parava de falar. “Vai comprar o pão, ô sem vergonha.” E ele me obedeceu e desligou.
Olha, apesar dos quarenta e poucos, eu sou um homem bonito. Na verdade, eu sempre fui. E mesmo assim, uma morena dessas nunca me abordou em boteco copo sujo de praia. Só uns tios e uns hippies para me pedirem o isqueiro. E eu adoro morenas, Léo.
Léo.
O que aconteceu com você? O Raul me contou de uma briga com um rapazinho local — aliás, eu preciso achar o Raul — e agora as hipóteses florescem na minha imaginação, que não tem sono desde o contato da polícia.
Passaram os próximos dias longe da praia, fazendo trilhas e visitando os arraiais à procura de festa. Com Júlia sentada em seu colo (eu só via vocês nessa posição, encaixavam bem, até), estava em um boteco ao lado da praça da igreja de uma vila. Bebiam cerveja e viravam doses de cachaça da pior qualidade enquanto um forró soava indecifrável abafado pela voz de umas dezenas de pessoas que ocupavam as calçadas. Foi surpreendido por um grito de Raul que levantava a voz para um adolescente, prestes a agredi-lo. Pediu para Júlia levantar-se, a garota não atendeu imediatamente e quase foi derrubada no chão por um homem de sorriso estranho que até o minuto anterior era o namorado que com carinho passava as mãos quentes em suas pernas. A coragem imbecil que custou um carro e uma moto ao pai de Leonardo agarrava o adolescente pela nuca e bateu o rosto do rapaz com força em um banco de madeira e ferro da praça. Enquanto o sangue corria, alguém acertou uma cadeira nas costas de Léo, enquanto três ou quatro homens mais velhos corriam atrás dele, que escapava. Sumiu no mato, rasgou a perna esquerda nos galhos (uma das escoriações não era de coral, mas aparentemente de vegetação rasteira) e encontrou uma estrada de terra que seguiu por mais de uma hora caminhando devagar, sentindo seu corpo em chamas por conta do coração que parecia ter dobrado de tamanho.
Não sabia o motivo da briga de Raul e nem se importava. Também não se importava da grosseria com a namorada e nem com o fato de que provavelmente alguns homens o perseguiam em uma caminhonete, moto ou jipe com pedaços de pau ou uma pistola semi-automática embaixo do banco. Exausto, alcançou a praia. Sentou-se na areia e viu o sol nascer, vermelho como se estivesse se pondo. Realmente, o sol se punha para você, meu afilhado. Viu uma pessoa caminhar onde as ondas quebravam, chegou mais perto e reconheceu a mesma mulher de cabelos negros que viu no primeiro dia no litoral. A do bar (que… coisa é você, mulher? Shinigami?). Ela ignorou sua presença e mergulhou, nadando mais uma vez em ritmo forte e veloz, até desaparecer na espuma de uma grande onda que quebrou prematuramente. Mergulhou também. Seu corpo em chamas mal percebeu como a água estava gelada. Nadou em compasso olímpico esticando todos os seus músculos, estirando seus pulmões, sugando todo o ar salgado que havia em quilômetros cúbicos. Sem parar as braçadas, abriu os olhos e viu que a mulher nadava ao seu lado, fechou os olhos que ardiam com o sal e quando abriu de novo, ela já não estava mais lá. Quando finalmente parou, viu que ela voltava, derrotada e humilhada pelo novo recordista daquela praia.
Enquanto a água esfriava, olhou para o céu e ficou finalmente satisfeito de uma forma irracional, a única forma que sentia-se satisfeito na vida. Todo o seu corpo vibrava, o prazer era tão grande que balançava os pés sem cansar pra manter-se na superfície sem se cansar. Quando o corpo doeu pelo frio que fazia, decidiu voltar, mas quando olhou para a praia, ela estava distante e uma névoa baixa ia convertendo-a em um ponto invisível naquela imensa massa azul. O corpo esfriou, os pés pararam de se mover, os braços penderam-se ao lado do quadril. Quanto maior o músculo, mais forte a dor da cãibra, e as panturrilhas de Léo pareciam dois mamões. Afundou em silêncio, e sonhou de novo. Sonhou que nadava em um lago escuro e podia respirar embaixo d’água. Sonhou que estava na praia e nadava em direção ao horizonte. Quando quis voltar, a praia estava perdida.
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Cap. 163 Data exibição: 17/01/2007 Com o corpo sinuoso preenchendo mais um daqueles lindos vestidinhos brancos, Thelma ri, no colo de Jorge. Ele ameaça jogá-la na piscina e ela reclama. #CRUSHRESPONDE #PEJU #FESTIVALTEENTV Vocês pediram vídeos com casais e trouxemos um programa só disso! Nesse primeiro CRUSH RESPONDE, convidamos o shipp PEJU... ♥ INSCREVAM-SE AQUI NO CANAL ♥ #dicasparaadolescentes No vídeo de hoje vou ensinar 10 dicas para você beijar bem. COLA COMIGO! 10 COISAS QUE ACONTECEM QUANDO... O final de semana foi de festa, susto e romance para Fátima Bernardes, que completa 56 anos nesta segunda-feira (17/09). Para comemorar a data, Beatriz Bonemer, sua filha com William Bonner, e ... 😇 INSCREVA-SE: https://goo.gl/41Poru 😇 LOJA DO CANAL: https://goo.gl/CLiCcY 😇 MEU NOVO LIVRO: bit.ly/2KsoQIa 👉 Instagram @Rezende: https://goo.gl/kt5sCq ... This feature is not available right now. Please try again later. ... ( BEIJAR BEM NA PRIMEIRA VEZ ) [ REZENDE EVIL ] - Duration: ... Como movimentar os lábios na hora do beijo - Duration: 3:12. VÍDEO SOBRE MEU PRIMEIRO BEIJO: https://youtu.be/c1YUvqo6XK0 MEU APLICATIVO: http://viihtube.fanhero.com/ Minhas Redes Sociais: Instagram: https://instagram.... Aqui esta o Primeiro Beijo de Verdade desse Lindo Casal Maria Luiza e Rodrigo,pq o da Africa a Maria Luiza fingiu que estava desmaiada,mas esse os dois estavam muito 'acordados', na Novela ... beijo lÉsbico + festa com piscina muita pegação 🔥 ... beijando desconhecidas na the choice bh 😍🥵! ... halloween anime ️ festa de halloween muito f*da com gostosas, muita pegaÇÃo e ... 🌈Muito obrigada pelo carinho! Hoje vamos compartilhar nossa primeira vez no beijo, vamos te contar como beijar bem e também dar dicas de como beijar no primeiro beijo.